Recentemente, ao aprofundar minha leitura na obra "A Origem", concentrei-me nas páginas 32 a 34, uma seção escrita pelo Professor Luiz. Para quem acompanha meu trabalho, ele é a mesma figura cujos argumentos sobre pautas LGBT já analisei e refutei anteriormente (o mesmo do vídeo que respondi sobre os LGBTQIA+ e Levíticos - https://youtube.com/shorts/cqTGdxXby2c?si=BZhR6shC1kQ1ELQW) . Desta vez, o embate se dá no campo da Teologia Sistemática e da Exegese do Antigo Testamento. O autor tenta estabelecer as bases do dogma da Trindade logo nos primeiros capítulos de Gênesis, utilizando o relato da criação como uma suposta evidência de pluralidade na divindade. No entanto, ao passarmos o crivo da lógica, da gramática hebraica e da própria antropologia bíblica, percebemos que tais conclusões são fruto de uma leitura anacrônica, que projeta dogmas posteriores sobre um texto estritamente unitário. A seguir, apresento uma dissecação técnica dessa argumentação. Rebatendo no mesmo ní...
Raul El Greco, judeu, PHD em filosofia, especialista em tecnologia, foi cirúrgico ao expor a psicanálise como pseudociência e pura especulação filosófica no podcast que acompanho, o 'Fora da Caverna' (00:29:52). Grande podcast por sinal! (sem ironia!). O problema é que a lucidez dele acaba exatamente aí. Quando o assunto vira 'teoria da conspiração', ele abandona a lógica e apela para as mesmas falácias que critica. Ele cometeu duas imbecilidades intelectuais graves para atacar quem investiga a verdade. Ele afirmou que quem investiga a verdade oculta sofre de um viés de confirmação ridículo, usando a analogia: "Minha avó não tem dente, a tartaruga não tem dente, logo minha avó é uma tartaruga". Além disso, reduziu a busca pela verdade a uma carência emocional, dizendo que as pessoas só acreditam nessas coisas para ter uma "liberação de dopamina" e se sentirem mais inteligentes que a média. Isso é a famosa Falácia do Espantalho: comparar a an...