Introdução: A Máscara da Bondade e a Necessidade da Exposição Há anos venho prometendo compilar as evidências necessárias para desmascarar um dos maiores e mais intocáveis ídolos do imaginário brasileiro: Francisco Cândido Xavier. Celebrado nacionalmente como o "médium da caridade", Chico Xavier foi transformado, por uma eficiente propaganda institucional, em uma espécie de santo moderno. A estratégia adotada para essa blindagem é inegavelmente brilhante: ao se erguer um escudo de extrema humildade, pobreza pessoal e filantropia ininterrupta, a engenharia espiritual e midiática por trás de seu nome protegeu suas doutrinas de qualquer escrutínio analítico e rigoroso.¹ Afinal, quem ousaria questionar a teologia de um homem que dedicou a vida a consolar viúvas e órfãos? Quando afastamos a aura de "santidade" criada por sua biografia oficial e confrontamos o alicerce de sua doutrina com as fontes primárias e, acima de tudo, com a inerrância das Escrituras Sagradas, a im...
Sempre que entro em debates com ateus ou com o pessoal da "teoria da simulação", aqueles que adoram perguntar: "Como você garante que não estamos vivendo numa Matrix ou que o mundo físico não é uma ilusão?", eu tinha uma resposta pronta. Eu puxava a carta de René Descartes e dizia: " Cogito, ergo sum " (Penso, logo existo). Vale ressaltar que a Matrix é espiritual e não física; esses misticistas de internet dizem que estamos vivendo uma simulação. Como você pode provar que você existe? Perguntam eles, dizem que estamos presos nesta matéria. É a isso que me refiro nesta introdução e que me levou a escrever esse texto. Ao citar Descartes, parecia uma resposta inteligente. Afinal, se eu estou pensando, eu tenho que existir, certo? Mas, estudando mais a fundo e lendo obras como “Como Ser Um Teísta Respeitado no Século XXI”, percebi que usar Descartes para defender a realidade é como tentar apagar fogo com gasolina. Eu estava caindo na armadilha deles sem sa...