A narrativa oficial das democracias modernas e dos grandes conglomerados de imprensa sustenta que o sufrágio universal, as eleições periódicas e o ato de votar (seja por urna eletrônica ou por voto impresso) representam a expressão máxima da soberania popular. O Sistema doutrina a população a crer que o cidadão é o "dono do poder" e que a mudança social, a justiça e a liberdade dependem da escolha do candidato certo no dia da eleição. Trata-se da maior e mais eficiente Operação Psicológica de Controle Social já desenhada pela elite mundial. Como admitiu o historiador norte-americano Carroll Quigley em sua obra Tragedy and Hope , o conceito de que dois partidos ou candidatos devem representar políticas opostas é uma farsa infantil: os candidatos devem ser praticamente idênticos nas pautas essenciais para que o povo possa "trocar os canalhas" a cada quatro anos sem que isso cause qualquer alteração na agenda real dos banqueiros e do governo invisível. A ruidosa discus...
A propaganda do teatro político e a mídia comercial tentam convencer a população de que as eleições no Brasil representam uma "guerra ideológica real" entre projetos opostos. A narrativa oficial afirma que o eleitor tem o poder de escolha democrática entre o desenvolvimentismo estatal da esquerda (Lula) e as "alternativas conservadoras ou liberais" da oposição (Flávio Bolsonaro, Romeu Zema, Ronaldo Caiado, Augusto Cury e Renan Santos do Partido Missão). Alega-se que votar no "menos pior" é a única forma de evitar o caos. Trata-se de uma aplicação perfeita da Dialética Hegeliana e da engenharia social de Babilônia. A análise minuciosa e pericial dos Planos de Governo Oficiais depositados por cada uma dessas candidaturas prova que não existe oposição real. Embora troquem farpas em comícios e debates televisivos para inflamar a militância cega, todos os candidatos (sem exceção) entregam no papel exatamente a mesma infraestrutura de controle biopolítico e ...