Todos os anos, no dia 2 de novembro, milhões de pessoas povoam os cemitérios, acendem velas diante de túmulos de pedra e pagam por missas fúnebres na esperança de "aliviar os sofrimentos" de entes queridos na outra vida. A teologia romana construiu um vasto império eclesiástico baseado na premissa de que a alma humana é naturalmente imortal e que, após a morte física, necessita de socorro e purificação. Contudo, quando submetemos essa prática ao crivo das línguas originais da Bíblia, da historiografia secular e da Patrística dos primeiros séculos, a estrutura do "Dia de Finados" revela-se como uma monumental invenção medieval fundamentada na filosofia pagã greco-romana e na negação da vitória de Cristo na cruz. I. A Antropologia Bíblica versus o Mito Pagão da Alma Imortal A pedra angular de todo o sistema do Purgatório e do Dia de Finados é a crença de que o homem possui uma "alma imortal" incorporada que abandona a matéria na hora da morte. Essa ideia...
Portal oficial de Nicolas Breno, pesquisador independente e autor de 5 livros. Mais de uma década dedicada a expor as estruturas do sistema e restaurar a verdade bíblica através da exegese, cronologia e análise crítica da realidade.