A propaganda do teatro político e a mídia comercial tentam convencer a população de que as eleições no Brasil representam uma "guerra ideológica real" entre projetos opostos. A narrativa oficial afirma que o eleitor tem o poder de escolha democrática entre o desenvolvimentismo estatal da esquerda (Lula) e as "alternativas conservadoras ou liberais" da oposição (Flávio Bolsonaro, Romeu Zema, Ronaldo Caiado, Augusto Cury e Renan Santos do Partido Missão). Alega-se que votar no "menos pior" é a única forma de evitar o caos. Trata-se de uma aplicação perfeita da Dialética Hegeliana e da engenharia social de Babilônia. A análise minuciosa e pericial dos Planos de Governo Oficiais depositados por cada uma dessas candidaturas prova que não existe oposição real. Embora troquem farpas em comícios e debates televisivos para inflamar a militância cega, todos os candidatos (sem exceção) entregam no papel exatamente a mesma infraestrutura de controle biopolítico e ...
Portal oficial de Nicolas Breno, pesquisador independente e autor de 5 livros. Mais de uma década dedicada a expor as estruturas do sistema e restaurar a verdade bíblica através da exegese, cronologia e análise crítica da realidade.