A narrativa oficial das democracias modernas e dos grandes conglomerados de imprensa sustenta que o sufrágio universal, as eleições periódicas e o ato de votar (seja por urna eletrônica ou por voto impresso) representam a expressão máxima da soberania popular. O Sistema doutrina a população a crer que o cidadão é o "dono do poder" e que a mudança social, a justiça e a liberdade dependem da escolha do candidato certo no dia da eleição. Trata-se da maior e mais eficiente Operação Psicológica de Controle Social já desenhada pela elite mundial. Como admitiu o historiador norte-americano Carroll Quigley em sua obra Tragedy and Hope , o conceito de que dois partidos ou candidatos devem representar políticas opostas é uma farsa infantil: os candidatos devem ser praticamente idênticos nas pautas essenciais para que o povo possa "trocar os canalhas" a cada quatro anos sem que isso cause qualquer alteração na agenda real dos banqueiros e do governo invisível. A ruidosa discus...
Portal oficial de Nicolas Breno, pesquisador independente e autor de 5 livros. Mais de uma década dedicada a expor as estruturas do sistema e restaurar a verdade bíblica através da exegese, cronologia e análise crítica da realidade.