A narrativa oficial das democracias modernas e dos grandes conglomerados de imprensa sustenta que o sufrágio universal, as eleições periódicas e o ato de votar (seja por urna eletrônica ou por voto impresso) representam a expressão máxima da soberania popular. O Sistema doutrina a população a crer que o cidadão é o "dono do poder" e que a mudança social, a justiça e a liberdade dependem da escolha do candidato certo no dia da eleição.
Trata-se da maior e mais eficiente Operação Psicológica de Controle Social já desenhada pela elite mundial. Como admitiu o historiador norte-americano Carroll Quigley em sua obra Tragedy and Hope, o conceito de que dois partidos ou candidatos devem representar políticas opostas é uma farsa infantil: os candidatos devem ser praticamente idênticos nas pautas essenciais para que o povo possa "trocar os canalhas" a cada quatro anos sem que isso cause qualquer alteração na agenda real dos banqueiros e do governo invisível.
A ruidosa discussão entre "urna eletrônica" e "voto impresso" não passa de uma Dialética Hegeliana (Problema-Reação-Solução) para manter a população entretida e dividida sobre o método de votação, enquanto aceita cegamente a legitimidade do processo.
O ato de votar funciona como um "ritual de reasseguramento de massa", uma anestesia coletiva projetada para fazer o indivíduo acreditar que tem o controle do seu destino, enquanto a elite financeira não eleita continua gerindo o Estado por trás das cortinas. Políticos não são eleitos pelo povo; são selecionados pelos bastidores do Sistema.
- Prof. Carroll Quigley (Tragedy and Hope): "O argumento de que dois partidos devem representar ideais e políticas opostas é uma ideia tola. Pelo contrário, os dois partidos devem ser quase idênticos, de modo que o povo... possa substituir um partido por outro que vai adotar, com renovado vigor, aproximadamente as mesmas políticas básicas".
- Edward Bernays (Propaganda, 1928, cap. I): "A manipulação consciente e inteligente dos hábitos organizados e das opiniões das massas é um elemento importante na sociedade democrática. Aqueles que manipulam esse mecanismo invisível constituem um governo invisível que é o verdadeiro poder dominante...".
- William Guy Carr (Satan, Prince of This World): "A palavra 'democracia' foi introduzida por instigação de Voltaire a fim de enganar as massas a acreditar que governavam seus países... A verdade é que a substituição frequente de representantes permite aos que dirigem a conspiração no topo obter o controle de TODOS os candidatos".
- Alvin Toffler (The Third Wave): "As eleições, bastante à parte de quem as vença, desempenham uma poderosa função cultural para as elites... O ato de votar oferece um ritual de massa de reasseguramento, transmitindo ao povo a ideia de que escolhas estão sendo feitas de forma racional...".
- Texe Marrs (Dark Majesty): "O homem não pode ter a permissão de descobrir a terrível verdade: que a democracia pela qual todos tanto anseiam, clamam e exigem é, como uma fantástica farsa global, apenas uma invenção mental sonhada por um pequeno, mas implacável, bando de persuasores ocultos e mestres ilusionistas."
A 3 dias das eleições, o teatro de Babilônia atinge o seu ápice! Enquanto milhões de cidadãos sinceros são induzidos a brigar com amigos e familiares por causa de números na tela da urna ou cédulas de papel, a elite globalista comemora a eficácia do seu controle mental. Entenda de uma vez por todas: se o voto tivesse o poder de desmontar o Sistema Ocultista, ele jamais seria permitido, estimulado e obrigatório.
Votar em candidatos pré-selecionados para validar a gaiola digital da Agenda 2030 é voluntariar-se para a própria servidão. O verdadeiro seguidor de Cristo não deposita a sua fé nem a sua esperança em urnas, partidos ou salvadores da pátria engravatados. A nossa cidadania não é de Babilônia e a nossa libertação é fruto de um único nome e de uma autoridade soberana e inabalável: Yeshua HaMashia!
Nicolas Breno
Trata-se da maior e mais eficiente Operação Psicológica de Controle Social já desenhada pela elite mundial. Como admitiu o historiador norte-americano Carroll Quigley em sua obra Tragedy and Hope, o conceito de que dois partidos ou candidatos devem representar políticas opostas é uma farsa infantil: os candidatos devem ser praticamente idênticos nas pautas essenciais para que o povo possa "trocar os canalhas" a cada quatro anos sem que isso cause qualquer alteração na agenda real dos banqueiros e do governo invisível.
A ruidosa discussão entre "urna eletrônica" e "voto impresso" não passa de uma Dialética Hegeliana (Problema-Reação-Solução) para manter a população entretida e dividida sobre o método de votação, enquanto aceita cegamente a legitimidade do processo.
O ato de votar funciona como um "ritual de reasseguramento de massa", uma anestesia coletiva projetada para fazer o indivíduo acreditar que tem o controle do seu destino, enquanto a elite financeira não eleita continua gerindo o Estado por trás das cortinas. Políticos não são eleitos pelo povo; são selecionados pelos bastidores do Sistema.
- Prof. Carroll Quigley (Tragedy and Hope): "O argumento de que dois partidos devem representar ideais e políticas opostas é uma ideia tola. Pelo contrário, os dois partidos devem ser quase idênticos, de modo que o povo... possa substituir um partido por outro que vai adotar, com renovado vigor, aproximadamente as mesmas políticas básicas".
- Edward Bernays (Propaganda, 1928, cap. I): "A manipulação consciente e inteligente dos hábitos organizados e das opiniões das massas é um elemento importante na sociedade democrática. Aqueles que manipulam esse mecanismo invisível constituem um governo invisível que é o verdadeiro poder dominante...".
- William Guy Carr (Satan, Prince of This World): "A palavra 'democracia' foi introduzida por instigação de Voltaire a fim de enganar as massas a acreditar que governavam seus países... A verdade é que a substituição frequente de representantes permite aos que dirigem a conspiração no topo obter o controle de TODOS os candidatos".
- Alvin Toffler (The Third Wave): "As eleições, bastante à parte de quem as vença, desempenham uma poderosa função cultural para as elites... O ato de votar oferece um ritual de massa de reasseguramento, transmitindo ao povo a ideia de que escolhas estão sendo feitas de forma racional...".
- Texe Marrs (Dark Majesty): "O homem não pode ter a permissão de descobrir a terrível verdade: que a democracia pela qual todos tanto anseiam, clamam e exigem é, como uma fantástica farsa global, apenas uma invenção mental sonhada por um pequeno, mas implacável, bando de persuasores ocultos e mestres ilusionistas."
A 3 dias das eleições, o teatro de Babilônia atinge o seu ápice! Enquanto milhões de cidadãos sinceros são induzidos a brigar com amigos e familiares por causa de números na tela da urna ou cédulas de papel, a elite globalista comemora a eficácia do seu controle mental. Entenda de uma vez por todas: se o voto tivesse o poder de desmontar o Sistema Ocultista, ele jamais seria permitido, estimulado e obrigatório.
Votar em candidatos pré-selecionados para validar a gaiola digital da Agenda 2030 é voluntariar-se para a própria servidão. O verdadeiro seguidor de Cristo não deposita a sua fé nem a sua esperança em urnas, partidos ou salvadores da pátria engravatados. A nossa cidadania não é de Babilônia e a nossa libertação é fruto de um único nome e de uma autoridade soberana e inabalável: Yeshua HaMashia!
Nicolas Breno
Comentários
Postar um comentário