Raul El Greco, judeu, PHD em filosofia, especialista em tecnologia, foi cirúrgico ao expor a psicanálise como pseudociência e pura especulação filosófica no podcast que acompanho, o 'Fora da Caverna' (00:29:52). Grande podcast por sinal! (sem ironia!). O problema é que a lucidez dele acaba exatamente aí. Quando o assunto vira 'teoria da conspiração', ele abandona a lógica e apela para as mesmas falácias que critica. Ele cometeu duas imbecilidades intelectuais graves para atacar quem investiga a verdade.
Ele afirmou que quem investiga a verdade oculta sofre de um viés de confirmação ridículo, usando a analogia: "Minha avó não tem dente, a tartaruga não tem dente, logo minha avó é uma tartaruga". Além disso, reduziu a busca pela verdade a uma carência emocional, dizendo que as pessoas só acreditam nessas coisas para ter uma "liberação de dopamina" e se sentirem mais inteligentes que a média. Isso é a famosa Falácia do Espantalho: comparar a análise geopolítica séria com a lógica de 'minha avó não tem dente, logo é uma tartaruga' é desonesto. Investigar o Evento 201, a engenharia social de Tavistock ou a influência de sociedades discretas não é delírio; é leitura de documentos oficiais e atas que a própria elite publica. Ridicularizar o argumento para não ter que enfrentá-lo é tática de quem não tem resposta.
Ele usou outra coisa, o Psicologismo Barato (Ad Hominem): dizer que buscamos a verdade oculta apenas por 'dopamina' ou para nos sentirmos 'inteligentes/exclusivos' é um ataque à pessoa, não aos fatos. É irônico: ele critica a psicanálise, mas usa uma análise psicológica fajuta para desqualificar quem enxerga o que a massa ignora.
Resumindo: Uma coisa é inventar padrões onde não existem, outra é ter a coragem de ler o que os donos do poder escrevem e admitem abertamente. Ele usou a razão contra Freud, mas usou retórica de proteção de buteco do sistema para esconder a realidade.
Nicolas Breno
Ele afirmou que quem investiga a verdade oculta sofre de um viés de confirmação ridículo, usando a analogia: "Minha avó não tem dente, a tartaruga não tem dente, logo minha avó é uma tartaruga". Além disso, reduziu a busca pela verdade a uma carência emocional, dizendo que as pessoas só acreditam nessas coisas para ter uma "liberação de dopamina" e se sentirem mais inteligentes que a média. Isso é a famosa Falácia do Espantalho: comparar a análise geopolítica séria com a lógica de 'minha avó não tem dente, logo é uma tartaruga' é desonesto. Investigar o Evento 201, a engenharia social de Tavistock ou a influência de sociedades discretas não é delírio; é leitura de documentos oficiais e atas que a própria elite publica. Ridicularizar o argumento para não ter que enfrentá-lo é tática de quem não tem resposta.
Ele usou outra coisa, o Psicologismo Barato (Ad Hominem): dizer que buscamos a verdade oculta apenas por 'dopamina' ou para nos sentirmos 'inteligentes/exclusivos' é um ataque à pessoa, não aos fatos. É irônico: ele critica a psicanálise, mas usa uma análise psicológica fajuta para desqualificar quem enxerga o que a massa ignora.
Resumindo: Uma coisa é inventar padrões onde não existem, outra é ter a coragem de ler o que os donos do poder escrevem e admitem abertamente. Ele usou a razão contra Freud, mas usou retórica de proteção de buteco do sistema para esconder a realidade.
Nicolas Breno
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