Tomás de Aquino (1225–1274), nascido no castelo de Roccasecca, na Itália, é frequentemente aclamado como o maior teólogo da Igreja Católica, o "Doutor Angélico". Frade dominicano e principal expoente da escolástica, ele foi o responsável por "cristianizar" a filosofia de Aristóteles, fundindo-a com a doutrina católica em sua monumental obra, a 𝘚𝘶𝘮𝘢 𝘛𝘦𝘰𝘭𝘰́𝘨𝘪𝘤𝘢. Para muitos católicos modernos, Aquino é a autoridade máxima, um pilar inabalável de sabedoria e santidade. No entanto, uma leitura atenta de seus escritos revela um homem profundamente preso aos preconceitos de sua época e defensor de ideias que hoje causariam repulsa à maioria de seus devotos. Longe de ser uma fonte inerrante, Aquino utilizou seu intelecto para legitimar teologicamente a escravidão, a misoginia e doutrinas que a própria instituição católica atual rejeita.
𝗔 𝗠𝗶𝘀𝗼𝗴𝗶𝗻𝗶𝗮 "𝗥𝗮𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮𝗹𝗶𝘇𝗮𝗱𝗮"
A veneração cega a Aquino muitas vezes esconde sua visão depreciativa sobre as mulheres, herdada diretamente da biologia equivocada de Aristóteles. Para Aquino, a mulher não era um ser humano pleno em igualdade com o homem, mas sim um "macho falho" ou "ocasional".¹ Em sua 𝘚𝘶𝘮𝘢 𝘛𝘦𝘰𝘭𝘰́𝘨𝘪𝘤𝘢, ele argumenta que a mulher tem "menor virtude e dignidade que o homem"² e a classifica ao lado de crianças e dementes no que tange à "falta de razão".³ A justificativa para a existência da mulher, segundo ele, restringia-se praticamente à procriação, pois para qualquer outra atividade "o homem pode ser ajudado, mais convenientemente, por outro homem".¹
Algumas de suas posições mais chocantes incluem:
I. Deficiência Natural: "A fêmea é um ser deficiente e falho".¹
II. Submissão Forçada: A mulher deve obedecer ao marido mesmo contra sua vontade, pois ele é seu "chefe e governador", possuindo "maior discernimento racional".⁴
III. Inferioridade Biológica: Ele defendia que o nascimento de uma mulher era resultado de uma "fraqueza da virtude ativa" do sêmen ou de fatores externos como "ventos úmidos", perpetuando a ideia de que o sexo feminino é um erro da natureza.¹
𝗔𝗽𝗼𝗹𝗼𝗴𝗶𝗮 𝗱𝗮 𝗘𝘀𝗰𝗿𝗮𝘃𝗶𝗱𝗮̃𝗼
Enquanto muitos tentam pintar a Instituição Medieval como um refúgio de caridade, Tomás de Aquino forneceu a base intelectual para justificar a escravidão. Diferente de outros pensadores que viam a escravidão apenas como fruto do pecado, Aquino a considerava também "útil" e, em certo sentido, natural, baseando-se novamente na premissa de que os "mais sábios" (a elite) deveriam governar os "menos sábios" (os escravos).⁵ Ele define o escravo como um "instrumento do seu dono", comparando-o a uma ferramenta viva.⁶ Aquino não apenas aceitava a escravidão de "infiéis" como algo lícito, mas também legitimava castigos físicos. Para ele, o senhor podia açoitar o escravo como forma de "correção e ensino", uma vez que o escravo estava sob sua jurisdição assim como o filho está para o pai.⁷ Essa teologia não apenas refletia a brutalidade da época, mas a endossava com um selo de aprovação "divina", servindo de justificativa para séculos de exploração humana.⁸
𝗖𝗼𝗻𝘁𝗿𝗮 𝗮 𝗣𝗿𝗼́𝗽𝗿𝗶𝗮 𝗜𝗴𝗿𝗲𝗷𝗮: 𝗔 𝗡𝗲𝗴𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗮 𝗜𝗺𝗮𝗰𝘂𝗹𝗮𝗱𝗮 𝗖𝗼𝗻𝗰𝗲𝗶𝗰̧𝗮̃𝗼
Talvez o ponto mais irônico para o apologista católico moderno seja o fato de que Tomás de Aquino, se vivesse hoje, seria considerado herege em um dogma central: a Imaculada Conceição de Maria. A Igreja Católica atual ensina (Dogma de 1854) que Maria foi concebida 𝘴𝘦𝘮 pecado original. Aquino, contudo, ensinava o oposto. Em suas obras, incluindo o 𝘊𝘰𝘮𝘱𝘦̂𝘯𝘥𝘪𝘰 𝘥𝘦 𝘛𝘦𝘰𝘭𝘰𝘨𝘪𝘢 escrito no final de sua vida, Aquino afirma que Maria contraiu sim o pecado original, sendo purificada 𝘱𝘰𝘴𝘵𝘦𝘳𝘪𝘰𝘳𝘮𝘦𝘯𝘵𝘦 no ventre materno.⁹ A lógica de Aquino era que, se Maria nunca tivesse tido pecado original, ela não precisaria da redenção de Cristo, o que diminuiria a dignidade de Jesus como Salvador universal. Portanto, para o "Doutor Comum" da Igreja, Maria 𝗻𝗮̃𝗼 foi imaculada desde a concepção. Ele é explícito ao dizer que "Cristo excedeu a Santíssima Virgem no fato de que ele foi concebido e nascido sem o pecado original, mas a Santíssima Virgem foi concebida no pecado original, mas não nasceu nele".¹⁰ Aquino reforça que apenas Cristo é exceção à maldição do pecado¹¹ e que Maria não foi libertada da culpa a qual toda a natureza está sujeita.¹² Isso coloca os católicos atuais numa saia justa: ou Aquino errou feio em teologia básica (derrubando sua aura de infalibilidade), ou o dogma atual da Igreja contradiz seu maior teólogo. De qualquer forma, usar Aquino em debates sobre mariologia é um "tiro no pé".¹³
𝗖𝗼𝗻𝗰𝗹𝘂𝘀𝗮̃𝗼
Tomás de Aquino foi um homem de inteligência aguçada, mas usou essa inteligência para construir castelos lógicos sobre alicerces de preconceito e erro. Ele foi o teólogo que chamou a mulher de "macho defeituoso", que viu utilidade na escravidão e que negou dogmas que hoje seus seguidores são obrigados a aceitar. Expô-lo não é negar sua influência histórica, mas derrubar a idolatria em torno de sua figura. Para todo aquele que busca a verdade nas Escrituras, Aquino é muitas vezes mais um obstáculo filosófico do que uma ajuda. E para o católico que o cita sem ler, ele é uma bomba-relógio pronta para explodir em suas mãos num debate, provando que nem mesmo o "maior" dos doutores da igreja está isento de defender o indefensável.
𝗡𝗶𝗰𝗼𝗹𝗮𝘀 𝗕𝗿𝗲𝗻𝗼
Fontes
¹ AQUINO, Tomás de. 𝘚𝘶𝘮𝘢 𝘛𝘦𝘰𝘭𝘰́𝘨𝘪𝘤𝘢, I, Questão 92, Artigo 1.
² AQUINO, Tomás de. 𝘚𝘶𝘮𝘢 𝘛𝘦𝘰𝘭𝘰́𝘨𝘪𝘤𝘢, I, Questão 92, Artigo 1; Suma Teológica, III, Questão 31, Artigo 4.
³ AQUINO, Tomás de. 𝘚𝘶𝘮𝘢 𝘛𝘦𝘰𝘭𝘰́𝘨𝘪𝘤𝘢, II-II, Questão 156, Artigo 1.
⁴ AQUINO, Tomás de. 𝘚𝘶𝘮𝘢 𝘛𝘦𝘰𝘭𝘰́𝘨𝘪𝘤𝘢, I, Questão 92, Artigo 2.
⁵ AQUINO, Tomás de. 𝘚𝘶𝘮𝘢 𝘛𝘦𝘰𝘭𝘰́𝘨𝘪𝘤𝘢, II-II, Questão 57, Artigo 3.
⁶ AQUINO, Tomás de. 𝘚𝘶𝘮𝘢 𝘛𝘦𝘰𝘭𝘰́𝘨𝘪𝘤𝘢, Suplemento, Questão 65, Artigo 2.
⁷ AQUINO, Tomás de. 𝘚𝘶𝘮𝘢 𝘛𝘦𝘰𝘭𝘰́𝘨𝘪𝘤𝘢, Suplemento, Questão 65, Artigo 2.
⁸ AQUINO, Tomás de. 𝘚𝘶𝘮𝘢 𝘛𝘦𝘰𝘭𝘰́𝘨𝘪𝘤𝘢, II-II, Questão 10, Artigo 10.
⁹ AQUINO, Tomás de. 𝘊𝘰𝘮𝘱𝘦̂𝘯𝘥𝘪𝘰 𝘥𝘦 𝘛𝘦𝘰𝘭𝘰𝘨𝘪𝘢 (𝘊𝘰𝘮𝘱𝘦𝘯𝘥𝘪𝘶𝘮 𝘛𝘩𝘦𝘰𝘭𝘰𝘨𝘪𝘢𝘦), Capítulo 224.
¹⁰ AQUINO, Tomás de. 𝘌𝘹𝘱𝘰𝘴𝘪𝘵𝘪𝘰 𝘴𝘶𝘱𝘦𝘳 𝘚𝘢𝘭𝘶𝘵𝘢𝘵𝘪𝘰𝘯𝘦 𝘈𝘯𝘨𝘦𝘭𝘪𝘤𝘢 (Sobre a Saudação Angélica).
¹¹ AQUINO, Tomás de. 𝘊𝘰𝘮𝘦𝘯𝘵𝘢́𝘳𝘪𝘰 𝘢̀ 𝘌𝘱𝘪́𝘴𝘵𝘰𝘭𝘢 𝘢𝘰𝘴 𝘎𝘢́𝘭𝘢𝘵𝘢𝘴, Cap. 3, Lec. 9.
¹² AQUINO, Tomás de. 𝘚𝘶𝘮𝘢 𝘛𝘦𝘰𝘭𝘰́𝘨𝘪𝘤𝘢, III, Questão 27, Artigo 1, Resposta à Objeção 3; ver também Comentário à Epístola aos Romanos, Cap. 8, Lec. 1.
¹³ AQUINO, Tomás de. 𝘚𝘶𝘮𝘢 𝘛𝘦𝘰𝘭𝘰́𝘨𝘪𝘤𝘢, III, Questão 27, Artigo 2, Resposta à Objeção 2.
𝗔 𝗠𝗶𝘀𝗼𝗴𝗶𝗻𝗶𝗮 "𝗥𝗮𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮𝗹𝗶𝘇𝗮𝗱𝗮"
A veneração cega a Aquino muitas vezes esconde sua visão depreciativa sobre as mulheres, herdada diretamente da biologia equivocada de Aristóteles. Para Aquino, a mulher não era um ser humano pleno em igualdade com o homem, mas sim um "macho falho" ou "ocasional".¹ Em sua 𝘚𝘶𝘮𝘢 𝘛𝘦𝘰𝘭𝘰́𝘨𝘪𝘤𝘢, ele argumenta que a mulher tem "menor virtude e dignidade que o homem"² e a classifica ao lado de crianças e dementes no que tange à "falta de razão".³ A justificativa para a existência da mulher, segundo ele, restringia-se praticamente à procriação, pois para qualquer outra atividade "o homem pode ser ajudado, mais convenientemente, por outro homem".¹
Algumas de suas posições mais chocantes incluem:
I. Deficiência Natural: "A fêmea é um ser deficiente e falho".¹
II. Submissão Forçada: A mulher deve obedecer ao marido mesmo contra sua vontade, pois ele é seu "chefe e governador", possuindo "maior discernimento racional".⁴
III. Inferioridade Biológica: Ele defendia que o nascimento de uma mulher era resultado de uma "fraqueza da virtude ativa" do sêmen ou de fatores externos como "ventos úmidos", perpetuando a ideia de que o sexo feminino é um erro da natureza.¹
𝗔𝗽𝗼𝗹𝗼𝗴𝗶𝗮 𝗱𝗮 𝗘𝘀𝗰𝗿𝗮𝘃𝗶𝗱𝗮̃𝗼
Enquanto muitos tentam pintar a Instituição Medieval como um refúgio de caridade, Tomás de Aquino forneceu a base intelectual para justificar a escravidão. Diferente de outros pensadores que viam a escravidão apenas como fruto do pecado, Aquino a considerava também "útil" e, em certo sentido, natural, baseando-se novamente na premissa de que os "mais sábios" (a elite) deveriam governar os "menos sábios" (os escravos).⁵ Ele define o escravo como um "instrumento do seu dono", comparando-o a uma ferramenta viva.⁶ Aquino não apenas aceitava a escravidão de "infiéis" como algo lícito, mas também legitimava castigos físicos. Para ele, o senhor podia açoitar o escravo como forma de "correção e ensino", uma vez que o escravo estava sob sua jurisdição assim como o filho está para o pai.⁷ Essa teologia não apenas refletia a brutalidade da época, mas a endossava com um selo de aprovação "divina", servindo de justificativa para séculos de exploração humana.⁸
𝗖𝗼𝗻𝘁𝗿𝗮 𝗮 𝗣𝗿𝗼́𝗽𝗿𝗶𝗮 𝗜𝗴𝗿𝗲𝗷𝗮: 𝗔 𝗡𝗲𝗴𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗮 𝗜𝗺𝗮𝗰𝘂𝗹𝗮𝗱𝗮 𝗖𝗼𝗻𝗰𝗲𝗶𝗰̧𝗮̃𝗼
Talvez o ponto mais irônico para o apologista católico moderno seja o fato de que Tomás de Aquino, se vivesse hoje, seria considerado herege em um dogma central: a Imaculada Conceição de Maria. A Igreja Católica atual ensina (Dogma de 1854) que Maria foi concebida 𝘴𝘦𝘮 pecado original. Aquino, contudo, ensinava o oposto. Em suas obras, incluindo o 𝘊𝘰𝘮𝘱𝘦̂𝘯𝘥𝘪𝘰 𝘥𝘦 𝘛𝘦𝘰𝘭𝘰𝘨𝘪𝘢 escrito no final de sua vida, Aquino afirma que Maria contraiu sim o pecado original, sendo purificada 𝘱𝘰𝘴𝘵𝘦𝘳𝘪𝘰𝘳𝘮𝘦𝘯𝘵𝘦 no ventre materno.⁹ A lógica de Aquino era que, se Maria nunca tivesse tido pecado original, ela não precisaria da redenção de Cristo, o que diminuiria a dignidade de Jesus como Salvador universal. Portanto, para o "Doutor Comum" da Igreja, Maria 𝗻𝗮̃𝗼 foi imaculada desde a concepção. Ele é explícito ao dizer que "Cristo excedeu a Santíssima Virgem no fato de que ele foi concebido e nascido sem o pecado original, mas a Santíssima Virgem foi concebida no pecado original, mas não nasceu nele".¹⁰ Aquino reforça que apenas Cristo é exceção à maldição do pecado¹¹ e que Maria não foi libertada da culpa a qual toda a natureza está sujeita.¹² Isso coloca os católicos atuais numa saia justa: ou Aquino errou feio em teologia básica (derrubando sua aura de infalibilidade), ou o dogma atual da Igreja contradiz seu maior teólogo. De qualquer forma, usar Aquino em debates sobre mariologia é um "tiro no pé".¹³
𝗖𝗼𝗻𝗰𝗹𝘂𝘀𝗮̃𝗼
Tomás de Aquino foi um homem de inteligência aguçada, mas usou essa inteligência para construir castelos lógicos sobre alicerces de preconceito e erro. Ele foi o teólogo que chamou a mulher de "macho defeituoso", que viu utilidade na escravidão e que negou dogmas que hoje seus seguidores são obrigados a aceitar. Expô-lo não é negar sua influência histórica, mas derrubar a idolatria em torno de sua figura. Para todo aquele que busca a verdade nas Escrituras, Aquino é muitas vezes mais um obstáculo filosófico do que uma ajuda. E para o católico que o cita sem ler, ele é uma bomba-relógio pronta para explodir em suas mãos num debate, provando que nem mesmo o "maior" dos doutores da igreja está isento de defender o indefensável.
𝗡𝗶𝗰𝗼𝗹𝗮𝘀 𝗕𝗿𝗲𝗻𝗼
Fontes
¹ AQUINO, Tomás de. 𝘚𝘶𝘮𝘢 𝘛𝘦𝘰𝘭𝘰́𝘨𝘪𝘤𝘢, I, Questão 92, Artigo 1.
² AQUINO, Tomás de. 𝘚𝘶𝘮𝘢 𝘛𝘦𝘰𝘭𝘰́𝘨𝘪𝘤𝘢, I, Questão 92, Artigo 1; Suma Teológica, III, Questão 31, Artigo 4.
³ AQUINO, Tomás de. 𝘚𝘶𝘮𝘢 𝘛𝘦𝘰𝘭𝘰́𝘨𝘪𝘤𝘢, II-II, Questão 156, Artigo 1.
⁴ AQUINO, Tomás de. 𝘚𝘶𝘮𝘢 𝘛𝘦𝘰𝘭𝘰́𝘨𝘪𝘤𝘢, I, Questão 92, Artigo 2.
⁵ AQUINO, Tomás de. 𝘚𝘶𝘮𝘢 𝘛𝘦𝘰𝘭𝘰́𝘨𝘪𝘤𝘢, II-II, Questão 57, Artigo 3.
⁶ AQUINO, Tomás de. 𝘚𝘶𝘮𝘢 𝘛𝘦𝘰𝘭𝘰́𝘨𝘪𝘤𝘢, Suplemento, Questão 65, Artigo 2.
⁷ AQUINO, Tomás de. 𝘚𝘶𝘮𝘢 𝘛𝘦𝘰𝘭𝘰́𝘨𝘪𝘤𝘢, Suplemento, Questão 65, Artigo 2.
⁸ AQUINO, Tomás de. 𝘚𝘶𝘮𝘢 𝘛𝘦𝘰𝘭𝘰́𝘨𝘪𝘤𝘢, II-II, Questão 10, Artigo 10.
⁹ AQUINO, Tomás de. 𝘊𝘰𝘮𝘱𝘦̂𝘯𝘥𝘪𝘰 𝘥𝘦 𝘛𝘦𝘰𝘭𝘰𝘨𝘪𝘢 (𝘊𝘰𝘮𝘱𝘦𝘯𝘥𝘪𝘶𝘮 𝘛𝘩𝘦𝘰𝘭𝘰𝘨𝘪𝘢𝘦), Capítulo 224.
¹⁰ AQUINO, Tomás de. 𝘌𝘹𝘱𝘰𝘴𝘪𝘵𝘪𝘰 𝘴𝘶𝘱𝘦𝘳 𝘚𝘢𝘭𝘶𝘵𝘢𝘵𝘪𝘰𝘯𝘦 𝘈𝘯𝘨𝘦𝘭𝘪𝘤𝘢 (Sobre a Saudação Angélica).
¹¹ AQUINO, Tomás de. 𝘊𝘰𝘮𝘦𝘯𝘵𝘢́𝘳𝘪𝘰 𝘢̀ 𝘌𝘱𝘪́𝘴𝘵𝘰𝘭𝘢 𝘢𝘰𝘴 𝘎𝘢́𝘭𝘢𝘵𝘢𝘴, Cap. 3, Lec. 9.
¹² AQUINO, Tomás de. 𝘚𝘶𝘮𝘢 𝘛𝘦𝘰𝘭𝘰́𝘨𝘪𝘤𝘢, III, Questão 27, Artigo 1, Resposta à Objeção 3; ver também Comentário à Epístola aos Romanos, Cap. 8, Lec. 1.
¹³ AQUINO, Tomás de. 𝘚𝘶𝘮𝘢 𝘛𝘦𝘰𝘭𝘰́𝘨𝘪𝘤𝘢, III, Questão 27, Artigo 2, Resposta à Objeção 2.

Comentários
Postar um comentário