O fenômeno do Sol da Meia-Noite não apenas falha em provar o modelo globular, como é, na realidade empírica, uma das evidências mais letais de que habitamos um plano estacionário. A pseudociência doutrina as massas a acreditarem que ver o Sol no céu por vários dias sem se pôr no Círculo Ártico prova a inclinação de uma bola espacial. A física óptica e a observação direta demonstram que isso é impossível em um globo.
A geometria básica exigida pelo modelo heliocêntrico torna a visualização do Sol da Meia-Noite impossível. A obra Conspiração da terra plana de Eric Dubay cita o autor Thomas Winship (Zetetic Cosmogeny, página 63), que atesta pericialmente que, se a Terra fosse um globo giratório, à meia-noite o olho do observador teria obrigatoriamente que penetrar milhares de quilômetros de terra e água, mesmo a 65 graus de latitude norte, para conseguir ver o Sol. A obra O formato do mundo (1893) de A. E. Skellam, na página 7, chancela essa prova geométrica, demonstrando que, para ver o Sol no polo de um globo à meia-noite, a linha de visão do observador teria que cruzar o horizonte e "olhar para baixo através do globo sólido" por uma profundidade de quatro a cinco mil milhas. É fisicamente absurdo pressupor que a visão humana seja capaz de atravessar milhares de quilômetros da curvatura de rocha e oceano para enxergar o Sol do outro lado da esfera.
A verdadeira mecânica celeste que explica o Sol da Meia-Noite baseia-se exclusivamente na expansão e contração do circuito solar sobre o plano. No livro Astronomia Zetética – A Terra não é um globo (pág. 115 e 118-122), o Dr. Samuel Rowbotham prova por observação angular que o caminho do Sol é alterado diariamente ao longo dos seis meses do ano. Ele estabelece a premissa de que "o norte é um centro, e o sul é aquele centro irradiado ou expelido para uma vasta circunferência oceânica".
No solstício de verão (em torno de 21 de junho), o Sol atinge o seu ciclo mais interno e contraído diretamente acima do Trópico de Câncer, circulando firmemente e muito próximo do centro norte. Devido a esse percurso estreito, a luz focada irradia de forma contínua sobre essa região central, resultando no fenômeno de 72 horas ou mais de iluminação diária.
A literatura histórica corrobora o fenômeno: M. Paul B. du Chaillu, em A terra do sol da meia-noite, relata que turistas na colina de Avasaxa (65 graus de latitude norte) assistem ao Sol não desaparecer de vista de 22 a 25 de junho. O embaixador americano na Noruega, Campbell, descreveu a experiência em 1870 no The Brighton Examiner: o Sol balançava lentamente no horizonte à meia-noite, criando uma ponte de ouro, para logo depois começar a subir e "deslizar em um outro dia" sem nunca ter mergulhado na escuridão. Alguns globaloides adotam uma tática de tentar desqualificar uma prova física agarrando-se a registros diplomáticos, o que é digna de pena. A citação de 'Mr. Campbell' como Ministro dos Estados Unidos não foi um erro de redação, mas a reprodução exata e fidedigna da publicação do jornal inglês The Brighton Examiner, de julho de 1870, documentada na obra pericial Terra Firma e em Zetetic Astronomy (pág. 190). Ele e seu grupo subiram um penhasco de 1000 pés de altura no paralelo 69 Norte em julho de 1865 e relataram exatamente o que a geometria plana prediz: o sol girando em majestade sem mergulhar na curvatura imaginária. O fato do jornal tê-lo chamado de Ministro não altera as coordenadas em que ele estava, nem a trajetória angular do sol.
Se o modelo do Sistema Ocultista estivesse correto e a Terra fosse uma esfera inclinada 23,5 graus em um vácuo, as mesmas condições de iluminação ininterrupta observadas no verão ártico deveriam obrigatoriamente existir com precisão idêntica nas latitudes do sul durante o verão antártico. Mas isso jamais ocorre; nunca há, de fato, 24 horas de luz solar em parte alguma na Antártida.
O autor Thomas Winship expõe essa farsa lembrando que navegadores ilustres do Sul extremo - Cook (71 graus), Weddell (74 graus) e Sir James C. Ross (78 graus) - jamais registraram tal evento. Além disso, a prova documental devastadora reside nos registros oficiais da Sociedade Geográfica Real Belga (Expedição Antarctique Belge), que atestaram que, a partir dos 71 graus de latitude sul, o Sol mergulha na escuridão em 17 de maio e não é visto novamente acima do horizonte até 21 de julho. Isso é facilmente explicado pelo modelo plano: no verão do sul, o Sol, mesmo quando se move em seu largo circuito externo sobre o Trópico de Capricórnio, não tem alcance óptico para iluminar toda a imensa circunferência de gelo simultaneamente. "Ele só pode lançar sua luz a uma certa distância, além da qual deve haver escuridão perpétua", conclui o Dr. Rowbotham. Assim, o Sol invariavelmente desaparece além do ponto de fuga do horizonte todos os dias para os observadores do sul.
A doutrina do globo não consegue justificar a falta de 24h de sol na Antártida. A "inclinação" mágica de 23,5 graus que criaria o sol ininterrupto no Norte deveria, 6 meses depois, criar o mesmo fenômeno no Sul. Como Gabrielle Henriet aponta em Céu e Terra (pág. 10), o sistema gravitacional baseado em rotação uniforme exigiria dias e noites idênticos de doze horas todo o ano. A disparidade de iluminação destrói a rotação e a inclinação.
Vídeos atuais divulgados pela oposição que alegam mostrar 24 horas de luz solar contínua na Antártida são materiais manipulados e claramente falsos e editados (CGI) pelo Sistema para sustentar a fraude de que a Antártida é um polo inferior e não uma borda circunferencial limitante. Veja a refutação para esses vídeos por aqui: https://www.youtube.com/watch?v=42EqtxhwJ20
https://www.youtube.com/watch?v=0gsdHCcguqg
EXPLICAÇÃO DA IMAGEM: Muitos são doutrinados a acreditar que a "inclinação" de uma bola explica o Sol da Meia-Noite. A imagem desmascara isso através da geometria básica. Conforme atesta Thomas Winship em sua obra Zetetic Cosmogony, página 63, se você estiver a 65° de latitude Norte (como na Noruega), à meia-noite, a massa física da Terra estaria diretamente entre você e o Sol.
A linha vermelha na imagem (Linha de Visão) demonstra que, para enxergar o Sol nesse modelo, o seu olho teria que penetrar milhares de quilômetros de rocha, solo e oceano. O documento (Fonte: O formato do mundo 1893..pdf.pdf, página 7) corrobora que a linha de visão teria que "olhar para baixo através do globo sólido" por uma profundidade de 4 a 5 mil milhas.
O globo exige que você veja através do chão. Como isso é fisicamente impossível, o fenômeno do Sol da Meia-Noite refuta, por geometria pura, a existência da curvatura.
Diferente do Sol heliocêntrico (uma bola de fogo massiva a 150 milhões de km), o modelo real apresenta um Sol Local e Pequeno. Na obra 'O Esclarecimento do Mundo' Capítulo III, de John G. Abizaid, o Sol é comparado a um "guarda-chuva de luz" com capacidade limitada. Ele não ilumina o mundo todo de uma vez, mas lança um cone de luz focado.
Entre as páginas 118 e 122 da obra Astronomia Zetética – A Terra não é um globo de Samuel Rowbotham, prova-se que no verão ártico (Junho), o Sol atinge seu circuito mais interno e contraído (Trópico de Câncer). Como ele circula em um raio muito curto ao redor do Polo Norte (Centro), ele nunca se afasta o suficiente para desaparecer além do ponto de fuga do horizonte para quem está naquela região. Por isso, temos 72 horas ou mais de luz ininterrupta: o Sol está apenas "andando em círculos" acima de você.
Alguns globaloides podem tentar comentar: "O Sol está muito longe, a luz passa por cima da Terra". A minha resposta para isso é que não importa a distância. Se você está na lateral de uma bola, o horizonte físico (a crista da curva) sempre bloqueará a visão de qualquer objeto que esteja atrás ou abaixo dela. Para o Sol ser visto por 24h na Noruega em uma bola, ele teria que subir milhares de milhas em linha reta para cima, o que destruiria todo o seu cálculo de órbita heliocêntrica.
Outro comentário que já vi postarem: "A luz faz uma curva na atmosfera (Refração)". A questão de invocar a refração para 'curvar' a luz por milhares de quilômetros ao redor de uma bola de 40.000km de circunferência não é ciência, é mágica desesperada para salvar um modelo que a geometria já matou. (Evite a ciência falsamente chamada - Noel J. Hadley).
A imagem é um estudo de perspectiva e física óptica. Ela mostra que a luz do Sol é um cone focado que, ao girar em um raio curto (Norte), mantém a iluminação constante, mas ao girar em um raio vasto (Sul/Borda), não consegue cobrir a circunferência inteira, resultando no pôr do sol diário no anel externo. Se trata de um infográfico, o que explica o tamanho do sol e as demais representações.
Nicolas Breno

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