Por que o dia 1º de abril é mundialmente reconhecido como o "Dia da Mentira"? A resposta não é uma mera brincadeira, mas o resultado de uma profunda subversão histórica e espiritual que cumpriu profecias milenares.
A Origem do "Bobo de Abril"
Antigamente, a passagem de ano era comemorada durante uma semana inteira, do dia 25 de março ao dia 1° de abril, marcando a chegada da primavera no Hemisfério Norte. A partir da instituição do Calendário Solar Gregoriano (através da Bula Papal Inter Gravissimas, 1582), o ano novo na França, que era comemorado na primavera, já havia começado a ser suprimido (pelo Édito de Roussillon do Rei Carlos IX, promulgado em 1564), forçando a adoção do 1º de janeiro.
Na França do século XVI, muitos resistiram a essa imposição e continuaram suas comemorações na data antiga. O sistema começou a ridicularizar esses conservadores, enviando-lhes convites para festas inexistentes e chamando-os de "Bobos de Abril" (Poisson d'avril). Sem perceberem, os tolos que zombavam eram os verdadeiros enganados. A brincadeira se espalhou para a Inglaterra e depois para o mundo. O pai da mentira é Ha-Satan (o Adversário), e não é coincidência que o "Dia da Mentira" tenha nascido justamente de um decreto papal que adulterou a contagem do tempo.
A Profecia de Daniel: A Mudança dos Tempos e da Lei
Essa imposição cumpriu a profecia de Daniel (Dn 7:25), que alertou que a Besta "cuidaria em mudar os tempos e a lei". O perfeito Calendário Luni-Solar Hebraico foi substituído pelo Solar Juliano e, depois, pelo Gregoriano.
Foram inseridos meses dedicados a demônios pagãos: Janeiro homenageia 'Janus' (Jano), o deus romano de duas faces das mudanças e transições ("Jano tem poder sobre todos os começos"); e Fevereiro homenageia 'Februus', deidade etrusca associada à morte e purificação (o Plutão romano). Celebrar o "Réveillon" em 1º de janeiro é, literalmente, participar de um rito de transição ocultista consagrado a Jano.
O Deboche Moderno: A NASA e o "Bobo de Abril" Espacial
Você acha que tudo isso ficou no passado? O Sistema sempre ri da cara do "gado globaloide" através de datas e simbolismos. A prova definitiva dessa zombaria escancarada está nas manchetes de hoje. Adivinhe qual foi a data escolhida a dedo pela NASA para o suposto lançamento da missão Artemis II, prometendo o "retorno" de astronautas à órbita lunar após mais de 50 anos de mentiras em estúdio? O nome da missão, aliás, não é à toa. A agência espacial tem a tradição ocultista de sempre enaltecer entidades e demônios da antiguidade em seus programas. Assim como a antiga farsa foi batizada de "Apollo", a atual homenageia "Artemis", a deusa grega associada à Lua. E a data exata agendada para essa nova decolagem? 1º de abril de 2026! Eles marcam a maior farsa aeroespacial da década, repleta de CGI e promessas vazias, bem no "Dia da Mentira". O recado esotérico é claríssimo para quem tem olhos para ver: a elite sabe que a viagem espacial no vácuo é um teatro e dá gargalhadas da humanidade, que senta em frente à TV para aplaudir o próprio engano na data mundialmente consagrada à falsidade. O verdadeiro "Bobo de Abril" moderno é aquele que acredita que o homem cruzou o Cinturão de Van Allen e pousou em um luminar no firmamento.
A Farsa das Festividades Pagãs "Cristianizadas"
A mudança do calendário abriu as portas para que o paganismo fosse travestido de cristianismo:
- Páscoa (Easter) vs. Pessach: A "Páscoa" do calendário gregoriano, baseada no domingo após o equinócio, é uma celebração à Ishtar, deusa babilônica da fertilidade, (cf. HISLOP, Alexander. The Two Babylons, 1853; e BEDA, De temporum ratione, Séc. VIII, que atesta a adoração à deusa Eostre), sendo daí proveniente a celebração aos 'ovos de páscoa' e coelhos. A verdadeira Pessach bíblica ocorre no 14º dia de Nisan. Yeshua (Jesus) foi crucificado na véspera do Shabbat judaico, o Cordeiro perfeito, e ressuscitou no Sabbath semanal, cumprindo o sinal de Jonas (três dias e três noites no seio da Terra).
- Halloween (Samhain): O 31 de outubro, antigo festival celta da morte (descritos historicamente em De Bello Gallico por Júlio César, Livro VI), foi absorvido por Roma como o "Dia de Todos os Santos" (1º de novembro) e "Dia de Finados" (2 de novembro). O costume das abóboras (Jack-o'-lantern), os disfarces e o "doces ou travessuras" são rituais diretos de apaziguamento de demônios, necromancia e feitiçaria, estritamente condenados pelo Criador.
A Convocação à Verdade
Não importa o quanto você tenha sido condicionado pela tradição. A Babilônia espiritual corrompeu a verdadeira adoração. Yeshua perpetrou o sacrifício perfeito; as 7 Sagradas Festividades Bíblicas apontam para Ele, e não para o calendário de Roma. Desfaçam-se das obras infrutuosas das trevas!
FONTES BÍBLICAS:
"Guarda-te, que não te enlaces seguindo-as... assim não farás ao Senhor teu Deus." (Deuteronômio 12:30-31)
"E proferirá palavras contra o Altíssimo... e cuidará em mudar os tempos e a lei." (Daniel 7:25)
"Não vos voltareis para os necromantes, nem para os adivinhos..." (Levítico 19:31 / Deut. 18:10-12)
"Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios..." (1 Coríntios 10:20-21)
"E não comuniqueis com as obras infrutuosas das trevas, mas antes condenai-as." (Efésios 5:11)
"Agora, pois, temei a YHWH, e servi-O com sinceridade e com verdade..." (Josué 24:14-15)
A Origem do "Bobo de Abril"
Antigamente, a passagem de ano era comemorada durante uma semana inteira, do dia 25 de março ao dia 1° de abril, marcando a chegada da primavera no Hemisfério Norte. A partir da instituição do Calendário Solar Gregoriano (através da Bula Papal Inter Gravissimas, 1582), o ano novo na França, que era comemorado na primavera, já havia começado a ser suprimido (pelo Édito de Roussillon do Rei Carlos IX, promulgado em 1564), forçando a adoção do 1º de janeiro.
Na França do século XVI, muitos resistiram a essa imposição e continuaram suas comemorações na data antiga. O sistema começou a ridicularizar esses conservadores, enviando-lhes convites para festas inexistentes e chamando-os de "Bobos de Abril" (Poisson d'avril). Sem perceberem, os tolos que zombavam eram os verdadeiros enganados. A brincadeira se espalhou para a Inglaterra e depois para o mundo. O pai da mentira é Ha-Satan (o Adversário), e não é coincidência que o "Dia da Mentira" tenha nascido justamente de um decreto papal que adulterou a contagem do tempo.
A Profecia de Daniel: A Mudança dos Tempos e da Lei
Essa imposição cumpriu a profecia de Daniel (Dn 7:25), que alertou que a Besta "cuidaria em mudar os tempos e a lei". O perfeito Calendário Luni-Solar Hebraico foi substituído pelo Solar Juliano e, depois, pelo Gregoriano.
Foram inseridos meses dedicados a demônios pagãos: Janeiro homenageia 'Janus' (Jano), o deus romano de duas faces das mudanças e transições ("Jano tem poder sobre todos os começos"); e Fevereiro homenageia 'Februus', deidade etrusca associada à morte e purificação (o Plutão romano). Celebrar o "Réveillon" em 1º de janeiro é, literalmente, participar de um rito de transição ocultista consagrado a Jano.
O Deboche Moderno: A NASA e o "Bobo de Abril" Espacial
Você acha que tudo isso ficou no passado? O Sistema sempre ri da cara do "gado globaloide" através de datas e simbolismos. A prova definitiva dessa zombaria escancarada está nas manchetes de hoje. Adivinhe qual foi a data escolhida a dedo pela NASA para o suposto lançamento da missão Artemis II, prometendo o "retorno" de astronautas à órbita lunar após mais de 50 anos de mentiras em estúdio? O nome da missão, aliás, não é à toa. A agência espacial tem a tradição ocultista de sempre enaltecer entidades e demônios da antiguidade em seus programas. Assim como a antiga farsa foi batizada de "Apollo", a atual homenageia "Artemis", a deusa grega associada à Lua. E a data exata agendada para essa nova decolagem? 1º de abril de 2026! Eles marcam a maior farsa aeroespacial da década, repleta de CGI e promessas vazias, bem no "Dia da Mentira". O recado esotérico é claríssimo para quem tem olhos para ver: a elite sabe que a viagem espacial no vácuo é um teatro e dá gargalhadas da humanidade, que senta em frente à TV para aplaudir o próprio engano na data mundialmente consagrada à falsidade. O verdadeiro "Bobo de Abril" moderno é aquele que acredita que o homem cruzou o Cinturão de Van Allen e pousou em um luminar no firmamento.
A Farsa das Festividades Pagãs "Cristianizadas"
A mudança do calendário abriu as portas para que o paganismo fosse travestido de cristianismo:
- Páscoa (Easter) vs. Pessach: A "Páscoa" do calendário gregoriano, baseada no domingo após o equinócio, é uma celebração à Ishtar, deusa babilônica da fertilidade, (cf. HISLOP, Alexander. The Two Babylons, 1853; e BEDA, De temporum ratione, Séc. VIII, que atesta a adoração à deusa Eostre), sendo daí proveniente a celebração aos 'ovos de páscoa' e coelhos. A verdadeira Pessach bíblica ocorre no 14º dia de Nisan. Yeshua (Jesus) foi crucificado na véspera do Shabbat judaico, o Cordeiro perfeito, e ressuscitou no Sabbath semanal, cumprindo o sinal de Jonas (três dias e três noites no seio da Terra).
- Halloween (Samhain): O 31 de outubro, antigo festival celta da morte (descritos historicamente em De Bello Gallico por Júlio César, Livro VI), foi absorvido por Roma como o "Dia de Todos os Santos" (1º de novembro) e "Dia de Finados" (2 de novembro). O costume das abóboras (Jack-o'-lantern), os disfarces e o "doces ou travessuras" são rituais diretos de apaziguamento de demônios, necromancia e feitiçaria, estritamente condenados pelo Criador.
A Convocação à Verdade
Não importa o quanto você tenha sido condicionado pela tradição. A Babilônia espiritual corrompeu a verdadeira adoração. Yeshua perpetrou o sacrifício perfeito; as 7 Sagradas Festividades Bíblicas apontam para Ele, e não para o calendário de Roma. Desfaçam-se das obras infrutuosas das trevas!
FONTES BÍBLICAS:
"Guarda-te, que não te enlaces seguindo-as... assim não farás ao Senhor teu Deus." (Deuteronômio 12:30-31)
"E proferirá palavras contra o Altíssimo... e cuidará em mudar os tempos e a lei." (Daniel 7:25)
"Não vos voltareis para os necromantes, nem para os adivinhos..." (Levítico 19:31 / Deut. 18:10-12)
"Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios..." (1 Coríntios 10:20-21)
"E não comuniqueis com as obras infrutuosas das trevas, mas antes condenai-as." (Efésios 5:11)
"Agora, pois, temei a YHWH, e servi-O com sinceridade e com verdade..." (Josué 24:14-15)
BIBLIOGRAFIA HISTÓRICA E DOCUMENTAL:
BANNATYNE, Lesley Pratt. Halloween: An American Holiday, An American History. Gretna: Pelican Publishing, 1990.
GREGÓRIO XIII, Papa. Bula Inter Gravissimas (Instituição do Calendário Gregoriano), 24 de fevereiro de 1582.HIPONA, Agostinho de. Cidade de Deus (De Civitate Dei), Século V. (Sobre o poder de Jano nos inícios e transições).
CARLOS IX, Rei da França. Édit de Roussillon (Decreto que estabeleceu 1º de Janeiro como Ano Novo), 9 de agosto de 1564.
BEDA (O Venerável). De temporum ratione (A Contagem do Tempo), Século VIII, cap. 15. (Nota: Este é o documento histórico mais antigo que confessa que o mês de abril era dedicado à deusa pagã Eostre, origem da palavra Easter).
HISLOP, Alexander. The Two Babylons: Or, The Papal Worship Proved to Be the Worship of Nimrod and His Wife. Edimburgo, 1853, Cap. III (Festivals).
FRAZER, James George. The Golden Bough: A Study in Comparative Religion (O Ramo de Ouro), 1890, Cap. 63 (O Festival dos Mortos e o Fogo de Samhain), p. 563-571.
CÉSAR, Júlio. Commentarii de Bello Gallico (Comentários sobre as Guerras Gálicas), Livro VI, cap. 16 (Sobre os sacrifícios druídicos).
CHAMBERS, Robert. The Book of Days: A Miscellany of Popular Antiquities in Connection with the Calendar. Londres: W. & R. Chambers, 1869, Vol. 1, p. 460-462.
LAVEY, Anton S. A Bíblia Satânica (The Satanic Bible). Nova York: Avon Books, 1969, p. 96. (Confissão interna sobre as principais datas do calendário ocultista).
Nicolas Breno
CARLOS IX, Rei da França. Édit de Roussillon (Decreto que estabeleceu 1º de Janeiro como Ano Novo), 9 de agosto de 1564.
BEDA (O Venerável). De temporum ratione (A Contagem do Tempo), Século VIII, cap. 15. (Nota: Este é o documento histórico mais antigo que confessa que o mês de abril era dedicado à deusa pagã Eostre, origem da palavra Easter).
HISLOP, Alexander. The Two Babylons: Or, The Papal Worship Proved to Be the Worship of Nimrod and His Wife. Edimburgo, 1853, Cap. III (Festivals).
FRAZER, James George. The Golden Bough: A Study in Comparative Religion (O Ramo de Ouro), 1890, Cap. 63 (O Festival dos Mortos e o Fogo de Samhain), p. 563-571.
CÉSAR, Júlio. Commentarii de Bello Gallico (Comentários sobre as Guerras Gálicas), Livro VI, cap. 16 (Sobre os sacrifícios druídicos).
CHAMBERS, Robert. The Book of Days: A Miscellany of Popular Antiquities in Connection with the Calendar. Londres: W. & R. Chambers, 1869, Vol. 1, p. 460-462.
LAVEY, Anton S. A Bíblia Satânica (The Satanic Bible). Nova York: Avon Books, 1969, p. 96. (Confissão interna sobre as principais datas do calendário ocultista).
Nicolas Breno

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