Quem nunca recebeu um vídeo por meio das redes sociais de mortes dos mais variados tipos? Suicídio, acidentes, decapitação, esquartejamento, automutilação etc. Quando não são gravados pelos os que estão cometendo o ato, e pelos os que são autores de sua própria dor, são as pessoas "curiosas" é que não perdem tempo para sacar de seus bolsos um aparelho medíocre de celular, não, não é para ligar para um bombeiro ou para as autoridades ditas competentes, mas sim para gravar o máximo possível da desgraça alheia, com direito a vários ângulos e as vezes até com narração. A dor alheia, o sofrimento do próximo virou espetáculo e objeto de um prazer abominável e desgraçado, não se tem mais amor, mas prazer, não se ajuda, grava e divulga, e quem contribui para estes doentes mentais que gravam por exemplo um acidente com o corpo exposto e quanto mais sangue melhor, é justamente aqueles que compartilham o vídeo e num gozo horrível mental assistem até a duração do último milésimo de segundo do vídeo, chegam a dar zoom se a besta que estava no local tirou algumas fotos, dispostos a ver o que restou do que um dia foi uma vida.
Isso é só um exemplo da falta de amor ao próximo que O Messias nos havia alertado, e SIM, é para nossos dias, e não somente para aquela geração como os sectários preteristas propagam, Ele voltará para buscar os seus, aqueles que têm amor, compaixão e respeito pelo próximo. Cada vez mais, os dedos da mão vão se abaixando quando olhamos a nossa volta e queremos contar quem ama de verdade, e a situação vai piorar.
Nesta análise, tratamos especificamente do perfil 'Fakeflip Fakeflip', que se apresenta como um surfista e oceanógrafo independente dedicado a explicar os fenômenos físicos do oceano sob a ótica da Cosmologia Bíblica, e é autor do livro "Leonardo da Vinci: A verdade sobre Marés". Como o "Fakeflip" optou pelo silêncio dos vencidos em vez de responder ao desafio técnico e bibliográfico anterior (vou deixar o que escrevi como resposta integralmente neste post), resta-nos expor a profundidade desta fraude oportunista. O interessante é que ele interagiu com todos os comentários, menos a minha resposta. Em suas interações recentes, ele não apenas ignora a raiz jesuíta de sua "oceanografia", mas agora recorre a invenções históricas e absurdos geográficos para sustentar a venda de seu livro. Ele não está apenas enganando o público sobre as marés; ele está inventando uma biografia para Da Vinci e ressuscitando mapas jesuítas que ele mesmo diz abominar. ...

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