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Refutando bobices dos ateístas 20

 𝗥𝗲𝗳𝘂𝘁𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗯𝗼𝗯𝗶𝗰𝗲𝘀 𝗱𝗼𝘀 𝗮𝘁𝗲𝗶́𝘀𝘁𝗮𝘀 𝟮𝟬


Podemos começar com o texto em destaque em branco. Jesus não voltou, Ele voltará! Jesus existiu, o que não falta são fontes históricas não-cristãs , que contam alguns episódios sobre Jesus, vou dar um exemplo: Públio Cornélio Tácito (55 – 120 d.C), foi governador da Ásia, pretor, cônsul, questor, historiador romano e orador. Ele acaba afirmando que existiu um Jesus chamado Cristo e que morreu exatamente da forma que a Escritura descreve isso, que não é negado por ele.
Tácito narra a perseguição aos nossos irmãos no primeiro século nas seguintes palavras:
“𝘗𝘢𝘳𝘢 𝘥𝘦𝘴𝘵𝘳𝘶𝘪𝘳 𝘰 𝘣𝘰𝘢𝘵𝘰 (𝘲𝘶𝘦 𝘰 𝘢𝘤𝘶𝘴𝘢𝘷𝘢 𝘥𝘰 𝘪𝘯𝘤𝘦̂𝘯𝘥𝘪𝘰 𝘥𝘦 𝘙𝘰𝘮𝘢), 𝘕𝘦𝘳𝘰 𝘴𝘶𝘱𝘰̂𝘴 𝘤𝘶𝘭𝘱𝘢𝘥𝘰𝘴 𝘦 𝘪𝘯𝘧𝘳𝘪𝘯𝘨𝘪𝘶 𝘵𝘰𝘳𝘮𝘦𝘯𝘵𝘰𝘴 𝘳𝘦𝘲𝘶𝘪𝘯𝘵𝘢𝘥𝘪́𝘴𝘴𝘪𝘮𝘰𝘴 𝘢̀𝘲𝘶𝘦𝘭𝘦𝘴 𝘤𝘶𝘫𝘢𝘴 𝘢𝘣𝘰𝘮𝘪𝘯𝘢𝘤̧𝘰̃𝘦𝘴 𝘰𝘴 𝘧𝘢𝘻𝘪𝘢𝘮 𝘥𝘦𝘵𝘦𝘴𝘵𝘢𝘳, 𝘦 𝘢 𝘲𝘶𝘦𝘮 𝘢 𝘮𝘶𝘭𝘵𝘪𝘥𝘢̃𝘰 𝘤𝘩𝘢𝘮𝘢𝘷𝘢 𝘤𝘳𝘪𝘴𝘵𝘢̃𝘰𝘴. 𝘌𝘴𝘵𝘦 𝘯𝘰𝘮𝘦 𝘭𝘩𝘦𝘴 𝘷𝘦𝘮 𝘥𝘦 𝘊𝘳𝘪𝘴𝘵𝘰, 𝘲𝘶𝘦, 𝘴𝘰𝘣 𝘰 𝘱𝘳𝘪𝘯𝘤𝘪𝘱𝘢𝘥𝘰 𝘥𝘦 𝘛𝘪𝘣𝘦́𝘳𝘪𝘰, 𝘰 𝘱𝘳𝘰𝘤𝘶𝘳𝘢𝘥𝘰𝘳 𝘗𝘰̂𝘯𝘤𝘪𝘰 𝘗𝘪𝘭𝘢𝘵𝘰𝘴 𝘦𝘯𝘵𝘳𝘦𝘨𝘢𝘳𝘢 𝘢𝘰 𝘴𝘶𝘱𝘭𝘪́𝘤𝘪𝘰. 𝘙𝘦𝘱𝘳𝘪𝘮𝘪𝘥𝘢 𝘪𝘯𝘤𝘰𝘯𝘵𝘪𝘯𝘦𝘯𝘵𝘪, 𝘦𝘴𝘴𝘢 𝘥𝘦𝘵𝘦𝘴𝘵𝘢́𝘷𝘦𝘭 𝘴𝘶𝘱𝘦𝘳𝘴𝘵𝘪𝘤̧𝘢̃𝘰 𝘳𝘦𝘱𝘰𝘯𝘵𝘢𝘷𝘢 𝘥𝘦 𝘯𝘰𝘷𝘰, 𝘯𝘢̃𝘰 𝘮𝘢𝘪𝘴 𝘴𝘰𝘮𝘦𝘯𝘵𝘦 𝘯𝘢 𝘑𝘶𝘥𝘦́𝘪𝘢, 𝘰𝘯𝘥𝘦 𝘯𝘢𝘴𝘤𝘦𝘳𝘢 𝘰 𝘮𝘢𝘭, 𝘮𝘢𝘴 𝘢𝘯𝘥𝘢 𝘦𝘮 𝘙𝘰𝘮𝘢, 𝘱𝘳𝘢 𝘰𝘯𝘥𝘦 𝘵𝘶𝘥𝘰 𝘲𝘶𝘢𝘯𝘵𝘰 𝘩𝘢́ 𝘥𝘦 𝘩𝘰𝘳𝘳𝘰𝘳𝘰𝘴𝘰 𝘦 𝘥𝘦 𝘷𝘦𝘳𝘨𝘰𝘯𝘩𝘰𝘴𝘰 𝘯𝘰 𝘮𝘶𝘯𝘥𝘰 𝘢𝘧𝘭𝘶𝘪 𝘦 𝘢𝘤𝘩𝘢 𝘯𝘶𝘮𝘦𝘳𝘰𝘴𝘢 𝘤𝘭𝘪𝘦𝘯𝘵𝘦𝘭𝘢” (Tácito, Anais , XV, 44 trad. 1 pg. 311; 3)
Mesmo desprezando a fé nO Evangelho, Tácito tratou a execução de Cristo como fato histórico, fazendo relação com eventos e líderes romanos.
Continuando com a leitura da postagem, chegamos ao tão famoso texto usado por céticos e preteristas que caminham lado a lado quando o assunto é subverter a questão também da Volta de Jesus.
"𝘗𝘰𝘪𝘴 𝘰 𝘍𝘪𝘭𝘩𝘰 𝘥𝘰 𝘏𝘰𝘮𝘦𝘮 𝘩𝘢́ 𝘥𝘦 𝘷𝘪𝘳 𝘯𝘢 𝘨𝘭𝘰́𝘳𝘪𝘢 𝘥𝘰 𝘴𝘦𝘶 𝘗𝘢𝘪, 𝘤𝘰𝘮 𝘰𝘴 𝘴𝘦𝘶𝘴 𝘢𝘯𝘫𝘰𝘴, 𝘦 𝘦𝘯𝘵𝘢̃𝘰 𝘳𝘦𝘵𝘳𝘪𝘣𝘶𝘪𝘳𝘢́ 𝘢 𝘤𝘢𝘥𝘢 𝘶𝘮 𝘥𝘦 𝘢𝘤𝘰𝘳𝘥𝘰 𝘤𝘰𝘮 𝘰 𝘴𝘦𝘶 𝘤𝘰𝘮𝘱𝘰𝘳𝘵𝘢𝘮𝘦𝘯𝘵𝘰. 𝘌𝘮 𝘷𝘦𝘳𝘥𝘢𝘥𝘦 𝘷𝘰𝘴 𝘥𝘪𝘨𝘰 𝘲𝘶𝘦 𝘢𝘭𝘨𝘶𝘯𝘴 𝘥𝘰𝘴 𝘲𝘶𝘦 𝘢𝘲𝘶𝘪 𝘦𝘴𝘵𝘢̃𝘰 𝘯𝘢̃𝘰 𝘱𝘳𝘰𝘷𝘢𝘳𝘢̃𝘰 𝘢 𝘮𝘰𝘳𝘵𝘦 𝘢𝘵𝘦́ 𝘲𝘶𝘦 𝘷𝘦𝘫𝘢𝘮 𝘰 𝘍𝘪𝘭𝘩𝘰 𝘥𝘰 𝘏𝘰𝘮𝘦𝘮 𝘷𝘪𝘯𝘥𝘰 𝘦𝘮 𝘴𝘦𝘶 𝘙𝘦𝘪𝘯𝘰." Mateus 16:27-28
Como podemos interpretar então esse versículo aqui corretamente? A chave para entendermos esse versículo está justamente nesse verbo aqui: "vejam" ou "verem" em algumas outras traduções. Veja que ele não diz que os discípulos, alguns deles estariam vivos quando o Filho do Homem voltasse, ele diz que alguns que ali estavam não morreriam antes de verem o Filho do Homem vindo em seu Reino, então não é sobre Jesus voltar enquanto eles estavam vivos, mas sim deles verem a volta de Jesus enquanto eles ainda viviam e isso vai de fato se concretizar justamente com João que teve uma visão da volta de Jesus quando recebe as revelações na ilha de Patmos em Apocalipse. Por exemplo, Apocalipse 1:2 que vai dizer o seguinte "𝘲𝘶𝘦 𝘥𝘢́ 𝘵𝘦𝘴𝘵𝘦𝘮𝘶𝘯𝘩𝘰 𝘥𝘦 𝘵𝘶𝘥𝘰 𝘰 𝘲𝘶𝘦 𝙫𝙞𝙪, 𝘪𝘴𝘵𝘰 𝘦́, 𝘢 𝘱𝘢𝘭𝘢𝘷𝘳𝘢 𝘥𝘦 𝘋𝘦𝘶𝘴 𝘦 𝘰 𝘵𝘦𝘴𝘵𝘦𝘮𝘶𝘯𝘩𝘰 𝘥𝘦 𝘑𝘦𝘴𝘶𝘴 𝘊𝘳𝘪𝘴𝘵𝘰." Veja que o próprio João usa o verbo "ver" aqui para as visões que ele recebeu na ilha de Patmos justamente relacionado aos últimos dias e a volta de Jesus, conferindo no grego, vamos ver o verbo usado lá em Mateus 16:28 que é esse: ἴδωσιν , o mesmo verbo que aparece ali em Apocalipse 1:2 para falar da visão que João teve de Jesus, vamos ver os dois versos no grego:
ἀμὴν λέγω ὑμῖν ⸀ὅτι εἰσίν τινες ⸂τῶν ὧδε ἑστώτων⸃ οἵτινες οὐ μὴ γεύσωνται θανάτου ἕως ἂν ἴδωσιν τὸν υἱὸν τοῦ ἀνθρώπου ἐρχόμενον ἐν τῇ βασιλείᾳ αὐτοῦ. (Mateus 16:28)
ὃς ἐμαρτύρησεν τὸν λόγον τοῦ θεοῦ καὶ τὴν μαρτυρίαν Ἰησοῦ Χριστοῦ, ὅσα εἶδεν. (Apocalipse 1:2)
Temos ἴδωσιν (ídosin) em Mateus 16:28 que é a forma de terceira pessoa do plural do aoristo subjuntivo ativo, traduzido como "vejam" ou "possam ver". E εἶδεν (eiden) é a forma da terceira pessoa do singular do aoristo indicativo ativo, traduzido como "viu". Basicamente, são variações do mesmo verbo usadas em contextos gramaticais diferentes. E ambas palavras vêm do verbo grego "ἰδεῖν" que significa "ver".
Então, quando João vê a volta de Jesus na visão que ele recebeu em Patmos se cumpre a profecia de Jesus de que alguns dos que estavam ali não experimentariam a morte antes de verem o Filho do Homem vindo em seu reino. Uma objeção poderia suscitar: aqui está falando "alguns", está no plural, será que isso não compromete essa tese? Sim, mas é interessante notar que usamos ás vezes plurais para se referir a uma coisa só. Vejamos alguns exemplos:
Plural maiestático ou plural de majestade. É frequentemente usado por monarcas, papas e outras figuras importantes para se referirem a si mesmos no plural. Por exemplo, um rei pode dizer "Nós decidimos" em vez de "Eu decidi".
"Plural de modéstia" ou "plural editorial." É utilizado por autores ou pesquisadores para se referirem a si mesmos de forma mais humilde ou para incluir seus leitores no discurso. Por exemplo, um autor pode escrever "Nós argumentamos que..." mesmo que ele tenha escrito o artigo sozinho. Isso cria um senso de inclusão ou de trabalho em equipe, mesmo que só tenha uma pessoa envolvida.
O plural "sinecdóquico" é quando usamos o plural para expressar uma ideia abrangente, representada por um só elemento. Por exemplo, "Os Estados Unidos entrou em guerra." Aqui, usamos o plural "Estados Unidos" para referir a um único país.
Plural sociativo, quando usamos o plural para incluir outras pessoas de maneira vaga ou generalizada. Um exemplo comum é quando alguém diz "Estamos em casa" ao atender o telefone, mesmo que só a pessoa que atende esteja em casa. Serve para sugerir uma companhia ou evitar que o interlocutor saiba que a pessoa está sozinha.
Existe também o plural de respeito, que é usado em algumas culturas e línguas para mostrar deferência ou respeito a uma pessoa. Por exemplo, em italiano, pode-se usar "voi" (vocês) em vez de "tu" (você) ao falar com uma pessoa mais velha ou de maior autoridade. É uma maneira sutil, mas significativa, de demonstrar consideração e respeito.
Plural "deliberativo," utilizado para envolver o ouvinte em uma decisão. Por exemplo: "Vamos ver isso depois?" Mesmo que a decisão final caiba a quem está falando, o uso do plural dá a impressão de que a escolha é compartilhada.
Plural “geralizador,” que é utilizado para dar a entender que uma ação ou evento é comum, ou acontece frequentemente. Por exemplo, "Os estudantes sempre entregam os trabalhos atrasados." Aqui, o uso do plural não se refere a todos os estudantes, mas sim a uma situação comum.
Plural "sinuativo," usado para incluir o ouvinte ou leitor de maneira sutil, sugerindo um coletivo. Por exemplo, "Nós estamos preocupados com isso" mesmo que a preocupação seja do falante. É uma forma delicada de criar empatia e um senso de união.
Mas afinal, qual é o tipo que estamos lidando? Vejamos os seguintes textos:
"𝘖𝘴 𝘥𝘪𝘴𝘤𝘪́𝘱𝘶𝘭𝘰𝘴, 𝘢𝘰 𝘷𝘦𝘳𝘦𝘮 𝘪𝘴𝘴𝘰, 𝘧𝘪𝘤𝘢𝘳𝘢𝘮 𝘪𝘯𝘥𝘪𝘨𝘯𝘢𝘥𝘰𝘴 𝘦 𝘱𝘦𝘳𝘨𝘶𝘯𝘵𝘢𝘳𝘢𝘮: "𝘗𝘰𝘳 𝘲𝘶𝘦 𝘦𝘴𝘵𝘦 𝘥𝘦𝘴𝘱𝘦𝘳𝘥𝘪́𝘤𝘪𝘰? 𝘌𝘴𝘵𝘦 𝘱𝘦𝘳𝘧𝘶𝘮𝘦 𝘱𝘰𝘥𝘦𝘳𝘪𝘢 𝘴𝘦𝘳 𝘷𝘦𝘯𝘥𝘪𝘥𝘰 𝘱𝘰𝘳 𝘢𝘭𝘵𝘰 𝘱𝘳𝘦𝘤̧𝘰, 𝘦 𝘰 𝘥𝘪𝘯𝘩𝘦𝘪𝘳𝘰 𝘥𝘢𝘥𝘰 𝘢𝘰𝘴 𝘱𝘰𝘣𝘳𝘦𝘴"." (Mateus 26:8-9)
"𝘔𝘢𝘴 𝘶𝘮 𝘥𝘰𝘴 𝘴𝘦𝘶𝘴 𝘥𝘪𝘴𝘤𝘪́𝘱𝘶𝘭𝘰𝘴, 𝘑𝘶𝘥𝘢𝘴 𝘐𝘴𝘤𝘢𝘳𝘪𝘰𝘵𝘦𝘴, 𝘲𝘶𝘦 𝘮𝘢𝘪𝘴 𝘵𝘢𝘳𝘥𝘦 𝘪𝘳𝘪𝘢 𝘵𝘳𝘢𝘪́-𝘭𝘰, 𝘧𝘦𝘻 𝘶𝘮𝘢 𝘰𝘣𝘫𝘦𝘤̧𝘢̃𝘰: "𝘗𝘰𝘳 𝘲𝘶𝘦 𝘦𝘴𝘵𝘦 𝘱𝘦𝘳𝘧𝘶𝘮𝘦 𝘯𝘢̃𝘰 𝘧𝘰𝘪 𝘷𝘦𝘯𝘥𝘪𝘥𝘰, 𝘦 𝘰 𝘥𝘪𝘯𝘩𝘦𝘪𝘳𝘰 𝘥𝘢𝘥𝘰 𝘢𝘰𝘴 𝘱𝘰𝘣𝘳𝘦𝘴? 𝘚𝘦𝘳𝘪𝘢𝘮 𝘵𝘳𝘦𝘻𝘦𝘯𝘵𝘰𝘴 𝘥𝘦𝘯𝘢́𝘳𝘪𝘰𝘴"." (João 12:4-5)
Como pode em Mateus dizer "discípulos" e em outro "um deles"? Podemos estar tratando aqui com uma forma de plural narrativo. Este tipo de plural pode ser utilizado para dar um tom mais coletivo à ação, mesmo que apenas um dos discípulos tenha feito a pergunta. É uma maneira de incluir o grupo como um todo no contexto da ação, talvez para enfatizar a participação ou a preocupação coletiva. Essa técnica pode ser encontrada em diversos textos antigos e narrativas religiosas, onde o foco está mais na mensagem e no impacto geral do evento, em vez de na precisão detalhada de quem disse o quê.
Enfim, Jesus Voltará, dizer que está voltando parece que está demorando, mas dizer que Ele mentiu só pode sair de liberais e céticos néscios. Jesus nunca enganou ninguém, nem mentiu, inclusive tem parábolas que Ele contou onde Ele diz explicitamente que o Senhor demorou a voltar, então se ele estava claramente mostrando que isso poderia levar muito tempo:
"𝘗𝘰𝘳𝘵𝘢𝘯𝘵𝘰, 𝘷𝘪𝘨𝘪𝘦𝘮, 𝘱𝘰𝘳𝘲𝘶𝘦 𝘷𝘰𝘤𝘦̂𝘴 𝘯𝘢̃𝘰 𝘴𝘢𝘣𝘦𝘮 𝘰 𝘥𝘪𝘢 𝘯𝘦𝘮 𝘢 𝘩𝘰𝘳𝘢! "
"𝘌 𝘵𝘢𝘮𝘣𝘦́𝘮 𝘴𝘦𝘳𝘢́ 𝘤𝘰𝘮𝘰 𝘶𝘮 𝘩𝘰𝘮𝘦𝘮 𝘲𝘶𝘦, 𝘢𝘰 𝘴𝘢𝘪𝘳 𝘥𝘦 𝘷𝘪𝘢𝘨𝘦𝘮, 𝘤𝘩𝘢𝘮𝘰𝘶 𝘴𝘦𝘶𝘴 𝘴𝘦𝘳𝘷𝘰𝘴 𝘦 𝘤𝘰𝘯𝘧𝘪𝘰𝘶-𝘭𝘩𝘦𝘴 𝘰𝘴 𝘴𝘦𝘶𝘴 𝘣𝘦𝘯𝘴. 𝘈 𝘶𝘮 𝘥𝘦𝘶 𝘤𝘪𝘯𝘤𝘰 𝘵𝘢𝘭𝘦𝘯𝘵𝘰𝘴, 𝘢 𝘰𝘶𝘵𝘳𝘰 𝘥𝘰𝘪𝘴, 𝘦 𝘢 𝘰𝘶𝘵𝘳𝘰 𝘶𝘮; 𝘢 𝘤𝘢𝘥𝘢 𝘶𝘮 𝘥𝘦 𝘢𝘤𝘰𝘳𝘥𝘰 𝘤𝘰𝘮 𝘢 𝘴𝘶𝘢 𝘤𝘢𝘱𝘢𝘤𝘪𝘥𝘢𝘥𝘦. 𝘌𝘮 𝘴𝘦𝘨𝘶𝘪𝘥𝘢 𝘱𝘢𝘳𝘵𝘪𝘶 𝘥𝘦 𝘷𝘪𝘢𝘨𝘦𝘮. 𝘖 𝘲𝘶𝘦 𝘩𝘢𝘷𝘪𝘢 𝘳𝘦𝘤𝘦𝘣𝘪𝘥𝘰 𝘤𝘪𝘯𝘤𝘰 𝘵𝘢𝘭𝘦𝘯𝘵𝘰𝘴 𝘴𝘢𝘪𝘶 𝘪𝘮𝘦𝘥𝘪𝘢𝘵𝘢𝘮𝘦𝘯𝘵𝘦, 𝘢𝘱𝘭𝘪𝘤𝘰𝘶-𝘰𝘴, 𝘦 𝘨𝘢𝘯𝘩𝘰𝘶 𝘮𝘢𝘪𝘴 𝘤𝘪𝘯𝘤𝘰. 𝘛𝘢𝘮𝘣𝘦́𝘮 𝘰 𝘲𝘶𝘦 𝘵𝘪𝘯𝘩𝘢 𝘥𝘰𝘪𝘴 𝘵𝘢𝘭𝘦𝘯𝘵𝘰𝘴 𝘨𝘢𝘯𝘩𝘰𝘶 𝘮𝘢𝘪𝘴 𝘥𝘰𝘪𝘴. 𝘔𝘢𝘴 𝘰 𝘲𝘶𝘦 𝘵𝘪𝘯𝘩𝘢 𝘳𝘦𝘤𝘦𝘣𝘪𝘥𝘰 𝘶𝘮 𝘵𝘢𝘭𝘦𝘯𝘵𝘰 𝘴𝘢𝘪𝘶, 𝘤𝘢𝘷𝘰𝘶 𝘶𝘮 𝘣𝘶𝘳𝘢𝘤𝘰 𝘯𝘰 𝘤𝘩𝘢̃𝘰 𝘦 𝘦𝘴𝘤𝘰𝘯𝘥𝘦𝘶 𝘰 𝘥𝘪𝘯𝘩𝘦𝘪𝘳𝘰 𝘥𝘰 𝘴𝘦𝘶 𝘴𝘦𝘯𝘩𝘰𝘳."𝘿𝙚𝙥𝙤𝙞𝙨 𝙙𝙚 𝙢𝙪𝙞𝙩𝙤 𝙩𝙚𝙢𝙥𝙤 𝘰 𝘴𝘦𝘯𝘩𝘰𝘳 𝘥𝘢𝘲𝘶𝘦𝘭𝘦𝘴 𝘴𝘦𝘳𝘷𝘰𝘴 𝘷𝘰𝘭𝘵𝘰𝘶 𝘦 𝘢𝘤𝘦𝘳𝘵𝘰𝘶 𝘤𝘰𝘯𝘵𝘢𝘴 𝘤𝘰𝘮 𝘦𝘭𝘦𝘴."
Jesus virá, querendo você ou não.

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