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𝗥𝗲𝗳𝘂𝘁𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗯𝗼𝗯𝗶𝗰𝗲𝘀 𝗱𝗼𝘀 𝗮𝘁𝗲𝗶́𝘀𝘁𝗮𝘀 𝟯𝟭

 𝗥𝗲𝗳𝘂𝘁𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗯𝗼𝗯𝗶𝗰𝗲𝘀 𝗱𝗼𝘀 𝗮𝘁𝗲𝗶́𝘀𝘁𝗮𝘀 𝟯𝟭




    "𝘝𝘰𝘤𝘦̂ 𝘧𝘪𝘤𝘢𝘳𝘢́ 𝘨𝘳𝘢́𝘷𝘪𝘥𝘢 𝘦 𝘥𝘢𝘳𝘢́ 𝘢̀ 𝘭𝘶𝘻 𝘶𝘮 𝘧𝘪𝘭𝘩𝘰, 𝘦 𝘭𝘩𝘦 𝘱𝘰𝘳𝘢́ 𝘰 𝘯𝘰𝘮𝘦 𝘥𝘦 𝘑𝘦𝘴𝘶𝘴. 𝘌𝘭𝘦 𝘴𝘦𝘳𝘢́ 𝘨𝘳𝘢𝘯𝘥𝘦 𝘦 𝘴𝘦𝘳𝘢́ 𝘤𝘩𝘢𝘮𝘢𝘥𝘰 𝘍𝘪𝘭𝘩𝘰 𝘥𝘰 𝘈𝘭𝘵𝘪́𝘴𝘴𝘪𝘮𝘰. 𝘖 𝘚𝘦𝘯𝘩𝘰𝘳 𝘋𝘦𝘶𝘴 𝘭𝘩𝘦 𝘥𝘢𝘳𝘢́ 𝘰 𝘵𝘳𝘰𝘯𝘰 𝘥𝘦 𝘋𝘢𝘷𝘪, 𝘰 𝘴𝘦𝘶 𝘱𝘢𝘪, 𝘦 𝘦𝘭𝘦 𝘳𝘦𝘪𝘯𝘢𝘳𝘢́ 𝘱𝘢𝘳𝘢 𝘴𝘦𝘮𝘱𝘳𝘦 𝘴𝘰𝘣𝘳𝘦 𝘰 𝘱𝘰𝘷𝘰 𝘥𝘦 𝘑𝘢𝘤𝘰́; 𝘰 𝘴𝘦𝘶 𝘳𝘦𝘪𝘯𝘰 𝘫𝘢𝘮𝘢𝘪𝘴 𝘵𝘦𝘳𝘢́ 𝘧𝘪𝘮." Lucas 1:31-33 (NVI).


    Quando convém, assim como os religiosos, os céticos interpretam certas passagens simbolicamente. E em outras oportunidades, interpretam literalmente. Mas vamos a resposta que será curta.


     A expressão "Filho do Altíssimo" refere-se a Jesus, indicando Sua divindade e posição única em relação a Deus. Isso é apoiado pela referência em Lucas 1:76, onde João é descrito como "profeta do Altíssimo", enquanto Jesus é "Filho do Altíssimo". Isso destaca a superioridade de Jesus em comparação com outros profetas.

    Jesus é identificado como o sucessor prometido ao trono de Davi, conforme profetizado em 2 Samuel 7:12-13, 16. E não ao bruxo Salomão que os religiosos tentam estabelecer uma ligação. A referência ao "trono de Davi" não necessariamente significa um trono físico, mas sim simbolicamente como a autoridade e reinado espiritual de Jesus.

    A profecia de que Jesus "reinará para sempre sobre a casa de Jacó" (ou Israel) e que seu reino "não terá fim" deve ser interpretada no contexto de sua missão espiritual e eterna. O "reino" de Jesus é visto como eterno e universal, transcendente a qualquer reino terreno. Lembre-se, Jesus disse "meu reino não é deste mundo" em João 18:36. Essa passagem ocorre durante o seu julgamento diante de Pilatos, onde Ele explica que o seu reino não é político ou terrestre, mas espiritual e eterno.


    "𝘑𝘦𝘴𝘶𝘴 𝘥𝘪𝘴𝘴𝘦: '𝘖 𝘮𝘦𝘶 𝘳𝘦𝘪𝘯𝘰 𝘯𝘢̃𝘰 𝘦́ 𝘥𝘦𝘴𝘵𝘦 𝘮𝘶𝘯𝘥𝘰. 𝘚𝘦 𝘧𝘰𝘴𝘴𝘦, 𝘰𝘴 𝘮𝘦𝘶𝘴 𝘴𝘦𝘳𝘷𝘰𝘴 𝘭𝘶𝘵𝘢𝘳𝘪𝘢𝘮 𝘱𝘢𝘳𝘢 𝘪𝘮𝘱𝘦𝘥𝘪𝘳 𝘲𝘶𝘦 𝘰𝘴 𝘫𝘶𝘥𝘦𝘶𝘴 𝘮𝘦 𝘱𝘳𝘦𝘯𝘥𝘦𝘴𝘴𝘦𝘮. 𝘔𝘢𝘴 𝘢𝘨𝘰𝘳𝘢 𝘰 𝘮𝘦𝘶 𝘳𝘦𝘪𝘯𝘰 𝘯𝘢̃𝘰 𝘦́ 𝘥𝘢𝘲𝘶𝘪.'" João 18:36 (NVI).


   O título "Altíssimo" é usado para evitar a referência direta a Deus, comum no judaísmo do primeiro século, devido à reverência pelo nome divino. Isso mostra a profunda reverência e reconhecimento da divindade de Jesus.

   Portanto, a profecia em Lucas 1:31-33 não fala de um reino terreno e político, mas de um reinado espiritual e eterno. Jesus, como 'Filho do Altíssimo', ocupa um lugar único em relação a Deus e cumpre a promessa de ser o sucessor ao trono de Davi. Seu reino é eterno, transcende o tempo e as fronteiras físicas, e abrange todos aqueles que acreditam em sua mensagem. Interpretar essa profecia apenas no sentido literal de um trono terreno é ignorar o contexto espiritual e a missão universal de Jesus. Os céticos mal sabem dessa vida física, e querem saber de coisas espirituais que sequer imaginam o mínimo.


 𝗡𝗶𝗰𝗼𝗹𝗮𝘀 𝗕𝗿𝗲𝗻𝗼

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