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terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

𝗔 𝗥𝗲𝘀𝗽𝗼𝗻𝘀𝗮𝗯𝗶𝗹𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗘𝘅𝗲𝗴𝗲́𝘁𝗶𝗰𝗮 𝗲 𝗮 𝗣𝗮𝗿𝗼𝘂𝘀𝗶𝗮: 𝗨𝗺𝗮 𝗔𝗻𝗮́𝗹𝗶𝘀𝗲 𝗧𝗲́𝗰𝗻𝗶𝗰𝗮 𝗱𝗼 𝗗𝗲𝗯𝗮𝘁𝗲 𝗘𝘀𝗰𝗮𝘁𝗼𝗹𝗼́𝗴𝗶𝗰𝗼


 𝗔 𝗥𝗲𝘀𝗽𝗼𝗻𝘀𝗮𝗯𝗶𝗹𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗘𝘅𝗲𝗴𝗲́𝘁𝗶𝗰𝗮 𝗲 𝗮 𝗣𝗮𝗿𝗼𝘂𝘀𝗶𝗮: 𝗨𝗺𝗮 𝗔𝗻𝗮́𝗹𝗶𝘀𝗲 𝗧𝗲́𝗰𝗻𝗶𝗰𝗮 𝗱𝗼 𝗗𝗲𝗯𝗮𝘁𝗲 𝗘𝘀𝗰𝗮𝘁𝗼𝗹𝗼́𝗴𝗶𝗰𝗼


   Este texto surge da necessidade de aprofundamento técnico após as recentes interações no grupo de estudos com o Professor Mateus Rangel. Embora o formato de mensagens instantâneos (𝘞𝘩𝘢𝘵𝘴𝘢𝘱𝘱) limite a exposição de argumentos complexos, a verdade bíblica exige precisão. Vale destacar, inclusive, que a própria obra indicada pelo professor como referência de autoridade para encerrar o assunto comigo no grupo ("A Vida Além da Morte", de R.H. Charles) acaba, ironicamente, corroborando a perspectiva que eu defendo: o autor demonstra historicamente que a crença na imortalidade da alma e em um 𝘚𝘩𝘦𝘰𝘭 com compartimentos conscientes não é a doutrina original do Antigo Testamento, mas uma evolução tardia fruto de influências externas no período intertestamentário. Somado a isso, e após a indicação do próprio Rangel para que assistíssemos ao seu debate com o Pr. Vailatti como fonte de esclarecimento, uma análise minuciosa revelou lacunas exegéticas fundamentais que não foram devidamente exploradas na ocasião. O objetivo aqui não é atacar pessoas, mas submeter as teses apresentadas, tanto no grupo quanto no vídeo, ao crivo estrito dos léxicos, da gramática grega e da hermenêutica histórica. Boa leitura!


𝗢 𝗠𝗶𝘁𝗼 𝗱𝗮 "𝗔𝗽𝗼𝘀𝘁𝗮𝘀𝗶𝗮" 𝗰𝗼𝗺𝗼 𝗔𝗿𝗿𝗲𝗯𝗮𝘁𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 (𝟮 𝗧𝗲𝘀𝘀𝗮𝗹𝗼𝗻𝗶𝗰𝗲𝗻𝘀𝗲𝘀 𝟮:𝟯)


   No debate, foi sugerido que o termo grego apostasia (ἀποστασία) poderia significar uma "partida física" (o Arrebatamento), e não uma rebelião religiosa. Essa tese, fundamental para o Pré-Tribulacionismo (pois remove a Igreja antes do Anticristo), carece de sustentação léxica robusta.

  A evidência dos léxicos padrão, ao consultá-los, sendo as autoridades em grego koiné e clássico, a definição é unânime em apontar para "rebelião" ou "defection" (desertar de uma causa):


Liddell-Scott-Jones (LSJ): Define apostasia como "defection, revolt" (deserção, revolta) e, especificamente em sentido religioso, como "rebellion against God" (rebelião contra Deus). Não há menção primária a uma subida física aos céus.


BDAG (Bauer-Danker-Arndt-Gingrich): A autoridade máxima para o NT define como "defiance of established system or authority, rebellion, abandonment, breach of faith" (desafio ao sistema estabelecido, rebelião, abandono da fé).

 

   Outra coisa a se apontar é o uso na LXX (Septuaginta). A melhor maneira de entender como Paulo usava o termo é ver como ele era usado na Bíblia Grega que Paulo lia. Vamos aos textos:


Josué 22:22: O termo aparece associado a 𝘱𝘭𝘦̄𝘮𝘮𝘦𝘭𝘦́𝘪𝘢 (transgressão/pecado) contra o Senhor: "𝘚𝘦 𝘧𝘰𝘪 𝘦𝘮 𝘳𝘦𝘣𝘦𝘭𝘪𝘢̃𝘰 (𝘢𝘱𝘰𝘴𝘵𝘢𝘴𝘪𝘢) 𝘰𝘶 𝘱𝘰𝘳 𝘵𝘳𝘢𝘯𝘴𝘨𝘳𝘦𝘴𝘴𝘢̃𝘰 𝘤𝘰𝘯𝘵𝘳𝘢 𝘰 𝘚𝘦𝘯𝘩𝘰𝘳...".


2 Crônicas 29:19: Fala dos vasos que o rei Acaz profanou "𝘯𝘢 𝘴𝘶𝘢 𝘳𝘦𝘣𝘦𝘭𝘪𝘢̃𝘰 (𝘢𝘱𝘰𝘴𝘵𝘢𝘴𝘪𝘢)".


Jeremias 2:19: "𝘈 𝘵𝘶𝘢 𝘱𝘳𝘰́𝘱𝘳𝘪𝘢 𝘮𝘢𝘭𝘥𝘢𝘥𝘦 𝘵𝘦 𝘤𝘢𝘴𝘵𝘪𝘨𝘢𝘳𝘢́ 𝘦 𝘢 𝘵𝘶𝘢 𝘢𝘱𝘰𝘴𝘵𝘢𝘴𝘪𝘢 𝘵𝘦 𝘳𝘦𝘱𝘳𝘦𝘦𝘯𝘥𝘦𝘳𝘢́".


   Apontarei novamente a redundância lógica (porque a primeira foi no grupo privado). Se aceitarmos a tese do Prof. Rangel de que apostasia significa "arrebatamento", a frase de Paulo em 2 Tessalonicenses 2:1-3 se torna uma tautologia sem sentido: "𝘈 𝘯𝘰𝘴𝘴𝘢 𝘳𝘦𝘶𝘯𝘪𝘢̃𝘰 𝘤𝘰𝘮 𝘌𝘭𝘦 (𝘰 𝘈𝘳𝘳𝘦𝘣𝘢𝘵𝘢𝘮𝘦𝘯𝘵𝘰) 𝘯𝘢̃𝘰 𝘢𝘤𝘰𝘯𝘵𝘦𝘤𝘦𝘳𝘢́ 𝘴𝘦𝘮 𝘲𝘶𝘦 𝘢𝘯𝘵𝘦𝘴 𝘷𝘦𝘯𝘩𝘢 𝘰 𝘈𝘳𝘳𝘦𝘣𝘢𝘵𝘢𝘮𝘦𝘯𝘵𝘰". Paulo estaria dizendo que o evento não pode ocorrer antes que ele mesmo ocorra. A leitura natural e gramatical é: a reunião (v.1) não ocorre sem que antes venha a 𝗿𝗲𝗯𝗲𝗹𝗶𝗮̃𝗼 𝗳𝗶𝗻𝗮𝗹 da fé (v.3).


𝗔 𝘼𝙥𝙖𝙣𝙩𝙚𝙨𝙞𝙨 𝗲 𝗼 𝗦𝗲𝗻𝘁𝗶𝗱𝗼 𝗱𝗲 "𝗘𝗻𝗰𝗼𝗻𝘁𝗿𝗼" (𝟭 𝗧𝗲𝘀𝘀𝗮𝗹𝗼𝗻𝗶𝗰𝗲𝗻𝘀𝗲𝘀 𝟰:𝟭𝟳)


   Um dos pontos cruciais ignorados no debate é o significado técnico da palavra usada para "encontro" (𝘢𝘱𝘢𝘯𝘵𝘦𝘴𝘪𝘴 - ἀπάντησις). A teologia pré-tribulacionista assume que encontramos o Senhor nos ares e fazemos um "retorno em U" para o céu. O léxico prova o contrário. O conceito de escolta é real é suportada pelo seguinte léxico: 


Moulton & Milligan: Explicam que 𝘢𝘱𝘢𝘯𝘵𝘦𝘴𝘪𝘴 funcionava como um "termo técnico para a recepção oficial de um dignitário recém-chegado". Sobre seu uso histórico: quando um rei ou imperador visitava uma cidade, os cidadãos saíam da cidade para encontrá-lo (𝘦𝘪𝘴 𝘢𝘱𝘢𝘯𝘵𝘦𝘴𝘪𝘯) na estrada e 𝗲𝘀𝗰𝗼𝗹𝘁𝗮́-𝗹𝗼 𝗱𝗲 𝘃𝗼𝗹𝘁𝗮 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗮 𝗰𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲. Eles não encontravam o rei e iam embora com ele para o lugar de onde ele veio. A aplicação ao texto de Mateus 25:6 é a seguinte: As virgens saem para o "encontro" (𝘢𝘱𝘢𝘯𝘵𝘦𝘴𝘪𝘴) do Noivo e entram com ele para as bodas. Em Atos 28:15, os irmãos de Roma saem até a Praça de Ápio para o "encontro" (𝘢𝘱𝘢𝘯𝘵𝘦𝘴𝘪𝘴) com Paulo e, de lá, o escoltam 𝗮𝘁𝗲́ 𝗥𝗼𝗺𝗮.


   Portanto, em 1 Ts 4:17, a Igreja é arrebatada para a 𝘢𝘱𝘢𝘯𝘵𝘦𝘴𝘪𝘴 (recepção oficial) do Rei que está descendo, para então escoltá-lo em sua descida final à Terra para reinar (o Milênio), e não para fugir de volta ao céu.


𝗔 𝗙𝗮𝗹𝗮́𝗰𝗶𝗮 𝗱𝗼 "𝗟𝗶𝘃𝗿𝗮𝗿 𝗗𝗔" (𝗔𝗽𝗼𝗰𝗮𝗹𝗶𝗽𝘀𝗲 𝟯:𝟭𝟬)


   O argumento de que a preposição 𝘦𝘬 (em 𝘵𝘦𝘳𝘦𝘰 𝘦𝘬) significa "retirar para fora" (arrebatamento) ignora o paralelo gramatical exato encontrado no Evangelho de João. O texto prova é justamente João 17:15 - Jesus ora: "𝘕𝘢̃𝘰 𝘱𝘦𝘤̧𝘰 𝘲𝘶𝘦 𝘰𝘴 𝘵𝘪𝘳𝘦𝘴 (𝘢𝘳𝘦̄𝘴) 𝙙𝙤 𝘮𝘶𝘯𝘥𝘰, 𝘮𝘢𝘴 𝘲𝘶𝘦 𝘰𝘴 𝘨𝘶𝘢𝘳𝘥𝘦𝘴 𝘥𝘰 (𝘵𝘦𝘳𝘦𝘰 𝘦𝘬) 𝘮𝘢l". Aqui, 𝘵𝘦𝘳𝘦𝘰 𝘦𝘬 significa inequivocamente 𝗽𝗿𝗼𝘁𝗲𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗲𝗻𝘁𝗿𝗼 𝗱𝗮 𝗲𝘀𝗳𝗲𝗿𝗮 𝗱𝗲 𝗽𝗲𝗿𝗶𝗴𝗼, e não retirada física dela. Jesus pede explicitamente para não tirar do mundo.

   Em Apocalipse 3:10, quando Jesus promete "𝘨𝘶𝘢𝘳𝘥𝘢𝘳-𝘵𝘦 𝘥𝘢 (𝘵𝘦𝘳𝘦𝘰 𝘦𝘬) 𝘩𝘰𝘳𝘢 𝘥𝘢 𝘱𝘳𝘰𝘷𝘢𝘤̧𝘢̃𝘰", a gramática exige o mesmo sentido: proteção divina/sobrenatural 𝗱𝘂𝗿𝗮𝗻𝘁𝗲 a permanência na Terra enquanto o juízo cai sobre os ímpios, assim como os israelitas foram guardados no Egito durante as pragas (terra de Gósen), sem precisarem ser "arrebatados" para o deserto antes delas.


𝗔 𝗗𝗶𝘀𝘁𝗶𝗻𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗩𝗶𝘁𝗮𝗹: 𝙏𝙝𝙡𝙞𝙥𝙨𝙞𝙨 (𝗧𝗿𝗶𝗯𝘂𝗹𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼) 𝘃𝘀. 𝙊𝙧𝙜𝙚 (𝗜𝗿𝗮)


   Finalizando, o debate frequentemente confunde "Tribulação" com "Ira de Deus". Léxica e teologicamente, são conceitos distintos. Vou deixar bem separadinho para ninguém fugir de responder!


𝘼 𝙏𝙝𝙡𝙞𝙥𝙨𝙞𝙨 (𝙏𝙧𝙞𝙗𝙪𝙡𝙖𝙘̧𝙖̃𝙤): Definição: Significa pressão, opressão, aflição causada por circunstâncias ou perseguição. Destino da Igreja: O Novo Testamento garante que a Igreja passará por 𝘵𝘩𝘭𝘪𝘱𝘴𝘪𝘴.

   João 16:33: "𝘕𝘰 𝘮𝘶𝘯𝘥𝘰 𝘵𝘦𝘳𝘦𝘪𝘴 𝘢𝘧𝘭𝘪𝘤̧𝘰̃𝘦𝘴 (𝘵𝘩𝘭𝘪𝘱𝘴𝘪𝘴)".

   Atos 14:22: "𝘗𝘰𝘳 𝘮𝘶𝘪𝘵𝘢𝘴 𝘵𝘳𝘪𝘣𝘶𝘭𝘢𝘤̧𝘰̃𝘦𝘴 (𝘵𝘩𝘭𝘪𝘱𝘴𝘪𝘴) 𝘯𝘰𝘴 𝘪𝘮𝘱𝘰𝘳𝘵𝘢 𝘦𝘯𝘵𝘳𝘢𝘳 𝘯𝘰 𝘳𝘦𝘪𝘯𝘰 𝘥𝘦 𝘋𝘦𝘶𝘴".

   Mateus 24:9: "𝘌𝘯𝘵𝘢̃𝘰 𝘷𝘰𝘴 𝘩𝘢̃𝘰 𝘥𝘦 𝘦𝘯𝘵𝘳𝘦𝘨𝘢𝘳 𝘱𝘢𝘳𝘢 𝘴𝘦𝘳𝘥𝘦𝘴 𝘢𝘵𝘰𝘳𝘮𝘦𝘯𝘵𝘢𝘥𝘰𝘴 (𝘵𝘩𝘭𝘪𝘱𝘴𝘪𝘴)". A "Grande Tribulação" é apenas a intensificação final dessa perseguição do Anticristo contra os santos.


𝘼 𝙊𝙧𝙜𝙚 (𝙄𝙧𝙖): Sua definição é a indignação punitiva de Deus, o julgamento retributivo contra o mal. A Igreja 𝗻𝗮̃𝗼 está destinada à 𝘰𝘳𝘨𝘦.

   1 Tessalonicenses 5:9: "𝘗𝘰𝘳𝘲𝘶𝘦 𝘋𝘦𝘶𝘴 𝘯𝘢̃𝘰 𝘯𝘰𝘴 𝘥𝘦𝘴𝘵𝘪𝘯𝘰𝘶 𝘱𝘢𝘳𝘢 𝘢 𝘪𝘳𝘢 (𝘰𝘳𝘨𝘦𝘯), 𝘮𝘢𝘴 𝘱𝘢𝘳𝘢 𝘢 𝘢𝘲𝘶𝘪𝘴𝘪𝘤̧𝘢̃𝘰 𝘥𝘢 𝘴𝘢𝘭𝘷𝘢𝘤̧𝘢̃𝘰". Eis a conclusão lógica: O Pós-Tribulacionismo não ensina que a Igreja sofre a Ira de Deus. Ensinamos que a Igreja enfrenta a 𝘛𝘩𝘭𝘪𝘱𝘴𝘪𝘴 (a perseguição do Anticristo) e é divinamente protegida (𝘵𝘦𝘳𝘦𝘰 𝘦𝘬) até o momento da 𝘗𝘢𝘳𝘰𝘶𝘴𝘪𝘢, quando então ocorre o Arrebatamento (𝘢𝘱𝘢𝘯𝘵𝘦𝘴𝘪𝘴) e, logo na sequência, a 𝘖𝘳𝘨𝘦 de Deus é derramada sobre os ímpios que ficaram. Tentar remover a Igreja da 𝘛𝘩𝘭𝘪𝘱𝘴𝘪𝘴 é prometer um escape que Jesus nunca ofereceu; Ele ofereceu vitória 𝗮𝘁𝗿𝗮𝘃𝗲́𝘀 dela.


𝗖𝗼𝗻𝘀𝗶𝗱𝗲𝗿𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗙𝗶𝗻𝗮𝗹


   Diante das evidências léxicas de apostasia como rebelião, 𝘢𝘱𝘢𝘯𝘵𝘦𝘴𝘪𝘴 como escolta de chegada,𝘵𝘦𝘳𝘦𝘰 𝘦𝘬 como proteção interna e a distinção clara entre 𝘵𝘩𝘭𝘪𝘱𝘴𝘪𝘴 e 𝘰𝘳𝘨𝘦, a posição Pós-Tribulacionista permanece como a leitura mais natural e gramaticalmente sólida das Escrituras, resistindo às inovações hermenêuticas recentes.

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Link do Debate Mencionado


  Debate: "Arrebatamento: Antes ou Depois da Tribulação?" – Prof. Mateus Rangel vs. Pr. Cesar Vailatti. Link: https://youtu.be/pon67Hg403M

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Fontes Consultadas


   𝙇𝙚́𝙭𝙞𝙘𝙤𝙨 𝙚 𝘿𝙞𝙘𝙞𝙤𝙣𝙖́𝙧𝙞𝙤𝙨 𝙙𝙚 𝙂𝙧𝙚𝙜𝙤 𝙆𝙤𝙞𝙣𝙚́/𝘾𝙡𝙖́𝙨𝙨𝙞𝙘𝙤:


BDAG: BAUER, W.; DANKER, F. W.; ARNDT, W. F.; GINGRICH, F. W. 𝘈 𝘎𝘳𝘦𝘦𝘬-𝘌𝘯𝘨𝘭𝘪𝘴𝘩 𝘓𝘦𝘹𝘪𝘤𝘰𝘯 𝘰𝘧 𝘵𝘩𝘦 𝘕𝘦𝘸 𝘛𝘦𝘴𝘵𝘢𝘮𝘦𝘯𝘵 𝘢𝘯𝘥 𝘖𝘵𝘩𝘦𝘳 𝘌𝘢𝘳𝘭𝘺 𝘊𝘩𝘳𝘪𝘴𝘵𝘪𝘢𝘯 𝘓𝘪𝘵𝘦𝘳𝘢𝘵𝘶𝘳𝘦. 3rd ed. Chicago: University of Chicago Press, 2000. (Verbetes: 𝘢𝘱𝘰𝘴𝘵𝘢𝘴𝘪𝘢 , 𝘵𝘩𝘭𝘪𝘱𝘴𝘪𝘴).


LSJ: LIDDELL, H. G.; SCOTT, R.; JONES, H. S. 𝘈 𝘎𝘳𝘦𝘦𝘬-𝘌𝘯𝘨𝘭𝘪𝘴𝘩 𝘓𝘦𝘹𝘪𝘤𝘰𝘯. 9th ed. Oxford: Clarendon Press, 1996. (Verbete: 𝘢𝘱𝘰𝘴𝘵𝘢𝘴𝘪𝘢).


Moulton & Milligan: MOULTON, J. H.; MILLIGAN, G. 𝘛𝘩𝘦 𝘝𝘰𝘤𝘢𝘣𝘶𝘭𝘢𝘳𝘺 𝘰𝘧 𝘵𝘩𝘦 𝘎𝘳𝘦𝘦𝘬 𝘛𝘦𝘴𝘵𝘢𝘮𝘦𝘯𝘵: 𝘐𝘭𝘭𝘶𝘴𝘵𝘳𝘢𝘵𝘦𝘥 𝘧𝘳𝘰𝘮 𝘵𝘩𝘦 𝘗𝘢𝘱𝘺𝘳𝘪 𝘢𝘯𝘥 𝘖𝘵𝘩𝘦𝘳 𝘕𝘰𝘯-𝘓𝘪𝘵𝘦𝘳𝘢𝘳𝘺 𝘚𝘰𝘶𝘳𝘤𝘦𝘴. London: Hodder and Stoughton, 1930. (Verbete: 𝘢𝘱𝘢𝘯𝘵𝘦𝘴𝘪𝘴).


LEH: LUST, J.; EYNIKEL, E.; HAUSPIE, K. 𝘈 𝘎𝘳𝘦𝘦𝘬-𝘌𝘯𝘨𝘭𝘪𝘴𝘩 𝘓𝘦𝘹𝘪𝘤𝘰𝘯 𝘰𝘧 𝘵𝘩𝘦 𝘚𝘦𝘱𝘵𝘶𝘢𝘨𝘪𝘯t. Deutsche Bibelgesellschaft.


FRIBERG, T.; FRIBERG, B. 𝘈𝘯𝘢𝘭𝘺𝘵𝘪𝘤𝘢𝘭 𝘎𝘳𝘦𝘦𝘬 𝘓𝘦𝘹𝘪𝘤𝘰𝘯 𝘰𝘧 𝘵𝘩𝘦 𝘕𝘦𝘸 𝘛𝘦𝘴𝘵𝘢𝘮𝘦𝘯𝘵.


DANKER, F. W. 𝘛𝘩𝘦 𝘊𝘰𝘯𝘤𝘪𝘴𝘦 𝘎𝘳𝘦𝘦𝘬-𝘌𝘯𝘨𝘭𝘪𝘴𝘩 𝘓𝘦𝘹𝘪𝘤𝘰𝘯 𝘰𝘧 𝘵𝘩𝘦 𝘕𝘦𝘸 𝘛𝘦𝘴𝘵𝘢𝘮𝘦𝘯𝘵.


𝙑𝙚𝙧𝙨𝙤̃𝙚𝙨 𝘽𝙞́𝙗𝙡𝙞𝙘𝙖𝙨 𝙐𝙩𝙞𝙡𝙞𝙯𝙖𝙙𝙖𝙨:


Antigo Testamento: Septuaginta (LXX): Rahlfs-Hanhart Septuaginta. Deutsche Bibelgesellschaft, 2006. (Para os textos de Josué 22:22, 2 Crônicas 29:19 e Jeremias 2:19).


Edições do Novo Testamento Grego:


NA28: 𝘕𝘦𝘴𝘵𝘭𝘦-𝘈𝘭𝘢𝘯𝘥 𝘕𝘰𝘷𝘶𝘮 𝘛𝘦𝘴𝘵𝘢𝘮𝘦𝘯𝘵𝘶𝘮 𝘎𝘳𝘢𝘦𝘤𝘦, 28th Edition (NA28). Deutsche Bibelgesellschaft.


UBS4: 𝘛𝘩𝘦 𝘎𝘳𝘦𝘦𝘬 𝘕𝘦𝘸 𝘛𝘦𝘴𝘵𝘢𝘮𝘦𝘯𝘵, United Bible Societies, 4ª Edição revisada.


BYZ: 𝘛𝘩𝘦 𝘕𝘦𝘸 𝘛𝘦𝘴𝘵𝘢𝘮𝘦𝘯𝘵 𝘪𝘯 𝘵𝘩𝘦 𝘖𝘳𝘪𝘨𝘪𝘯𝘢𝘭 𝘎𝘳𝘦𝘦𝘬: 𝘉𝘺𝘻𝘢𝘯𝘵𝘪𝘯𝘦 𝘛𝘦𝘹𝘵𝘧𝘰𝘳𝘮 (Texto Majoritário). Robinson, Maurice A. & Pierpont, William G.


BGNT: 𝘛𝘩𝘦 𝘎𝘳𝘦𝘦𝘬 𝘕𝘦𝘸 𝘛𝘦𝘴𝘵𝘢𝘮𝘦𝘯𝘵 𝘢𝘤𝘤𝘰𝘳𝘥𝘪𝘯𝘨 𝘵𝘰 𝘍𝘢𝘮𝘪𝘭𝘺 𝟥𝟧 (𝘉𝘺𝘻𝘢𝘯𝘵𝘪𝘯𝘦 𝘎𝘳𝘦𝘦𝘬 𝘕𝘛). Editado por Wilbur N. Pickering. Baseado nos arquivos do Center for the Study and Preservation of Majority Text (CSPMT).


𝙊𝙗𝙧𝙖 𝘾𝙞𝙩𝙖𝙙𝙖 𝙣𝙖 𝙄𝙣𝙩𝙧𝙤𝙙𝙪𝙘̧𝙖̃𝙤:


CHARLES, R. H. 𝘈 𝘊𝘳𝘪𝘵𝘪𝘤𝘢𝘭 𝘏𝘪𝘴𝘵𝘰𝘳𝘺 𝘰𝘧 𝘵𝘩𝘦 𝘋𝘰𝘤𝘵𝘳𝘪𝘯𝘦 𝘰𝘧 𝘢 𝘍𝘶𝘵𝘶𝘳𝘦 𝘓𝘪𝘧𝘦 𝘪𝘯 𝘐𝘴𝘳𝘢𝘦𝘭, 𝘪𝘯 𝘑𝘶𝘥𝘢𝘪𝘴𝘮, 𝘢𝘯𝘥 𝘪𝘯 𝘊𝘩𝘳𝘪𝘴𝘵𝘪𝘢𝘯𝘪𝘵𝘺 (Publicado no Brasil como "A Vida Após a Morte" ou "Escatologia"). A obra é referência no estudo da evolução do conceito de Sheol e imortalidade da alma no período intertestamentário.

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Nicolas Breno