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Ebook do Verdade Oculta: as informações

Ebook do Verdade Oculta: as informações




  O ebook examina o que descreve como as questões mais críticas e negligenciadas sobre a vacinação em massa contra a COVID-19.  A narrativa central é que a pandemia foi um evento planejado, com as vacinas servindo como um veículo para a introdução de biotecnologias avançadas e substâncias não declaradas no corpo humano, com o objetivo final de controle e redução populacional por parte de uma elite global.


Principais Argumentos e Fontes Apresentadas

   1. Aumento de Mortes Súbitas e Coágulos Anormais

   O livro aponta para um "aumento estratosférico de mortes inexplicáveis", especialmente entre jovens de 18 a 49 anos, a partir de 2021, um fenômeno que teria sido notado por companhias de seguros. A obra se apoia fortemente no documentário "Died Suddenly" (2022) e em depoimentos de embalsamadores como Anna Foster, Brenton Faithful e Dr. Richard Hirschman. Eles relatam a descoberta de grandes coágulos sanguíneos brancos, fibrosos e com textura de borracha nos sistemas vasculares dos falecidos desde o início da vacinação, estruturas que afirmam nunca terem visto antes.

   2. Alterações Sanguíneas e Componentes Não Declarados

   Análise Molecular: Cita um estudo do pesquisador Clifford E. Carnicom, que teria utilizado espectroscopia infravermelha de Raman para comparar o sangue de vacinados e não vacinados. A pesquisa alega ter encontrado diferenças moleculares críticas, como a presença de uma ligação metálica-nitrogênio inesperada e modificações em proteínas que poderiam comprometer o transporte de oxigênio. 

   Análise Química: Apresenta a pesquisa da biotecnóloga argentina Lorena Di Blasi que, utilizando microscopia e espectrometria, analisou frascos de vacinas de fabricantes como Pfizer, Moderna e AstraZeneca. A pesquisa alega ter encontrado mais de 50 elementos químicos não declarados, incluindo óxido de grafeno, metais como ferro e cromo, e lantanídeos (usados em eletrônica e neuromodulação). 

   Denúncia Interna: O livro relata o depoimento de Melissa McAtee, ex-auditora de qualidade da Pfizer. Ela afirma ter observado uma fluorescência azul nos frascos da vacina, que a empresa teria atribuído à luciferase usada em testes, mas que não estaria no produto final. McAtee também alega ter encontrado documentos internos que mencionam óxido de grafeno. 

3. Nanotecnologia, Eletromagnetismo e "Shedding"

  Nanorobôs: O texto descreve pesquisas que alegam ter encontrado nanotecnologia nas vacinas. Cita um grupo de cientistas, incluindo o Professor Dan Brody, que teria observado a "auto-montagem" de estruturas em amostras de vacinas da Pfizer e Moderna.  Também menciona a Dra. Carrie Madej, que teria identificado em amostras estruturas semelhantes a um parasita com tentáculos. 

  Fenômenos Eletromagnéticos: O trabalho do Dr. Pedro Chavez é apresentado para sustentar a alegação de magnetismo corporal e emissão de sinais Bluetooth (endereços MAC) por indivíduos vacinados. A pesquisa teria detectado esses sinais até mesmo em túmulos de pessoas falecidas após o início da vacinação em massa. 

   Shedding: O livro aborda a hipótese de que a nanotecnologia poderia ser transmitida de vacinados para não vacinados através de contato próximo. O Dr. Chavez teria detectado sinais de Bluetooth em pessoas não vacinadas que tiveram contato íntimo com parceiros vacinados.

4. Manipulação de Dados e Excesso de Mortalidade

   O livro acusa uma manipulação deliberada dos dados de eventos adversos. Cita a análise de Albert Benavides sobre o sistema VAERS dos EUA, que aponta para uma subnotificação massiva, categorização inadequada de eventos graves, atrasos na publicação e exclusão de relatórios de óbito. 

    Para corroborar a tese de mortalidade elevada, o livro cita um estudo do pesquisador canadense Denis Rancourt, que estimou em 17 milhões o número de mortes no mundo causadas pelas vacinas. Além disso, menciona dados do governo do Reino Unido, segundo os quais a população vacinada representou 95% das mortes por COVID-19 entre janeiro e maio de 2023. 

5. A Agenda por Trás da Pandemia

   O capítulo final aponta os responsáveis. 

Bill Gates: É retratado como um eugenista que, em uma palestra TED, sugeriu o uso de vacinas para reduzir a população mundial em 10 a 15% a fim de combater as mudanças climáticas. O livro destaca seus investimentos em vacinas, seu papel como um dos maiores financiadores da OMS e os laços históricos de sua família com a eugenia através da Planned Parenthood. 

Klaus Schwab: O fundador do Fórum Econômico Mundial é ligado a um passado nazista através de sua família. A empresa de seu pai, Escher-Wyss, é descrita como um "Modelo Nacional Socialista" que se beneficiou do trabalho forçado. Suas propostas da "Quarta Revolução Industrial" e do "Grande Reset" são interpretadas como um plano para fundir os mundos físico, digital e biológico, estabelecendo a "Internet dos Corpos" para controle total. 

Controle Corporativo: O poder de fundos de investimento como BlackRock e Vanguard é destacado, argumentando que eles controlam a maioria das grandes corporações globais, incluindo farmacêuticas, mídia e empresas de tecnologia, permitindo-lhes ditar a narrativa global e censurar informações divergentes. 

   O livro conclui que a pandemia e a subsequente campanha de vacinação foram uma fachada para a implementação de uma agenda de controle e despovoamento, e encoraja os leitores a questionarem a narrativa oficial e investigarem as fontes fornecidas nos anexos.


RUBENS, Irmão. Verdade Oculta: Ebook da Série Prepare-se: Volume 1. [S. l.: s. n.], 2024. 332 p. E-book.


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