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Refutando bobices dos ateístas 11

 𝗥𝗲𝗳𝘂𝘁𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗯𝗼𝗯𝗶𝗰𝗲𝘀 𝗱𝗼𝘀 𝗮𝘁𝗲𝗶́𝘀𝘁𝗮𝘀 𝟭𝟭




Deuteronômio 28
"𝘌𝘯𝘵𝘢̃𝘰, 𝘯𝘢 𝘢𝘯𝘨𝘶́𝘴𝘵𝘪𝘢 𝘥𝘰 𝘢𝘴𝘴𝘦́𝘥𝘪𝘰 𝘤𝘰𝘮 𝘲𝘶𝘦 𝘰 𝘵𝘦𝘶 𝘪𝘯𝘪𝘮𝘪𝘨𝘰 𝘵𝘦 𝘢𝘱𝘦𝘳𝘵𝘢𝘳, 𝘪𝘳𝘢́𝘴 𝘤𝘰𝘮𝘦𝘳 𝘰 𝘧𝘳𝘶𝘵𝘰 𝘥𝘰 𝘵𝘦𝘶 𝘷𝘦𝘯𝘵𝘳𝘦: 𝘢 𝘤𝘢𝘳𝘯𝘦 𝘥𝘰𝘴 𝘧𝘪𝘭𝘩𝘰𝘴 𝘦 𝘧𝘪𝘭𝘩𝘢𝘴 𝘲𝘶𝘦 𝘐𝘢𝘩𝘸𝘦𝘩 𝘵𝘦𝘶 𝘋𝘦𝘶𝘴 𝘵𝘦 𝘩𝘰𝘶𝘷𝘦𝘳 𝘥𝘢𝘥𝘰."
Na cabeça dos ateus e pseudodespertos se passa uma imagem de um deus que acha legal e ama que isso aconteça, como se Ele próprio tivesse dado os filhos para ele comer, mas não é bem assim. Neste contexto encontramos Moisés dizendo claramente a Israel o que aconteceria caso obedecessem os mandamentos que havia ordenado, sendo derramado bençãos na e para a pessoa que assim se portar, mas caso incorresse em desobediência seriam amaldiçoados, não porque Deus assim ansiava, mas antes estava avisando assim como um pai avisa ao seu pequeno filho as consequências ruins para sua vida caso entre no crime por exemplo, ou num exemplo mais simples o de colocar o dedo na tomada. Caso Deus fosse um ser mal como estas imagens e outros posts querem incutir, Ele nem avisaria destas coisas, mas como Ele é misericordioso, usou um humano para se comunicar com outros a respeito do que aconteceria caso a desobediência fossem sua escolha, e permitiu que um escritor registrasse isto para ao longo dos séculos estarmos hoje aqui abordando esta passagem.
Deus permitiria que uma nação inimiga invadisse e consumisse tudo o que eles tinham caso desobedecessem, seriam malditos até o dia de suas mortes, porque desde o dia de sua abundância não serviram a Deus, e quando estivessem sitiados por essa nação inimiga, iriam chegar a um estágio tão desgraçado que chegariam a comer seus próprios filhos e filhas, não porque Deus deu para comer, mas sim que os filhos são emprestados a seus pais, porque delas são o reino dos céus. Conheço uma história de uma mãe que vendo o seu filho morto no caixão em um velório, e ela disse que agradecia a Deus por ter emprestado o seu filho a ela, expressando uma consciência para além do que muitas mães não conseguiriam.
Deus permitiria o canibalismo caso a desobediência fosse a escolha do povo, mas também permitira bençãos caso seguissem os mandamentos, esta parte este pessoal não consegue ler. Seguindo os mandamentos, o povo iria trilhar um caminho do bem em comunidade e para com seu Deus. Um exemplo que via acontecendo quando ia a algumas festas em família, de que a mãe avisava a seu filho que ele se machucaria caso continuasse correndo, o filho preferiu não seguir com o que a mãe disse e se machucou, a mãe permitiu que isso acontecesse, mas seria ela ruim por isto? E veja que nem a parte de "bençãos" a criança ela disse, mas Deus assim fez.
Teria a coragem de admitir que uma mãe é ruim por permitir que o seu filho seja preso por cometer atos contra ela? Atos contra a sociedade?
Concluindo. Caso a desobediência fosse a escolha, as consequências seriam drásticas, e foi isso o que aconteceu no cerco de Jerusalém por Nabucodonosor como veremos no próximo texto. A passagem fala sobre a fome extrema que assolará um povo sitiado, levando-o a comer o próprio fruto do ventre, os filhos e filhas que Deus deu a eles, não para serem comidos, mas esta seria a terrível consequência de seus próprios atos.
Lamentações 2
"𝘓𝘦𝘷𝘢𝘯𝘵𝘢-𝘵𝘦, 𝘨𝘳𝘪𝘵𝘢 𝘥𝘦 𝘯𝘰𝘪𝘵𝘦, 𝘯𝘰 𝘤𝘰𝘮𝘦𝘤̧𝘰 𝘥𝘢𝘴 𝘷𝘪𝘨𝘪́𝘭𝘪𝘢𝘴; 𝘥𝘦𝘳𝘳𝘢𝘮𝘢 𝘵𝘦𝘶 𝘤𝘰𝘳𝘢𝘤̧𝘢̃𝘰 𝘤𝘰𝘮𝘰 𝘢́𝘨𝘶𝘢 𝘥𝘪𝘢𝘯𝘵𝘦 𝘥𝘢 𝘧𝘢𝘤𝘦 𝘥𝘦 𝘐𝘢𝘩𝘸𝘦𝘩; 𝘦𝘭𝘦𝘷𝘢 𝘢 𝘦𝘭𝘦 𝘵𝘶𝘢𝘴 𝘮𝘢̃𝘰𝘴, 𝘱𝘦𝘭𝘢 𝘷𝘪𝘥𝘢 𝘥𝘦 𝘵𝘦𝘶𝘴 𝘧𝘪𝘭𝘩𝘪𝘯𝘩𝘰𝘴 (𝘲𝘶𝘦 𝘥𝘦𝘴𝘧𝘢𝘭𝘦𝘤𝘦𝘮 𝘥𝘦 𝘧𝘰𝘮𝘦 𝘯𝘢 𝘦𝘯𝘵𝘳𝘢𝘥𝘢 𝘥𝘦 𝘵𝘰𝘥𝘢𝘴 𝘢𝘴 𝘳𝘶𝘢𝘴).
“𝘝𝘦̂, 𝘐𝘢𝘩𝘸𝘦𝘩, 𝘦 𝘤𝘰𝘯𝘴𝘪𝘥𝘦𝘳𝘢: 𝘢 𝘲𝘶𝘦𝘮 𝘵𝘳𝘢𝘵𝘢𝘴𝘵𝘦 𝘢𝘴𝘴𝘪𝘮? 𝘐𝘳𝘢̃𝘰 𝘢𝘴 𝘮𝘶𝘭𝘩𝘦𝘳𝘦𝘴 𝘤𝘰𝘮𝘦𝘳 𝘰 𝘴𝘦𝘶 𝘧𝘳𝘶𝘵𝘰, 𝘰𝘴 𝘧𝘪𝘭𝘩𝘪𝘯𝘩𝘰𝘴 𝘲𝘶𝘦 𝘢𝘮𝘪𝘮𝘢𝘮? 𝘈𝘤𝘢𝘴𝘰 𝘴𝘦 𝘮𝘢𝘵𝘢𝘳𝘢́ 𝘯𝘰 𝘴𝘢𝘯𝘵𝘶𝘢́𝘳𝘪𝘰 𝘥𝘰 𝘚𝘦𝘯𝘩𝘰𝘳 𝘴𝘢𝘤𝘦𝘳𝘥𝘰𝘵𝘦 𝘦 𝘱𝘳𝘰𝘧𝘦𝘵𝘢? "
Para entender do porquê o autor está questionando a Deus sobre esta desgraça que ocorria em seu tempo, é bom que se entenda o livro como um todo. O livro de Lamentações é uma coleção de cinco salmos que lamentam a queda de Jerusalém. O autor está expressando suas emoções, e no livro também encontramos acusações contra o próprio Deus. A mente do autor está fresca em relação aos horrores da guerra. A queda de Jerusalém para os babilónios em 586 a.C., parece que foi o estopim para se termos este livro hoje. Não só o livro de Lamentações aborda esta tragédia, mas também 2 Reis e Jeremias, mas continuemos com a introdução. O mesmo tipo de lamentação que vemos aqui no capítulo 2, também encontramos no Salmos 137 e já foi abordado na nona edição desta série de refutações¹. Imagine o judeu daquela época perder o templo, sua terra, e ainda o povo inimigo saquear o seu lugar de culto religioso, para eles é questão de honra assim como é nos dias atuais com a sua retomada de terra a base da violência e genocídio perpetrado em Gaza.
O texto em questão se encontra dentro da segunda lamentação, visto que é separada em cinco (I. PRIMEIRO LAMENTO (1:1-22), II. SEGUNDO LAMENTO (2:1 -22), III. TERCEIRO LAMENTO (3:1-66), IV. QUARTO LAMENTO (4:1-22) , V. QUINTO LAMENTO (5:1-22), e descreve com mais detalhes a calamidade que caiu sobre o reino do sul. O tema da fome já havia ocorrido desde o verso 11 do capítulo 1, e cita os filhos que questionam a seus pais sobre pão no verso 12 do capítulo 2, retomando a cena trágica que possivelmente ele viu. A fome era comum durante os cercos militares, era a última instância que poderiam chegar caso esgotado todas as alternativas possíveis para sobreviver. O autor está questionando se é justo Deus olhar para aquilo e não ter nenhuma consideração, mas assim como estes leitores de páginas ateístas, não sabem que pela sequência histórica podemos encontrar uma sucessão de profetas e alertas do próprio Deus para que o povo se arrependesse, e aquilo que estava acontecendo era o fruto do que plantaram lá atrás, mas pelo menos o autor sabe do que tinham feito por se lamentar desta forma no verso 8 do capítulo 1 (𝘑𝘦𝘳𝘶𝘴𝘢𝘭𝘦́𝘮 𝘱𝘦𝘤𝘰𝘶 𝘨𝘳𝘢𝘷𝘦𝘮𝘦𝘯𝘵𝘦 𝘦 𝘵𝘰𝘳𝘯𝘰𝘶-𝘴𝘦 𝘪𝘮𝘱𝘶𝘳𝘢; 𝘰𝘴 𝘲𝘶𝘦 𝘢𝘯𝘵𝘦𝘴 𝘢 𝘩𝘰𝘯𝘳𝘢𝘷𝘢𝘮, 𝘥𝘦𝘴𝘱𝘳𝘦𝘻𝘢𝘮-𝘯𝘢, 𝘷𝘦𝘯𝘥𝘰-𝘭𝘩𝘦 𝘢 𝘯𝘶𝘥𝘦𝘻, 𝘦 𝘦𝘭𝘢, 𝘦𝘯𝘵𝘳𝘦 𝘨𝘦𝘮𝘪𝘥𝘰𝘴, 𝘷𝘰𝘭𝘵𝘢 𝘢𝘴 𝘤𝘰𝘴𝘵𝘢𝘴.). Deus permitiu a destruição de Jerusalém como punição pela transgressão do povo, se Ele é justo para cumprir o que promete de bom com suas bençãos, também é justo para permitir a punição pelos pecados e com isto acarretando em consequências graves. Saiba: Deus não castigou o povo porque quis, e não mandou que o canibalismo fosse praticado, mas sim permitiu que Nabucodonosor sitiasse a capital, e por consequência houve até mesmo o ponto de pais comerem seus próprios filhos. A destruição da nação é o
cumprimento de muitas promessas de castigo pelo pecado voluntário.
𝘐𝘢𝘩𝘸𝘦𝘩 𝙚́ 𝙟𝙪𝙨𝙩𝙤, 𝙥𝙤𝙞𝙨 𝙢𝙚 𝙧𝙚𝙗𝙚𝙡𝙚𝙞 𝘤𝘰𝘯𝘵𝘳𝘢 𝘴𝘶𝘢 𝘱𝘢𝘭𝘢𝘷𝘳𝘢. 𝘖𝘶𝘷𝘪, 𝘵𝘰𝘥𝘰𝘴 𝘰𝘴 𝘱𝘰𝘷𝘰𝘴, 𝘦 𝘷𝘦𝘥𝘦 𝘮𝘪𝘯𝘩𝘢 𝘥𝘰𝘳. 𝘔𝘪𝘯𝘩𝘢𝘴 𝘷𝘪𝘳𝘨𝘦𝘯𝘴 𝘦 𝘮𝘦𝘶𝘴 𝘫𝘰𝘷𝘦𝘯𝘴 𝘱𝘢𝘳𝘵𝘪𝘳𝘢𝘮 𝘱𝘢𝘳𝘢 𝘰 𝘤𝘢𝘵𝘪𝘷𝘦𝘪𝘳𝘰. Lamentações 1:18
Jeremias 19
Talvez pela "santa" ignorância, o editor da imagem tenha colocado esta passagem aqui, pois, somente lendo os versos anteriores a ele é de fácil entendimento do porquê aquilo estava acontecendo, é o famoso "tiro no pé" que os céticos realizam ao citar Jeremias 19, vamos começar do início.
"𝘈𝘴𝘴𝘪𝘮 𝘥𝘪𝘴𝘴𝘦 YHWH 𝘢 𝘑𝘦𝘳𝘦𝘮𝘪𝘢𝘴: 𝘝𝘢𝘪 𝘦 𝘤𝘰𝘮𝘱𝘳𝘢 𝘶𝘮𝘢 𝘣𝘪𝘭𝘩𝘢 𝘥𝘦 𝘰𝘭𝘦𝘪𝘳𝘰. 𝘛𝘰𝘮𝘢 𝘤𝘰𝘯𝘵𝘪𝘨𝘰 𝘢𝘯𝘤𝘪𝘢̃𝘰𝘴 𝘥𝘰 𝘱𝘰𝘷𝘰 𝘦 𝘢𝘯𝘤𝘪𝘢̃𝘰𝘴 𝘥𝘰𝘴 𝘴𝘢𝘤𝘦𝘳𝘥𝘰𝘵𝘦𝘴. 𝘚𝘢𝘪 𝘦𝘮 𝘥𝘪𝘳𝘦𝘤̧𝘢̃𝘰 𝘥𝘰 𝘷𝘢𝘭𝘦 𝘥𝘦 𝘉𝘦𝘯-𝘌𝘯𝘰𝘮, 𝘲𝘶𝘦 𝘦𝘴𝘵𝘢́ 𝘢̀ 𝘦𝘯𝘵𝘳𝘢𝘥𝘢 𝘥𝘢 𝘱𝘰𝘳𝘵𝘢 𝘥𝘰𝘴 𝘊𝘢𝘤𝘰𝘴. 𝘓𝘢́ 𝘱𝘳𝘰𝘤𝘭𝘢𝘮𝘢𝘳𝘢́𝘴 𝘢𝘴 𝘱𝘢𝘭𝘢𝘷𝘳𝘢𝘴 𝘲𝘶𝘦 𝘦𝘶 𝘵𝘦 𝘥𝘪𝘴𝘴𝘦𝘳. 𝘌 𝘥𝘪𝘳𝘢́𝘴: 𝘌𝘴𝘤𝘶𝘵𝘢𝘪 𝘢 𝘱𝘢𝘭𝘢𝘷𝘳𝘢 𝘥𝘦 𝘠𝘏𝘞𝘏, 𝘳𝘦𝘪𝘴 𝘥𝘦 𝘑𝘶𝘥𝘢́ 𝘦 𝘩𝘢𝘣𝘪𝘵𝘢𝘯𝘵𝘦𝘴 𝘥𝘦 𝘑𝘦𝘳𝘶𝘴𝘢𝘭𝘦́𝘮. 𝘈𝘴𝘴𝘪𝘮 𝘥𝘪𝘴𝘴𝘦 𝘠𝘏𝘞𝘏 𝘥𝘰𝘴 𝘌𝘹𝘦́𝘳𝘤𝘪𝘵𝘰𝘴, 𝘋𝘦𝘶𝘴 𝘥𝘦 𝘐𝘴𝘳𝘢𝘦𝘭: 𝘦𝘪𝘴 𝘲𝘶𝘦 𝘷𝘰𝘶 𝘵𝘳𝘢𝘻𝘦𝘳 𝘶𝘮𝘢 𝘥𝘦𝘴𝘨𝘳𝘢𝘤̧𝘢 𝘴𝘰𝘣𝘳𝘦 𝘦𝘴𝘵𝘦 𝘭𝘶𝘨𝘢𝘳, 𝘲𝘶𝘦 𝘧𝘢𝘳𝘢́ 𝘻𝘶𝘯𝘪𝘳 𝘰𝘴 𝘰𝘶𝘷𝘪𝘥𝘰𝘴 𝘥𝘦 𝘲𝘶𝘦𝘮 𝘰𝘶𝘷𝘪𝘳! 𝘗𝘰𝘳𝘲𝘶𝘦 𝘦𝘭𝘦𝘴 𝘮𝘦 𝘢𝘣𝘢𝘯𝘥𝘰𝘯𝘢𝘳𝘢𝘮, 𝘥𝘦𝘴𝘷𝘪𝘳𝘵𝘶𝘢𝘳𝘢𝘮 𝘦𝘴𝘵𝘦 𝘭𝘶𝘨𝘢𝘳, 𝘰𝘧𝘦𝘳𝘦𝘤𝘦𝘳𝘢𝘮 𝘯𝘦𝘭𝘦 𝘪𝘯𝘤𝘦𝘯𝘴𝘰 𝘢 𝘥𝘦𝘶𝘴𝘦𝘴 𝘦𝘴𝘵𝘳𝘢𝘯𝘨𝘦𝘪𝘳𝘰𝘴, 𝘲𝘶𝘦 𝘯𝘦𝘮 𝘦𝘭𝘦𝘴, 𝘯𝘦𝘮 𝘴𝘦𝘶𝘴 𝘱𝘢𝘪𝘴 𝘯𝘦𝘮 𝘰𝘴 𝘳𝘦𝘪𝘴 𝘥𝘦 𝘑𝘶𝘥𝘢́ 𝘵𝘪𝘯𝘩𝘢𝘮 𝘤𝘰𝘯𝘩𝘦𝘤𝘪𝘥𝘰, 𝘦 𝘦𝘯𝘤𝘩𝘦𝘳𝘢𝘮 𝘦𝘴𝘵𝘦 𝘭𝘶𝘨𝘢𝘳 𝘤𝘰𝘮 𝘰 𝘴𝘢𝘯𝘨𝘶𝘦 𝘥𝘰𝘴 𝘪𝘯𝘰𝘤𝘦𝘯𝘵𝘦𝘴."
O que Deus está mandando o profeta Jeremias falar nada mais é do que a causa para aquele efeito que vimos em Lamentações e veremos rapidamente nas outras passagens. Como pode Deus ser mal se o efeito (cidade sitiada, templo saqueado e desonrado, pais e crianças passando fome, fortalezas destruídas, pais chegando ao ponto de comer os seus filhos e filhas) tem como causa o abandono para com Deus, idolatria, e derramamento de sangue inocente por parte deles! Como não puní-los? Quem fica inerte ao mal que é praticado consente com ele, e como pode o próprio Deus, o Ser Supremo, o Benevolente, Justo e Misericordioso, Pai e Criador ficar quieto perante a sangue inocente sendo derramado? Como dito na última edição, é difícil querer agradar os céticos e os pseudodespertos que tem a mente cauterizada, pois se Ele não faz nada Ele é ruim, mas se faz também é!
Não para por aí, O Eterno Deus continua dizendo a Jeremias o que ele teria que falar: 𝘌𝘭𝘦𝘴 𝘤𝘰𝘯𝘴𝘵𝘳𝘶𝘪́𝘳𝘢𝘮 𝘭𝘶𝘨𝘢𝘳𝘦𝘴 𝘢𝘭𝘵𝘰𝘴 𝘢 𝘉𝘢𝘢𝘭, 𝘱𝘢𝘳𝘢 𝘲𝘶𝘦𝘪𝘮𝘢𝘳𝘦𝘮 𝘰𝘴 𝘴𝘦𝘶𝘴 𝘧𝘪𝘭𝘩𝘰𝘴 𝘦𝘮 𝘩𝘰𝘭𝘰𝘤𝘢𝘶𝘴𝘵𝘰 𝘢 𝘉𝘢𝘢𝘭, 𝘰 𝘲𝘶𝘦 𝘦𝘶 𝘯𝘢̃𝘰 𝘵𝘪𝘯𝘩𝘢 𝘰𝘳𝘥𝘦𝘯𝘢𝘥𝘰 𝘯𝘦𝘮 𝘧𝘢𝘭𝘢𝘥𝘰 𝘦 𝘯𝘦𝘮 𝘫𝘢𝘮𝘢𝘪𝘴 𝘱𝘦𝘯𝘴𝘢𝘥𝘰! Oh, nossa! Será que é justo este tipo de prática? Porque será que os ignorantes que postam este tipo de coisa não leem desde o início? Jeremias tentou de todas as formas convencer o povo a se arrepender e voltar para Deus, mas suas palavras foram ignoradas. Deus através de Jeremias avisou ao povo sobre a punição que viria, nem temeram pois perseguiram o profeta depois desta fala, suas atitudes horrendas eram tão baixas e perniciosas que a punição teria que ser tão severa ao ponto de começarem a olharem para si próprios e verem o quão distante estavam de Deus, pois não sejamos hipócritas, é no momento de maior desespero e angústia é que lembramos de Deus.
𝘌𝘶 𝘧𝘢𝘳𝘦𝘪 𝘲𝘶𝘦 𝘦𝘭𝘦𝘴 𝘥𝘦𝘷𝘰𝘳𝘦𝘮 𝘢 𝘤𝘢𝘳𝘯𝘦 𝘥𝘦 𝘴𝘦𝘶𝘴 𝘧𝘪𝘭𝘩𝘰𝘴 𝘦 𝘢 𝘤𝘢𝘳𝘯𝘦 𝘥𝘦 𝘴𝘶𝘢𝘴 𝘧𝘪𝘭𝘩𝘢𝘴: 𝘦𝘭𝘦𝘴 𝘴𝘦 𝘥𝘦𝘷𝘰𝘳𝘢𝘳𝘢̃𝘰 𝘮𝘶𝘵𝘶𝘢𝘮𝘦𝘯𝘵𝘦 𝘯𝘢 𝘢𝘯𝘨𝘶́𝘴𝘵𝘪𝘢 𝘦 𝘯𝘢 𝘯𝘦𝘤𝘦𝘴𝘴𝘪𝘥𝘢𝘥𝘦 𝘤𝘰𝘮 𝘲𝘶𝘦 𝘰𝘴 𝘰𝘱𝘳𝘪𝘮𝘦𝘮 𝘰𝘴 𝘴𝘦𝘶𝘴 𝘪𝘯𝘪𝘮𝘪𝘨𝘰𝘴 𝘦 𝘢𝘲𝘶𝘦𝘭𝘦𝘴 𝘲𝘶𝘦 𝘢𝘵𝘦𝘯𝘵𝘢𝘮 𝘤𝘰𝘯𝘵𝘳𝘢 𝘢 𝘴𝘶𝘢 𝘷𝘪𝘥𝘢.
Essa calamidade seria o pago pelos pecados cometidos contra Deus, Jeremias estava profetizando a condenação para aquele povo perverso e demoníaco, advertiu do pecado e o juízo que viria, esta seria a horrível situação que seriam submetidos, com vistas para garantir a sobrevivência.
Ezequiel 5
𝘦𝘪𝘴 𝘰 𝘲𝘶𝘦 𝘥𝘪𝘻 𝘰 𝘚𝘦𝘯𝘩𝘰𝘳 𝘐𝘢𝘩𝘸𝘦𝘩: 𝘛𝘢𝘮𝘣𝘦́𝘮 𝘦𝘶 𝘮𝘦 𝘱𝘰𝘯𝘩𝘰 𝘤𝘰𝘯𝘵𝘳𝘢 𝘵𝘪; 𝘦𝘹𝘦𝘤𝘶𝘵𝘢𝘳𝘦𝘪 𝘰𝘴 𝘮𝘦𝘶𝘴 𝘫𝘶𝘭𝘨𝘢𝘮𝘦𝘯𝘵𝘰𝘴 𝘯𝘰 𝘮𝘦𝘪𝘰 𝘥𝘦 𝘵𝘪, 𝘢𝘰𝘴 𝘰𝘭𝘩𝘰𝘴 𝘥𝘢𝘴 𝘯𝘢𝘤̧𝘰̃𝘦𝘴. 𝘍𝘢𝘳𝘦𝘪 𝘯𝘰 𝘮𝘦𝘪𝘰 𝘥𝘦 𝘵𝘪 𝘰 𝘲𝘶𝘦 𝘯𝘶𝘯𝘤𝘢 𝘧𝘪𝘻 𝘦 𝘤𝘰𝘮𝘰 𝘯𝘢̃𝘰 𝘵𝘰𝘳𝘯𝘢𝘳𝘦𝘪 𝘢 𝘧𝘢𝘻𝘦𝘳, 𝘪𝘴𝘵𝘰 𝘱𝘰𝘳 𝘤𝘢𝘶𝘴𝘢 𝘥𝘦 𝘵𝘰𝘥𝘢𝘴 𝘢𝘴 𝘵𝘶𝘢𝘴 𝘢𝘣𝘰𝘮𝘪𝘯𝘢𝘤̧𝘰̃𝘦𝘴. 𝘗𝘰𝘳 𝘦𝘴𝘵𝘢 𝘳𝘢𝘻𝘢̃𝘰 𝘰𝘴 𝘱𝘢𝘪𝘴 𝘥𝘦𝘷𝘰𝘳𝘢𝘳𝘢̃𝘰 𝘰𝘴 𝘧𝘪𝘭𝘩𝘰𝘴, 𝘯𝘰 𝘮𝘦𝘪𝘰 𝘥𝘦 𝘵𝘪, 𝘦 𝘰𝘴 𝘧𝘪𝘭𝘩𝘰𝘴 𝘥𝘦𝘷𝘰𝘳𝘢𝘳𝘢̃𝘰 𝘰𝘴 𝘱𝘢𝘪𝘴. 𝘈𝘴𝘴𝘪𝘮 𝘦𝘹𝘦𝘤𝘶𝘵𝘢𝘳𝘦𝘪 𝘤𝘰𝘯𝘵𝘳𝘢 𝘵𝘪 𝘰𝘴 𝘮𝘦𝘶𝘴 𝘫𝘶𝘭𝘨𝘢𝘮𝘦𝘯𝘵𝘰𝘴 𝘦 𝘦𝘴𝘱𝘢𝘭𝘩𝘢𝘳𝘦𝘪 𝘱𝘢𝘳𝘢 𝘵𝘰𝘥𝘰𝘴 𝘰𝘴 𝘷𝘦𝘯𝘵𝘰𝘴 𝘰 𝘲𝘶𝘦 𝘳𝘦𝘴𝘵𝘢𝘳 𝘥𝘦 𝘵𝘪.
Deus executaria os seus julgamentos contra o povo pois: "𝘦𝘭𝘢 𝘴𝘦 𝘳𝘦𝘣𝘦𝘭𝘰𝘶 𝘤𝘰𝘯𝘵𝘳𝘢 𝘢𝘴 𝘮𝘪𝘯𝘩𝘢𝘴 𝘯𝘰𝘳𝘮𝘢𝘴 𝘤𝘰𝘮 𝘶𝘮𝘢 𝘱𝘦𝘳𝘷𝘦𝘳𝘴𝘪𝘥𝘢𝘥𝘦 𝘮𝘢𝘪𝘰𝘳 𝘥𝘰 𝘲𝘶𝘦 𝘰𝘴 𝘰𝘶𝘵𝘳𝘰𝘴 𝘱𝘰𝘷𝘰𝘴, 𝘦 𝘤𝘰𝘯𝘵𝘳𝘢 𝘰𝘴 𝘮𝘦𝘶𝘴 𝘦𝘴𝘵𝘢𝘵𝘶𝘵𝘰𝘴, 𝘮𝘢𝘪𝘴 𝘥𝘰 𝘲𝘶𝘦 𝘢𝘴 𝘯𝘢𝘤̧𝘰̃𝘦𝘴 𝘲𝘶𝘦 𝘦𝘴𝘵𝘢̃𝘰 𝘦𝘮 𝘵𝘰𝘳𝘯𝘰 𝘥𝘦𝘭𝘢." Ou seja, ela estava pior do que os povos pagãos vizinhos. Até mesmo os outros povos estavam mais de acordo com os estatudos dEle do que eles próprios.
𝘊𝘰𝘮 𝘦𝘧𝘦𝘪𝘵𝘰, 𝘰𝘴 𝘴𝘦𝘶𝘴 𝘩𝘢𝘣𝘪𝘵𝘢𝘯𝘵𝘦𝘴 𝘳𝘦𝘫𝘦𝘪𝘵𝘢𝘳𝘢𝘮 𝘢𝘴 𝘮𝘪𝘯𝘩𝘢𝘴 𝘯𝘰𝘳𝘮𝘢𝘴 𝘦 𝘯𝘢̃𝘰 𝘢𝘯𝘥𝘢𝘳𝘢𝘮 𝘯𝘰𝘴 𝘮𝘦𝘶𝘴 𝘦𝘴𝘵𝘢𝘵𝘶𝘵𝘰𝘴. 𝘌𝘪𝘴 𝘱𝘰𝘳 𝘲𝘶𝘦, 𝘢𝘴𝘴𝘪𝘮 𝘥𝘪𝘻 𝘰 𝘚𝘦𝘯𝘩𝘰𝘳 𝘐𝘢𝘩𝘸𝘦𝘩, 𝘷𝘪𝘴𝘵𝘰 𝘴𝘦𝘳 𝘰 𝘷𝘰𝘴𝘴𝘰 𝘵𝘶𝘮𝘶𝘭𝘵𝘰 𝘱𝘪𝘰𝘳 𝘥𝘰 𝘲𝘶𝘦 𝘰 𝘥𝘰𝘴 𝘱𝘰𝘷𝘰𝘴 𝘲𝘶𝘦 𝘷𝘰𝘴 𝘤𝘦𝘳𝘤𝘢𝘮, 𝘷𝘪𝘴𝘵𝘰 𝘯𝘢̃𝘰 𝘢𝘯𝘥𝘢𝘳𝘥𝘦𝘴 𝘯𝘰𝘴 𝘮𝘦𝘶𝘴 𝘦𝘴𝘵𝘢𝘵𝘶𝘵𝘰𝘴 𝘦 𝘯𝘢̃𝘰 𝘰𝘣𝘴𝘦𝘳𝘷𝘢𝘳𝘥𝘦𝘴 𝘢𝘴 𝘮𝘪𝘯𝘩𝘢𝘴 𝘯𝘰𝘳𝘮𝘢𝘴, 𝘯𝘦𝘮 𝘮𝘦𝘴𝘮𝘰 𝘰𝘣𝘴𝘦𝘳𝘷𝘢𝘳𝘥𝘦𝘴 𝘢𝘴 𝘯𝘰𝘳𝘮𝘢𝘴 𝘥𝘰𝘴 𝘱𝘰𝘷𝘰𝘴 𝘲𝘶𝘦 𝘷𝘰𝘴 𝘤𝘦𝘳𝘤𝘢𝘮, 𝘦𝘪𝘴 𝘰 𝘲𝘶𝘦 𝘥𝘪𝘻 𝘰 𝘚𝘦𝘯𝘩𝘰𝘳 𝘐𝘢𝘩𝘸𝘦𝘩: 𝘛𝘢𝘮𝘣𝘦́𝘮 𝘦𝘶 𝘮𝘦 𝘱𝘰𝘯𝘩𝘰 𝘤𝘰𝘯𝘵𝘳𝘢 𝘵𝘪; 𝘦𝘹𝘦𝘤𝘶𝘵𝘢𝘳𝘦𝘪 𝘰𝘴 𝘮𝘦𝘶𝘴 𝘫𝘶𝘭𝘨𝘢𝘮𝘦𝘯𝘵𝘰𝘴 𝘯𝘰 𝘮𝘦𝘪𝘰 𝘥𝘦 𝘵𝘪, 𝘢𝘰𝘴 𝘰𝘭𝘩𝘰𝘴 𝘥𝘢𝘴 𝘯𝘢𝘤̧𝘰̃𝘦𝘴. 𝘍𝘢𝘳𝘦𝘪 𝘯𝘰 𝘮𝘦𝘪𝘰 𝘥𝘦 𝘵𝘪 𝘰 𝘲𝘶𝘦 𝘯𝘶𝘯𝘤𝘢 𝘧𝘪𝘻 𝘦 𝘤𝘰𝘮𝘰 𝘯𝘢̃𝘰 𝘵𝘰𝘳𝘯𝘢𝘳𝘦𝘪 𝘢 𝘧𝘢𝘻𝘦𝘳, 𝘪𝘴𝘵𝘰 𝘱𝘰𝘳 𝘤𝘢𝘶𝘴𝘢 𝘥𝘦 𝘵𝘰𝘥𝘢𝘴 𝘢𝘴 𝘵𝘶𝘢𝘴 𝘢𝘣𝘰𝘮𝘪𝘯𝘢𝘤̧𝘰̃𝘦𝘴. 𝘗𝘰𝘳 𝘦𝘴𝘵𝘢 𝘳𝘢𝘻𝘢̃𝘰 𝘰𝘴 𝘱𝘢𝘪𝘴 𝘥𝘦𝘷𝘰𝘳𝘢𝘳𝘢̃𝘰 𝘰𝘴 𝘧𝘪𝘭𝘩𝘰𝘴, 𝘯𝘰 𝘮𝘦𝘪𝘰 𝘥𝘦 𝘵𝘪, 𝘦 𝘰𝘴 𝘧𝘪𝘭𝘩𝘰𝘴 𝘥𝘦𝘷𝘰𝘳𝘢𝘳𝘢̃𝘰 𝘰𝘴 𝘱𝘢𝘪𝘴. 𝘈𝘴𝘴𝘪𝘮 𝘦𝘹𝘦𝘤𝘶𝘵𝘢𝘳𝘦𝘪 𝘤𝘰𝘯𝘵𝘳𝘢 𝘵𝘪 𝘰𝘴 𝘮𝘦𝘶𝘴 𝘫𝘶𝘭𝘨𝘢𝘮𝘦𝘯𝘵𝘰𝘴 𝘦 𝘦𝘴𝘱𝘢𝘭𝘩𝘢𝘳𝘦𝘪 𝘱𝘢𝘳𝘢 𝘵𝘰𝘥𝘰𝘴 𝘰𝘴 𝘷𝘦𝘯𝘵𝘰𝘴 𝘰 𝘲𝘶𝘦 𝘳𝘦𝘴𝘵𝘢𝘳 𝘥𝘦 𝘵𝘪.
O castigo que Jerusalém receberia inclui a fome, pestilência e espada. "Aos olhos das nações" para que servisse de exemplo e para que a justiça de Deus fosse compreendida e vista. "𝘰 𝘲𝘶𝘦 𝘯𝘶𝘯𝘤𝘢 𝘧𝘪𝘻 𝘦 𝘤𝘰𝘮𝘰 𝘯𝘢̃𝘰 𝘵𝘰𝘳𝘯𝘢𝘳𝘦𝘪 𝘢 𝘧𝘢𝘻𝘦𝘳", a maldade era tanta que foi necessária este acontecimento ímpar e único na história. Não foi do nada que Deus teve a ideia de realizar este julgamento, "𝘪𝘴𝘵𝘰 𝘱𝘰𝘳 𝘤𝘢𝘶𝘴𝘢 𝘥𝘦 𝘵𝘰𝘥𝘢𝘴 𝘢𝘴 𝘵𝘶𝘢𝘴 𝘢𝘣𝘰𝘮𝘪𝘯𝘢𝘤̧𝘰̃𝘦𝘴."
"𝘗𝘰𝘳 𝘦𝘴𝘵𝘢 𝘳𝘢𝘻𝘢̃𝘰 𝘰𝘴 𝘱𝘢𝘪𝘴 𝘥𝘦𝘷𝘰𝘳𝘢𝘳𝘢̃𝘰 𝘰𝘴 𝘧𝘪𝘭𝘩𝘰𝘴", figura de linguagem para demonstrar um dos resultados terríveis de um longo cerco a uma cidade: a escassez de alimentos. também é uma alusão as palavras de Moisés em Deuteronômio 28 e Levíticos 26, com a adição de "𝘰𝘴 𝘧𝘪𝘭𝘩𝘰𝘴 𝘥𝘦𝘷𝘰𝘳𝘢𝘳𝘢̃𝘰 𝘰𝘴 𝘱𝘢𝘪𝘴". A fome terrível faria com que eles comessem os seus filhos.
"𝘦 𝘦𝘴𝘱𝘢𝘭𝘩𝘢𝘳𝘦𝘪 𝘱𝘢𝘳𝘢 𝘵𝘰𝘥𝘰𝘴 𝘰𝘴 𝘷𝘦𝘯𝘵𝘰𝘴 𝘰 𝘲𝘶𝘦 𝘳𝘦𝘴𝘵𝘢𝘳 𝘥𝘦 𝘵𝘪." Os sobreviventes deste aperto foram levados para o exílio na Babilônia e em outras partes do mundo.
2 Reis 6
𝘙𝘦𝘴𝘱𝘰𝘯𝘥𝘦𝘶 𝘦𝘭𝘦: “𝘚𝘦 𝘐𝘢𝘩𝘸𝘦𝘩 𝘯𝘢̃𝘰 𝘵𝘦 𝘴𝘰𝘤𝘰𝘳𝘳𝘦, 𝘥𝘰𝘯𝘥𝘦 𝘱𝘰𝘴𝘴𝘰 𝘵𝘪𝘳𝘢𝘳 𝘢𝘶𝘹𝘪́𝘭𝘪𝘰 𝘱𝘢𝘳𝘢 𝘵𝘪? 𝘥𝘢 𝘦𝘪𝘳𝘢 𝘰𝘶 𝘥𝘰 𝘭𝘢𝘨𝘢𝘳?” 𝘋𝘦𝘱𝘰𝘪𝘴 𝘰 𝘳𝘦𝘪 𝘱𝘦𝘳𝘨𝘶𝘯𝘵𝘰𝘶: “𝘘𝘶𝘦 𝘵𝘦 𝘢𝘤𝘰𝘯𝘵𝘦𝘤𝘦𝘶?” 𝘌 𝘦𝘭𝘢: “𝘌𝘴𝘵𝘢 𝘮𝘶𝘭𝘩𝘦𝘳 𝘮𝘦 𝘥𝘪𝘴𝘴𝘦: ‘𝘌𝘯𝘵𝘳𝘦𝘨𝘢 𝘵𝘦𝘶 𝘧𝘪𝘭𝘩𝘰, 𝘱𝘢𝘳𝘢 𝘲𝘶𝘦 𝘰 𝘤𝘰𝘮𝘢𝘮𝘰𝘴 𝘩𝘰𝘫𝘦, 𝘲𝘶𝘦 𝘢𝘮𝘢𝘯𝘩𝘢̃ 𝘤𝘰𝘮𝘦𝘳𝘦𝘮𝘰𝘴 𝘰 𝘮𝘦𝘶.’ 𝘊𝘰𝘻𝘪𝘯𝘩𝘢𝘮𝘰𝘴 𝘱𝘰𝘪𝘴 𝘰 𝘮𝘦𝘶 𝘧𝘪𝘭𝘩𝘰 𝘦 𝘰 𝘤𝘰𝘮𝘦𝘮𝘰𝘴; 𝘯𝘰 𝘥𝘪𝘢 𝘴𝘦𝘨𝘶𝘪𝘯𝘵𝘦, 𝘦𝘶 𝘭𝘩𝘦 𝘥𝘪𝘴𝘴𝘦: ‘𝘌𝘯𝘵𝘳𝘦𝘨𝘢 𝘵𝘦𝘶 𝘧𝘪𝘭𝘩𝘰 𝘱𝘢𝘳𝘢 𝘰 𝘤𝘰𝘮𝘦𝘳𝘮𝘰𝘴’, 𝘮𝘢𝘴 𝘦𝘭𝘢 𝘰𝘤𝘶𝘭𝘵𝘰𝘶 𝘴𝘦𝘶 𝘧𝘪𝘭𝘩𝘰.”
Vamos começar pela perícope correta do texto.
𝘜𝘮 𝘥𝘪𝘢, 𝘲𝘶𝘢𝘯𝘥𝘰 𝘰 𝘳𝘦𝘪 𝘥𝘦 𝘐𝘴𝘳𝘢𝘦𝘭 𝘪𝘯𝘴𝘱𝘦𝘤𝘪𝘰𝘯𝘢𝘷𝘢 𝘰𝘴 𝘮𝘶𝘳𝘰𝘴 𝘥𝘢 𝘤𝘪𝘥𝘢𝘥𝘦, 𝘶𝘮𝘢 𝘮𝘶𝘭𝘩𝘦𝘳 𝘨𝘳𝘪𝘵𝘰𝘶 𝘱𝘢𝘳𝘢 𝘦𝘭𝘦: "𝘚𝘰𝘤𝘰𝘳𝘳𝘰, 𝘮𝘢𝘫𝘦𝘴𝘵𝘢𝘥𝘦! "𝘖 𝘳𝘦𝘪 𝘳𝘦𝘴𝘱𝘰𝘯𝘥𝘦𝘶: "𝘚𝘦 𝘰 𝘚𝘦𝘯𝘩𝘰𝘳 𝘯𝘢̃𝘰 𝘴𝘰𝘤𝘰𝘳𝘳𝘦̂-𝘭𝘢, 𝘤𝘰𝘮𝘰 𝘱𝘰𝘥𝘦𝘳𝘦𝘪 𝘢𝘫𝘶𝘥𝘢́-𝘭𝘢? 𝘈𝘤𝘢𝘴𝘰 𝘩𝘢́ 𝘵𝘳𝘪𝘨𝘰 𝘯𝘢 𝘦𝘪𝘳𝘢 𝘰𝘶 𝘷𝘪𝘯𝘩𝘰 𝘯𝘰 𝘭𝘢𝘨𝘢𝘳? " 𝘊𝘰𝘯𝘵𝘶𝘥𝘰 𝘦𝘭𝘦 𝘱𝘦𝘳𝘨𝘶𝘯𝘵𝘰𝘶: "𝘘𝘶𝘢𝘭 𝘦́ 𝘰 𝘱𝘳𝘰𝘣𝘭𝘦𝘮𝘢? " 𝘌𝘭𝘢 𝘳𝘦𝘴𝘱𝘰𝘯𝘥𝘦𝘶: "𝘌𝘴𝘵𝘢 𝘮𝘶𝘭𝘩𝘦𝘳 𝘮𝘦 𝘥𝘪𝘴𝘴𝘦: ‘𝘝𝘢𝘮𝘰𝘴 𝘤𝘰𝘮𝘦𝘳 𝘰 𝘴𝘦𝘶 𝘧𝘪𝘭𝘩𝘰 𝘩𝘰𝘫𝘦, 𝘦 𝘢𝘮𝘢𝘯𝘩𝘢̃ 𝘤𝘰𝘮𝘦𝘳𝘦𝘮𝘰𝘴 𝘰 𝘮𝘦𝘶’.
𝘌𝘯𝘵𝘢̃𝘰 𝘤𝘰𝘻𝘪𝘯𝘩𝘢𝘮𝘰𝘴 𝘰 𝘮𝘦𝘶 𝘧𝘪𝘭𝘩𝘰 𝘦 𝘰 𝘤𝘰𝘮𝘦𝘮𝘰𝘴. 𝘕𝘰 𝘥𝘪𝘢 𝘴𝘦𝘨𝘶𝘪𝘯𝘵𝘦 𝘦𝘶 𝘥𝘪𝘴𝘴𝘦 𝘢 𝘦𝘭𝘢 𝘲𝘶𝘦 𝘦𝘳𝘢 𝘢 𝘷𝘦𝘻 𝘥𝘦 𝘤𝘰𝘮𝘦𝘳𝘮𝘰𝘴 𝘰 𝘴𝘦𝘶 𝘧𝘪𝘭𝘩𝘰, 𝘮𝘢𝘴 𝘦𝘭𝘢 𝘰 𝘩𝘢𝘷𝘪𝘢 𝘦𝘴𝘤𝘰𝘯𝘥𝘪𝘥𝘰". 𝘘𝘶𝘢𝘯𝘥𝘰 𝘰 𝘳𝘦𝘪 𝘰𝘶𝘷𝘪𝘶 𝘢𝘴 𝘱𝘢𝘭𝘢𝘷𝘳𝘢𝘴 𝘥𝘢 𝘮𝘶𝘭𝘩𝘦𝘳, 𝘳𝘢𝘴𝘨𝘰𝘶 𝘢𝘴 𝘱𝘳𝘰́𝘱𝘳𝘪𝘢𝘴 𝘷𝘦𝘴𝘵𝘦𝘴. 𝘊𝘰𝘮𝘰 𝘦𝘴𝘵𝘢𝘷𝘢 𝘴𝘰𝘣𝘳𝘦 𝘰𝘴 𝘮𝘶𝘳𝘰𝘴, 𝘰 𝘱𝘰𝘷𝘰 𝘷𝘪𝘶 𝘲𝘶𝘦 𝘦𝘭𝘦 𝘦𝘴𝘵𝘢𝘷𝘢 𝘶𝘴𝘢𝘯𝘥𝘰 𝘱𝘢𝘯𝘰 𝘥𝘦 𝘴𝘢𝘤𝘰 𝘱𝘰𝘳 𝘣𝘢𝘪𝘹𝘰, 𝘫𝘶𝘯𝘵𝘰 𝘢𝘰 𝘤𝘰𝘳𝘱𝘰. 𝘌 𝘦𝘭𝘦 𝘥𝘪𝘴𝘴𝘦: "𝘋𝘦𝘶𝘴 𝘮𝘦 𝘤𝘢𝘴𝘵𝘪𝘨𝘶𝘦 𝘤𝘰𝘮 𝘵𝘰𝘥𝘰 𝘳𝘪𝘨𝘰𝘳, 𝘴𝘦 𝘢 𝘤𝘢𝘣𝘦𝘤̧𝘢 𝘥𝘦 𝘌𝘭𝘪𝘴𝘦𝘶, 𝘧𝘪𝘭𝘩𝘰 𝘥𝘦 𝘚𝘢𝘧𝘢𝘵𝘦, 𝘤𝘰𝘯𝘵𝘪𝘯𝘶𝘢𝘳 𝘩𝘰𝘫𝘦 𝘴𝘰𝘣𝘳𝘦 𝘴𝘦𝘶𝘴 𝘰𝘮𝘣𝘳𝘰𝘴! "
O cerco da Síria contra Samaria exauriu o suprimento de alimentos da cidade e até o jumento foi usado como comida³. Enquanto o rei estava inspecionando o muro uma mulher pediu socorro a ele, e o rei questiona se não há alimento para elas, ela responde que havia feito um pacto com outra mulher para cozinhar seus próprios filhos e comê-los. Mas quando chegou a vez da outra mulher cozinhar seus filhos, ela se recusou, escondendo-os em um lugar secreto. O rei termina de ouvir a mulher e rasga suas vestes em sinal de aflição. Aqui não há Deus ansiando por canibalismo, nem sendo mal como os céticos querem pintar.
Levíticos 26
𝘊𝘰𝘮𝘦𝘳𝘦𝘪𝘴 𝘢 𝘤𝘢𝘳𝘯𝘦 𝘥𝘰𝘴 𝘷𝘰𝘴𝘴𝘰𝘴 𝘧𝘪𝘭𝘩𝘰𝘴 𝘦 𝘤𝘰𝘮𝘦𝘳𝘦𝘪𝘴 𝘢 𝘤𝘢𝘳𝘯𝘦 𝘥𝘢𝘴 𝘷𝘰𝘴𝘴𝘢𝘴 𝘧𝘪𝘭𝘩𝘢𝘴.
Deus não está ordenando que os pais comam seus filhos, essa passagem é uma advertência para o povo de Israel sobre as consequências da desobediência às leis de Deus. As penas aumentam em rigor, culminando no canibalismo e exílio. E vemos que se cumpriu lendo os textos aqui já abordados. Esta profecia se cumpriu de forma literal e assustadora. Por se afastar de Deus, este foi o destino de Israel. Continuando o texto se pode linkar com os acontecimentos no ano 70 d.C., no cerco de Samaria e de Jerusalém.
Deus não foi injusto em castigá-los. Não faltou alertas, estatutos e regras. Mesmo com os profetas, Moisés e Deus avisando sobre isto, o povo ignorou. No livro de Lamentações mesmo que o autor esteja lamentando e questionando Deus, ele sabe que Deus não foi injusto e ele mesmo repete isto no livro. Israel deixou Deus e seguiu outros deuses, derramando sangue inocente e chegando a sacrificar para ídolos. Sendo assim, trouxeram sobre si mesmos os dolorosos juízos com que haviam sido ameaçados, como um pai que ama seu filho ele o avisa primeiro, e não executa sem que o seu filho saiba o porquê. Colheram as consequências terríveis da desobediência. Os céticos e os pseudodespertos não mostram este lado e que Deus promete bençãos também, detalhando o que aconteceria, mas já que estes estão acostumados a não pensar, as vezes parece que é somente a ignorância.
𝗡𝗶𝗰𝗼𝗹𝗮𝘀 𝗕𝗿𝗲𝗻𝗼
² 𝘗𝘦𝘳𝘨𝘶𝘯𝘵𝘢𝘮 𝘢̀𝘴 𝘴𝘶𝘢𝘴 𝘮𝘢̃𝘦𝘴 “𝘖𝘯𝘥𝘦 𝘩𝘢́ 𝘱𝘢̃𝘰?”? 𝘦𝘯𝘲𝘶𝘢𝘯𝘵𝘰, 𝘤𝘰𝘮𝘰 𝘧𝘦𝘳𝘪𝘥𝘰𝘴, 𝘥𝘦𝘴𝘧𝘢𝘭𝘦𝘤𝘦𝘮 𝘱𝘦𝘭𝘢𝘴 𝘳𝘶𝘢𝘴 𝘥𝘢 𝘊𝘪𝘥𝘢𝘥𝘦, 𝘦𝘹𝘢𝘭𝘢𝘯𝘥𝘰 𝘴𝘶𝘢 𝘷𝘪𝘥𝘢 𝘯𝘰 𝘳𝘦𝘨𝘢𝘤̧𝘰 𝘥𝘦 𝘴𝘶𝘢 𝘮𝘢̃𝘦.
³ 𝘖 𝘤𝘦𝘳𝘤𝘰 𝘥𝘶𝘳𝘰𝘶 𝘵𝘢𝘯𝘵𝘰 𝘦 𝘤𝘢𝘶𝘴𝘰𝘶 𝘵𝘢𝘮𝘢𝘯𝘩𝘢 𝘧𝘰𝘮𝘦 𝘲𝘶𝘦 𝘶𝘮𝘢 𝘤𝘢𝘣𝘦𝘤̧𝘢 𝘥𝘦 𝘫𝘶𝘮𝘦𝘯𝘵𝘰 𝘤𝘩𝘦𝘨𝘰𝘶 𝘢 𝘷𝘢𝘭𝘦𝘳 𝘰𝘪𝘵𝘦𝘯𝘵𝘢 𝘱𝘦𝘤̧𝘢𝘴 𝘥𝘦 𝘱𝘳𝘢𝘵𝘢" 2 Reis 6:25

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  𝗠𝗮𝗿𝘁𝗶𝗻𝗵𝗼 𝗟𝘂𝘁𝗲𝗿𝗼 - 𝗢 𝟳° 𝗶𝗻𝗱𝗶𝘃𝗶́𝗱𝘂𝗼 𝗲𝘅𝗽𝗼𝘀𝘁𝗼   A Reforma Protestante, iniciada por Martinho Lutero em 1517, não foi apenas um movimento religioso, mas também um evento influenciado por correntes místicas e filosóficas. Diversas fontes sugerem que Lutero estava em contato com ordens filosóficas místicas como a Rosa-Cruz, que tiveram um papel significativo na moldagem de seus pensamentos e ações¹. 𝘼 𝙍𝙤𝙨𝙖-𝘾𝙧𝙪𝙯 𝙚 𝙎𝙚𝙪𝙨 𝙎𝙞𝙢𝙗𝙤𝙡𝙞𝙨𝙢𝙤𝙨    Martinho Lutero, em uma carta datada de 1516, descreve o significado de seu símbolo, explicando que a cruz negra representa Jesus e que, colocada no centro do coração vermelho, simboliza a comunidade cristã. Este coração, no centro da rosa branca, representa o êxtase místico, a consolação e a paz. Para Lutero, "O branco é a cor do espírito e de todos os anjos; o campo azul representa o céu espiritual, onde Jesus Cristo reina, e o círculo dourado representa o ouro místico, que Deus outorg...

Ebook do Verdade Oculta: as informações

Ebook do Verdade Oculta: as informações   O ebook examina o que descreve como as questões mais críticas e negligenciadas sobre a vacinação em massa contra a COVID-19.  A narrativa central é que a pandemia foi um evento planejado, com as vacinas servindo como um veículo para a introdução de biotecnologias avançadas e substâncias não declaradas no corpo humano, com o objetivo final de controle e redução populacional por parte de uma elite global. Principais Argumentos e Fontes Apresentadas    1. Aumento de Mortes Súbitas e Coágulos Anormais    O livro aponta para um "aumento estratosférico de mortes inexplicáveis", especialmente entre jovens de 18 a 49 anos, a partir de 2021, um fenômeno que teria sido notado por companhias de seguros. A obra se apoia fortemente no documentário "Died Suddenly" (2022) e em depoimentos de embalsamadores como Anna Foster, Brenton Faithful e Dr. Richard Hirschman. Eles relatam a descoberta de grandes coágulos sanguíneos brancos, ...

Texto Completo do debate entre o católico Joaquim e Eu

  A Queda da Apologética Católica Moderna (O Caso Joaquim)   O debate ocorreu no grupo do Facebook "DEBATE CATÓLICOS X PROTESTANTES" com 7,8 mil membros. O usuário com foto de perfil do Batman, chamado de Roberto Miranda, postou o seguinte post:   Eu comecei comentando: Na versão Almeida Corrigida Fiel (ACF), que é a base da Bíblia de Estudo Apologética (ICP), o termo "adorou" é usado para traduzir o aramaico סְגִד (segid). No Aramaico: Segid significa, literalmente, prostrar-se ou inclinar-se em sinal de respeito, reverência ou homenagem. No mundo antigo, era o protocolo comum diante de um rei ou de alguém que trazia uma revelação divina. No Português Arcaico/Clássico: A palavra "adorar" tinha um sentido muito mais amplo do que hoje. Significava prestar vênia, reverenciar ou tratar com extremo respeito. Não era um termo exclusivo para o culto a Deus (latria).       Dizer que Daniel aceitou ser tratado como um deus ignora o que ele disse segundos antes da ...