O mundo mudou. As músicas, que antes estavam em uma frequência aceitável, hoje estão manipuladas de modo que te deixam mais deprimido. Fora as letras que nem se comparam às de antes. O crime, que se dizia contra o Sistema, se aliou a ele e está infiltrado em prefeituras e até mesmo no (des)governo. As pessoas, em certo grau, eram mais amorosas; hoje, se distanciam umas das outras por conta da tecnologia. Sem contar as maquinações dos Senhores do Mundo que oprimem a sociedade. 2020 foi um ano decisivo: o sistema de coisas como conhecíamos acabou. A partir de lá, com a sociedade mais doente física e espiritualmente, caminha em direção ao totalitarismo, uma ditadura tecnocrática, onde o trabalho escravo humano será substituído por máquinas. Eis aí a revolução 4.0. Realmente muitos nasceram em uma época errada, não por ser assim naturalmente, mas foram modificados para chegar onde estamos.
Introdução - A máscara do mestre e o arquivo que o desmente Há personagens que não precisam ser destruídos por seus inimigos. Basta abrir os livros, as aulas, os artigos antigos, as entrevistas, os dossiês esquecidos e os documentos que seus próprios admiradores preferem deixar de lado. Olavo de Carvalho é um desses casos. Durante anos, foi apresentado como filósofo, professor, patriarca intelectual da direita brasileira, defensor da civilização cristã e inimigo declarado do comunismo, da gnose moderna, da Maçonaria, do globalismo, da revolução cultural e da degradação espiritual do Ocidente. Mas, quando se abandona a lenda e se entra no arquivo, a imagem se parte.¹ O Olavo público construiu uma fachada de combate religioso e moral. O Olavo documental, porém, atravessa astrologia, alquimia, simbolismo hermético, tradicionalismo perenialista, Guénon, Schuon, tariqas islâmicas, crítica ambígua à Maçonaria, revisionismo histórico, desinformação política e uma guerra permanente contra qual...

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