Meus caros, venho hoje compartilhar com vocês a anatomia de um nocaute intelectual e documental. Tivemos recentemente um embate épico no Instagram que serve como o estudo de caso perfeito sobre a dissonância cognitiva e a lavagem cerebral em massa que afeta a sociedade.
Tudo começou quando expus publicamente uma verdade que o establishment tenta esconder: a física moderna baniu o Éter e inventou a Relatividade de Einstein puramente para mascarar o fato de que a Terra está absolutamente parada. Imediatamente, o Sistema enviou seus guardiões. Fui atacado por um autointitulado "professor", que vomitou toda sorte de falácias Ad Hominem (me chamando de "terratapado", "idiotizado", "lambari") Como brilhantemente sentenciou Charles Simmons no século XIX: "O ridículo é o primeiro e o último argumento de um tolo" (Simmons, 1852, p. 463). O ridículo é a prova suprema da fraqueza de uma causa. O professor exigiu "modelos matemáticos", como se o mundo natural se curvasse magicamente a uma lousa cheia de equações. Como se não bastasse, surgiu também no embate uma moça gnóstica da Nova Era, proferindo blasfêmias de que o Criador Bíblico seria um "Demiurgo" e que bani-lo da mente seria um "favor". Estava armado o circo da Matrix: a arrogância pseudo-acadêmica de mãos dadas com o misticismo Luciferiano!
Nós não recuamos um milímetro. Submetemos a arrogância deles à guilhotina do Método Científico Autêntico. Em vez de xingamentos ou apelos à autoridade de uma comunidade científica corrompida, usei a base de dados primária, a bibliografia técnica de alto nível e as leis da física dos fluidos e da óptica para moer os falsos paradigmas:
1. A Falha de Airy e o Experimento Michelson-Morley: Provei com os artigos originais que o experimento de George Airy não exigiu inclinação extra do telescópio preenchido com água, atestando categoricamente que a Terra não se move a 30 km/s. Provei que Michelson-Morley registrou, de fato, o fluxo do Éter, forçando a ciência moderna a inventar a "contração de comprimento" puramente para escapar do Geocentrismo!
2. O Efeito Sagnac e a Ilusão Matemática: Expus que a velocidade da luz não é constante no laboratório, e que o experimento de Sagnac destruiu o postulado principal da Relatividade Especial, demonstrando um meio material absoluto. Como bem alertou Nikola Tesla, a Relatividade de Einstein não passa de uma "magnífica veste matemática que fascina, deslumbra e torna as pessoas cegas para os erros subjacentes". Eles escondem a física real atrás de abstrações!
3. O Golpe de Misericórdia (A Engenharia GPS e Navegação): Quando o professor alegou que a tecnologia e o GPS provavam o globo, esfreguei na cara dele a documentação da Sandia National Labs e de engenheiros de sistemas (como Ron Hatch). A verdade? O GPS ignora as correções da Relatividade para o potencial solar e utiliza o referencial Earth-Centered, Earth-Fixed (ECEF) e o Earth-Centered Inertial (ECI). Na prática, a engenharia de precisão funciona assumindo que a Terra é um referencial estacionário e fixo no espaço.
4. A Verdadeira Natureza dos Planetas (Estrelas Errantes): A premissa acadêmica já nasce morta quando mente sobre os próprios corpos celestes. Provei, usando a obra de Gabrielle Henriet e os maiores léxicos de grego antigo (Liddell-Scott e Thayer), que a palavra "Planeta" (do grego πλάνητες ἀστέρες) significa literalmente "Estrelas Errantes". Eles nunca foram massas rochosas de terra firme orbitando no vácuo, mas sim discos imateriais e luminosos. A astronomia moderna transformou luzes no firmamento em "mundos espaciais" apenas para sustentar o teatro heliocêntrico!
O "Paradoxo dos Lagos" e as Marés
Para o terror dos heliocentristas, nós desmascaramos a suposta influência lunar nas marés com dados empíricos irrefutáveis. Se a Lua "puxasse" a água da Terra com sua força gravitacional uniforme, as marés deveriam ser uniformes e previsíveis em todos os lugares na mesma latitude, o que a realidade desmente com variações absurdas de mais de 50 pés entre costas vizinhas. O golpe final, no entanto, veio com o "Paradoxo dos Lagos" de Thomas Winship. Se a gravidade da Lua tem força para deslocar oceanos inteiros de quintilhões de toneladas, por que ela é incapaz de causar marés em grandes massas de água doce como os Grandes Lagos da América do Norte ou mares fechados como o Mediterrâneo? A atração da Lua escolhe apenas a água do mar e ignora a água doce? Esse é um absurdo anticientífico! A ausência de marés em lagos fechados prova que a verdadeira causa não é uma "atração mágica", mas sim a respiração mecânica da própria Terra flutuante sobre o Grande Abismo, um movimento que se reflete apenas nas águas conectadas ao oceano aberto (Winship, 1899; Scott, 1901; Newton, 1687).
O resultado? Eles fugiram. O "professor" declarou em desespero que "não leria mais nada", fugindo do ringue e exigindo equações que a própria ciência contemporânea confessa serem remendos. Esse é o Modus Operandi dos escravos mentais: quando a prova documental expõe a religião do Globo, eles derrubam o tabuleiro como pombos.
Tudo começou quando expus publicamente uma verdade que o establishment tenta esconder: a física moderna baniu o Éter e inventou a Relatividade de Einstein puramente para mascarar o fato de que a Terra está absolutamente parada. Imediatamente, o Sistema enviou seus guardiões. Fui atacado por um autointitulado "professor", que vomitou toda sorte de falácias Ad Hominem (me chamando de "terratapado", "idiotizado", "lambari") Como brilhantemente sentenciou Charles Simmons no século XIX: "O ridículo é o primeiro e o último argumento de um tolo" (Simmons, 1852, p. 463). O ridículo é a prova suprema da fraqueza de uma causa. O professor exigiu "modelos matemáticos", como se o mundo natural se curvasse magicamente a uma lousa cheia de equações. Como se não bastasse, surgiu também no embate uma moça gnóstica da Nova Era, proferindo blasfêmias de que o Criador Bíblico seria um "Demiurgo" e que bani-lo da mente seria um "favor". Estava armado o circo da Matrix: a arrogância pseudo-acadêmica de mãos dadas com o misticismo Luciferiano!
Nós não recuamos um milímetro. Submetemos a arrogância deles à guilhotina do Método Científico Autêntico. Em vez de xingamentos ou apelos à autoridade de uma comunidade científica corrompida, usei a base de dados primária, a bibliografia técnica de alto nível e as leis da física dos fluidos e da óptica para moer os falsos paradigmas:
1. A Falha de Airy e o Experimento Michelson-Morley: Provei com os artigos originais que o experimento de George Airy não exigiu inclinação extra do telescópio preenchido com água, atestando categoricamente que a Terra não se move a 30 km/s. Provei que Michelson-Morley registrou, de fato, o fluxo do Éter, forçando a ciência moderna a inventar a "contração de comprimento" puramente para escapar do Geocentrismo!
2. O Efeito Sagnac e a Ilusão Matemática: Expus que a velocidade da luz não é constante no laboratório, e que o experimento de Sagnac destruiu o postulado principal da Relatividade Especial, demonstrando um meio material absoluto. Como bem alertou Nikola Tesla, a Relatividade de Einstein não passa de uma "magnífica veste matemática que fascina, deslumbra e torna as pessoas cegas para os erros subjacentes". Eles escondem a física real atrás de abstrações!
3. O Golpe de Misericórdia (A Engenharia GPS e Navegação): Quando o professor alegou que a tecnologia e o GPS provavam o globo, esfreguei na cara dele a documentação da Sandia National Labs e de engenheiros de sistemas (como Ron Hatch). A verdade? O GPS ignora as correções da Relatividade para o potencial solar e utiliza o referencial Earth-Centered, Earth-Fixed (ECEF) e o Earth-Centered Inertial (ECI). Na prática, a engenharia de precisão funciona assumindo que a Terra é um referencial estacionário e fixo no espaço.
4. A Verdadeira Natureza dos Planetas (Estrelas Errantes): A premissa acadêmica já nasce morta quando mente sobre os próprios corpos celestes. Provei, usando a obra de Gabrielle Henriet e os maiores léxicos de grego antigo (Liddell-Scott e Thayer), que a palavra "Planeta" (do grego πλάνητες ἀστέρες) significa literalmente "Estrelas Errantes". Eles nunca foram massas rochosas de terra firme orbitando no vácuo, mas sim discos imateriais e luminosos. A astronomia moderna transformou luzes no firmamento em "mundos espaciais" apenas para sustentar o teatro heliocêntrico!
O "Paradoxo dos Lagos" e as Marés
Para o terror dos heliocentristas, nós desmascaramos a suposta influência lunar nas marés com dados empíricos irrefutáveis. Se a Lua "puxasse" a água da Terra com sua força gravitacional uniforme, as marés deveriam ser uniformes e previsíveis em todos os lugares na mesma latitude, o que a realidade desmente com variações absurdas de mais de 50 pés entre costas vizinhas. O golpe final, no entanto, veio com o "Paradoxo dos Lagos" de Thomas Winship. Se a gravidade da Lua tem força para deslocar oceanos inteiros de quintilhões de toneladas, por que ela é incapaz de causar marés em grandes massas de água doce como os Grandes Lagos da América do Norte ou mares fechados como o Mediterrâneo? A atração da Lua escolhe apenas a água do mar e ignora a água doce? Esse é um absurdo anticientífico! A ausência de marés em lagos fechados prova que a verdadeira causa não é uma "atração mágica", mas sim a respiração mecânica da própria Terra flutuante sobre o Grande Abismo, um movimento que se reflete apenas nas águas conectadas ao oceano aberto (Winship, 1899; Scott, 1901; Newton, 1687).
O resultado? Eles fugiram. O "professor" declarou em desespero que "não leria mais nada", fugindo do ringue e exigindo equações que a própria ciência contemporânea confessa serem remendos. Esse é o Modus Operandi dos escravos mentais: quando a prova documental expõe a religião do Globo, eles derrubam o tabuleiro como pombos.
Como pudemos observar no encerramento do embate, a resposta do Sistema não é o debate de ideias, mas a covardia e a ofensa. O momento mais revelador foi quando, incapaz de lidar com os dados documentais que expus, o oponente tentou desqualificar a discussão alertando terceiros. O apelo final dele à senhorita Daniella (gnóstica) foi o atestado de óbito da sua dignidade acadêmica e o ápice da sua falência intelectual. Quando um pretenso 'professor' é estraçalhado pelas leis da física dos fluidos, da óptica e pela literatura aeroespacial, a única rota de fuga que lhe sobra é procurar consolo em xingamentos de quinta série ('imbecil', 'carente', 'troll'). Como brilhantemente sentenciou Charles Simmons no século XIX: 'O ridículo é o primeiro e o último argumento do tolo' (SIMMONS, Charles. A Laconic Manual and Brief Remarker. Toronto: 1852, pp. 463-464). O modelo deles não é físico, é puramente uma ilusão matemática. Ele que vá lamber as feridas dele junto à sua colega gnóstica. A Terra Plana e Estacionária sobrevive a todo e qualquer escrutínio físico, empírico e óptico. O globo no vácuo, contudo, só existe nas salas de aula e nas mentes dominadas por uma lavagem cerebral. O debate se encerrou não porque ele ditou as regras, mas porque foi exposto, encurralado e esmagado pela Verdade inquestionável.
Para o terror do establishment acadêmico e para que vocês usem como arma na busca pela Verdade, disponibilizo abaixo a lista bibliográfica completa de todas as fontes técnicas extraídas diretamente do embate que aniquilaram o Sistema Ocultista:
📚 BIBLIOGRAFIA DOCUMENTAL DO EMBATE 📚
👉 Engenharia e Navegação
Global Positioning System Directorate, Interface Specification IS-GPS-200, p. (Não especificada)
Haydon, Tucker, Earth-Centered, Earth-Fixed Inertial Navigation System & Error-State Kalman Filter Reference Manual, Sandia National Laboratories, 2025, pp. 18-20
Ranne, Lee. Correspondence from NOAA GOES/POLAR Navigation to Marshall Hall, 22 nov. 1989 (Citado em HALL, M., The Earth is Not Moving, 1994).
Wang, Ruyong; Hatch, Ronald R., “Conducting a Crucial Experiment of the Constancy of the Speed of Light Using GPS”, ION GPS 58th Annual Meeting / CIGTF 21st Guidance Test Symposium, 2002, p. 500
👉 Física e Astronomia Zetética
Airy, George B., Proceedings of the Royal Society, Londres, vol. 20, 1871, pp. 35-39
Allais, Maurice, “L'anisotropie de l'espace”, CR Academy of Science, Paris, t. 1, Série IV, 2000, p. 1205
Arp, Halton, Seeing Red: Redshifts, Cosmology and Academic Science, 1998, p. 239
Baker, “1,500 scientists lift the lid on reproducibility”, Nature, vol. 533, 2016, pp. 452-454
Bell, Robert, Impure Science: Fraud, Compromise and Political Influence in Scientific Research, Nova York, John Wiley and Sons, 1992, p. (Não especificada)
Bernstein, Letters to the British Association, p. (Não especificada)
Bethell, Tom, “Rethinking Relativity”, The American Spectator, 1999, p. (Não especificada)
Broad, William e Wade, Nicholas, Betrayers of the Truth: Fraud and Deceit in the Halls of Science, Nova York: Simon e Schuster, 1982, pp. 8-9, 18-21, 60-87, 88-106, 107-125, 126-160, 161-180, 181-211
Cahill, Reginald T., Novel Gravity Probe B Gravitational Wave Detection, Flinders University, 21 ago. 2004, pp. 16-17
Carpenter, William, 100 Provas que a Terra não é um Globo, 1885, Provas 10-15
Chappell, John, Arch. Internat. d’Histoire des Sciences, 18, 1965, pp. 175-190
Clark, Ronald W., Einstein: The Life and Times, pp. 57, 110, 126-127
Dijksterhuis, E. J., The Mechanization of the World Picture, 1969, pp. 30-31
Dingle, Herbert, The Special Theory of Relativity, Londres, Methuen & Co, Nova York, John Wiley and Sons, 1961, p. vii
Dingle, Herbert, Science at the Crossroads, 1972, pp. 106-107
Dingle, Herbert, Cartas pessoais assinadas para Timothy O'Keeffe, 20 mar. 1972, 14 out. 1972, 26 out. 1972
Dreyer, J. L. E., A History of Astronomy from Thales to Kepler, 1953, p. (Não especificada)
Dubay, Eric, 200 Provas de que a Terra não é uma Bola Giratória / The Flat Earth Conspiracy, 2014, Provas 94-100, p. 66, 278
Eddington, Arthur, The Nature of the Physical World, 1929, pp. 33-34
Einstein, Albert, “Induction and Deduction in Physics”, Berliner Tageblatt, 25 dez. 1919, p. (Não especificada)
Einstein, Albert, Sidelights on Relativity, 1983, p. 28
Einstein, Albert, Artigo de 1905, p. 891
Einstein, Albert; Infeld, Leopold, A Evolução da Física, 1966, p. 212
Fapesp, “Sobre a integridade ética da pesquisa”, mar. 2018, p. (Não especificada)
Gardner, Martin, The Relativity Explosion, 1976, pp. 86-87
Giancoli, Douglas C., Physics: Principles with Applications, 1995, p. 749
Guglielmini, Guglielmo. De diurno terrae motu, 1792.
Hadley, Noel J., Avoid Science Falsely So Called, 2015, pp. 149-150
Hall, Marshall, The Earth is Not Moving, 1994, p. 261
Hatch, Ronald R., Escape from Einstein, 1992, p. (Não especificada)
Henriet, Gabrielle. Heaven and Earth, 1958, p. 35.
Hickson, Gerrard, Kings Dethroned: A History of the Evolution of Astronomy, 1922, pp. 1-9, 14-21, 40
Holton, Gerald, Publicação de 1988, p. 323
Horgan, John, “Profile: Fred Hoyle”, Scientific American, 1995, pp. 46-47
Horton, “Offline: What is medicine’s 5 sigma?”, The Lancet, vol. 385, 2015, p. (Não especificada)
Ives, Herbert E., “An Experimental Study of the Rate of a Moving Atomic Clock”, Journal of the Optical Society of America, Vol. 28, 1938, p. (Não especificada)
Koestler, Arthur. Os Sonâmbulos, 1959, pp. 344, 508.
Kuhn, Thomas, The Structure of Scientific Revolutions, 3ª ed., 1996, p. (Não especificada)
Macek, Warren M.; Davis, D. T. M., Applied Physics Letters, 2, 1963, pp. 67-68
Michelson, Albert, Letter to Lord Rayleigh, 17 ago. 1887, p. (Não especificada)
Michelson, Albert; Gale, Henry G., Astrophysical Journal, 61, 1925, pp. 140-145
Michelson, Albert; Morley, Edward W., “Influence of the Motion of the Medium on the Velocity of Light”, American Journal of Science, vol. 31, 1886, p. 386; vol. III, 1897, p. 478
Miller, Arthur, Albert Einstein’s Special Theory of Relativity, 1981, p. 20
Minkowski, Hermann, “Space and Time”, em The Principle of Relativity, 1952, pp. 75, 81
Morse, C. S., A Reparation: Universal Gravitation a Universal Fake; the Earth an Outstretched Plane; and the Sun, Moon, and Stars, as they are, 1860, pp. 13-14
Múnera, Héctor A., Michelson-Morley Experiments Revisited, 1998, p. (Não especificada)
Narlikar, V. V., "The Zenith of the Theory of Relativity", Philosophical Magazine, 1932, p. (Não especificada)
Nature, Volume 4, 1871, pp. 453-455
Newton, Isaac. Philosophiæ Naturalis Principia Mathematica, 1687.
Olmstead, Professor, Mechanism of the Heavens, p. 191
Partington, Professor, Lectures on Natural Philosophy, p. 370
Phillips, Sir Richard, Million of Facts, p. 358
Poincaré, Henri, “The Principles of Mathematical Physics”, The Monist, vol. XV, 1905, pp. 6, 20
Poor, Charles Lane, Gravitation versus Relativity, 1922, pp. xviii, 40-44
Portal AGUIA USP, Publicação de 2017, p. (Não especificada)
Ptolemy, Almagest, Século II d.C., p. (Não especificada)
Reichenbach, Hans, From Copernicus to Einstein, 1970, pp. 18, 82
Rindler, Wolfgang, Introduction to Special Relativity, p. 25
Rowbotham, Samuel Birley, Astronomia Zetética: A Terra não é um Globo!, 1881 / 2016, pp. 26-32, 68-72, 151, 159-161, 165-168, 178-179, 229-230, 307-309
Sagnac, Georges. L’éther lumineux démontré par l’effet du vent relatif d’éther dans un interféromètre en rotation uniforme. Comptes Rendus, vol. 157, 1913, pp. 708-710, 1410-1413.
Sagnac, Georges, Journal de Physique et le Radium, 5, 4, 1914, pp. 177-195
Scott, David Wardlaw. Terra Firma: The Earth Not a Planet, 1901, pp. 259-260.
Selleri, Franco, Foundations of Physics, 26, 1996, p. 641
Smith, Wolfgang, Ciência e Mito, p. 857
Smith, Wolfgang, The Wisdom of Ancient Cosmology: Contemporary Science in Light of Tradition, 2003, pp. 131-132, 149
Somerville, Mary, Physical Sciences, p. 46
Sungenis, Robert A.; Bennett, Robert J., Galileu estava errado: A evidência científica, bíblica, eclesiástica e patrística para o geocentrismo (TRADUZIDO), vol. I, 2011, pp. 85, 132, 160, 197, 198, 213-214, 223, 246, 278-279, 288, 289-290, 296, 298, 299, 308, 377-379, 441, 449, 451, 500, 503, 536, 603
Tesla, Nikola, “Tesla, 79, Promises to Transmit Force”, The New York Times, 11 de julho de 1935, p. 23
Tesla, Nikola, Modern Mechanics and Inventions, jul. 1934, p. (Não especificada)
Whewell, William. History of the Inductive Sciences, 1837.
Whitrow, G. J., The Natural Philosophy of Time, p. 255
Whittaker, E. T., A History of the Theories of Aether and Electricity, 1910, p. 115
Winship, Thomas, Zetetic Cosmogony: Or Conclusive Evidence that the World is Not a Rotating-Revolving-Globe, 1899, pp. 130-131
👉 Léxicos Etimológicos e Textos Religiosos/Ocultistas/Filosóficos
Bailey, Alice, A Exteriorização da Hierarquia, p. (Não especificada)
Blavatsky, Helena, A Doutrina Secreta, p. (Não especificada)
Blavatsky, Helena, A Chave para a Teosofia, p. (Não especificada)
Clarin de la Rive, Abel, La Femme et l'Enfant dans la Franc-Maçonnerie Universelle, p. (Não especificada)
Crowley, Aleister, The Vision and the Voice - Liber 418, p. (Não especificada)
Irineu de Lyon, Contra as Heresias - Livro I, p. (Não especificada)
LIDDELL, H.G.; SCOTT, R. A Greek-English Lexicon, 1940, pp. 261, 1411 (Verbetes: ἀστήρ e πλανήτης).
Pike, Albert, Instruções aos 23 Conselhos Supremos do Mundo, 1889, p. (Não especificada)
STRONG, J., The Exhaustive Concordance of the Bible, 1890, G4107, G792.
THAYER, J.H., Greek-English Lexicon of the New Testament, 1889, G4107.
Tolstói, Liev, Citação, p. (Não especificada)
Link da Publicação original (o professor ainda está me xingando rs): https://www.instagram.com/p/DWVME3lFbbC/
Nicolas Breno
📚 BIBLIOGRAFIA DOCUMENTAL DO EMBATE 📚
👉 Engenharia e Navegação
Global Positioning System Directorate, Interface Specification IS-GPS-200, p. (Não especificada)
Haydon, Tucker, Earth-Centered, Earth-Fixed Inertial Navigation System & Error-State Kalman Filter Reference Manual, Sandia National Laboratories, 2025, pp. 18-20
Ranne, Lee. Correspondence from NOAA GOES/POLAR Navigation to Marshall Hall, 22 nov. 1989 (Citado em HALL, M., The Earth is Not Moving, 1994).
Wang, Ruyong; Hatch, Ronald R., “Conducting a Crucial Experiment of the Constancy of the Speed of Light Using GPS”, ION GPS 58th Annual Meeting / CIGTF 21st Guidance Test Symposium, 2002, p. 500
👉 Física e Astronomia Zetética
Airy, George B., Proceedings of the Royal Society, Londres, vol. 20, 1871, pp. 35-39
Allais, Maurice, “L'anisotropie de l'espace”, CR Academy of Science, Paris, t. 1, Série IV, 2000, p. 1205
Arp, Halton, Seeing Red: Redshifts, Cosmology and Academic Science, 1998, p. 239
Baker, “1,500 scientists lift the lid on reproducibility”, Nature, vol. 533, 2016, pp. 452-454
Bell, Robert, Impure Science: Fraud, Compromise and Political Influence in Scientific Research, Nova York, John Wiley and Sons, 1992, p. (Não especificada)
Bernstein, Letters to the British Association, p. (Não especificada)
Bethell, Tom, “Rethinking Relativity”, The American Spectator, 1999, p. (Não especificada)
Broad, William e Wade, Nicholas, Betrayers of the Truth: Fraud and Deceit in the Halls of Science, Nova York: Simon e Schuster, 1982, pp. 8-9, 18-21, 60-87, 88-106, 107-125, 126-160, 161-180, 181-211
Cahill, Reginald T., Novel Gravity Probe B Gravitational Wave Detection, Flinders University, 21 ago. 2004, pp. 16-17
Carpenter, William, 100 Provas que a Terra não é um Globo, 1885, Provas 10-15
Chappell, John, Arch. Internat. d’Histoire des Sciences, 18, 1965, pp. 175-190
Clark, Ronald W., Einstein: The Life and Times, pp. 57, 110, 126-127
Dijksterhuis, E. J., The Mechanization of the World Picture, 1969, pp. 30-31
Dingle, Herbert, The Special Theory of Relativity, Londres, Methuen & Co, Nova York, John Wiley and Sons, 1961, p. vii
Dingle, Herbert, Science at the Crossroads, 1972, pp. 106-107
Dingle, Herbert, Cartas pessoais assinadas para Timothy O'Keeffe, 20 mar. 1972, 14 out. 1972, 26 out. 1972
Dreyer, J. L. E., A History of Astronomy from Thales to Kepler, 1953, p. (Não especificada)
Dubay, Eric, 200 Provas de que a Terra não é uma Bola Giratória / The Flat Earth Conspiracy, 2014, Provas 94-100, p. 66, 278
Eddington, Arthur, The Nature of the Physical World, 1929, pp. 33-34
Einstein, Albert, “Induction and Deduction in Physics”, Berliner Tageblatt, 25 dez. 1919, p. (Não especificada)
Einstein, Albert, Sidelights on Relativity, 1983, p. 28
Einstein, Albert, Artigo de 1905, p. 891
Einstein, Albert; Infeld, Leopold, A Evolução da Física, 1966, p. 212
Fapesp, “Sobre a integridade ética da pesquisa”, mar. 2018, p. (Não especificada)
Gardner, Martin, The Relativity Explosion, 1976, pp. 86-87
Giancoli, Douglas C., Physics: Principles with Applications, 1995, p. 749
Guglielmini, Guglielmo. De diurno terrae motu, 1792.
Hadley, Noel J., Avoid Science Falsely So Called, 2015, pp. 149-150
Hall, Marshall, The Earth is Not Moving, 1994, p. 261
Hatch, Ronald R., Escape from Einstein, 1992, p. (Não especificada)
Henriet, Gabrielle. Heaven and Earth, 1958, p. 35.
Hickson, Gerrard, Kings Dethroned: A History of the Evolution of Astronomy, 1922, pp. 1-9, 14-21, 40
Holton, Gerald, Publicação de 1988, p. 323
Horgan, John, “Profile: Fred Hoyle”, Scientific American, 1995, pp. 46-47
Horton, “Offline: What is medicine’s 5 sigma?”, The Lancet, vol. 385, 2015, p. (Não especificada)
Ives, Herbert E., “An Experimental Study of the Rate of a Moving Atomic Clock”, Journal of the Optical Society of America, Vol. 28, 1938, p. (Não especificada)
Koestler, Arthur. Os Sonâmbulos, 1959, pp. 344, 508.
Kuhn, Thomas, The Structure of Scientific Revolutions, 3ª ed., 1996, p. (Não especificada)
Macek, Warren M.; Davis, D. T. M., Applied Physics Letters, 2, 1963, pp. 67-68
Michelson, Albert, Letter to Lord Rayleigh, 17 ago. 1887, p. (Não especificada)
Michelson, Albert; Gale, Henry G., Astrophysical Journal, 61, 1925, pp. 140-145
Michelson, Albert; Morley, Edward W., “Influence of the Motion of the Medium on the Velocity of Light”, American Journal of Science, vol. 31, 1886, p. 386; vol. III, 1897, p. 478
Miller, Arthur, Albert Einstein’s Special Theory of Relativity, 1981, p. 20
Minkowski, Hermann, “Space and Time”, em The Principle of Relativity, 1952, pp. 75, 81
Morse, C. S., A Reparation: Universal Gravitation a Universal Fake; the Earth an Outstretched Plane; and the Sun, Moon, and Stars, as they are, 1860, pp. 13-14
Múnera, Héctor A., Michelson-Morley Experiments Revisited, 1998, p. (Não especificada)
Narlikar, V. V., "The Zenith of the Theory of Relativity", Philosophical Magazine, 1932, p. (Não especificada)
Nature, Volume 4, 1871, pp. 453-455
Newton, Isaac. Philosophiæ Naturalis Principia Mathematica, 1687.
Olmstead, Professor, Mechanism of the Heavens, p. 191
Partington, Professor, Lectures on Natural Philosophy, p. 370
Phillips, Sir Richard, Million of Facts, p. 358
Poincaré, Henri, “The Principles of Mathematical Physics”, The Monist, vol. XV, 1905, pp. 6, 20
Poor, Charles Lane, Gravitation versus Relativity, 1922, pp. xviii, 40-44
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Link da Publicação original (o professor ainda está me xingando rs): https://www.instagram.com/p/DWVME3lFbbC/
Nicolas Breno

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