A imagem expõe de forma crua e analítica uma das maiores dissonâncias cognitivas impostas pelo Sistema Ocultista: a fraude dos satélites orbitais. O sistema acadêmico e corporativo vende a ilusão de um globo monitorado do vácuo espacial, mas a realidade tecnológica é estritamente atmosférica e terrestre. Por que o Google precisa de frotas de aviões, drones e veículos de rua se o espaço supostamente possui milhares de satélites com câmeras de alta resolução?
A engenharia do Google Earth não provém de satélites no vácuo espacial. O Google Earth é simplesmente um programa composto de imagens tiradas de aviões de alta altitude e câmeras de carros no nível da rua, sobrepostas em um modelo CGI de uma Terra esférica. A mesma sobreposição poderia ser feita em um plano quadrado ou qualquer outra forma.
As imagens comercializadas ao público como "geradas por satélite" são compostos admitidos. Corporações e governos utilizam dirigíveis de alta altitude (blimps), drones e aviões que possuem capacidades equivalentes, por uma fração do custo astronômico propagandeado, sem as impossibilidades físicas do vácuo espacial. Até mesmo a tecnologia GPS (falsamente atribuída a satélites) opera majoritariamente por triangulação de torres de celular no solo.
Apenas renderizações e CGI são apresentados ao público ignorante. A manutenção dessa farsa serve a um propósito religioso e institucional: sustentar o modelo da bola giratória para ocultar o desígnio do Criador no plano terrestre.
A ciência institucionalizada utiliza tecnologia do Plano Terrestre para lhe vender uma maquete global. Desperte.
A engenharia do Google Earth não provém de satélites no vácuo espacial. O Google Earth é simplesmente um programa composto de imagens tiradas de aviões de alta altitude e câmeras de carros no nível da rua, sobrepostas em um modelo CGI de uma Terra esférica. A mesma sobreposição poderia ser feita em um plano quadrado ou qualquer outra forma.
As imagens comercializadas ao público como "geradas por satélite" são compostos admitidos. Corporações e governos utilizam dirigíveis de alta altitude (blimps), drones e aviões que possuem capacidades equivalentes, por uma fração do custo astronômico propagandeado, sem as impossibilidades físicas do vácuo espacial. Até mesmo a tecnologia GPS (falsamente atribuída a satélites) opera majoritariamente por triangulação de torres de celular no solo.
Apenas renderizações e CGI são apresentados ao público ignorante. A manutenção dessa farsa serve a um propósito religioso e institucional: sustentar o modelo da bola giratória para ocultar o desígnio do Criador no plano terrestre.
A ciência institucionalizada utiliza tecnologia do Plano Terrestre para lhe vender uma maquete global. Desperte.

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